terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Presenteie nesse fim de ano



A vida cada vez mais atribulada torna a funcionalidade de objetos que compõem nossa casa essencial para dar conta de tantas tarefas. O corre-corre diário, potencializado com a proximidade dos compromissos de final de ano, ainda nos consome com ideias para presentear pessoas queridas – mas tão diferentes umas das outras – e até aquele conhecido da empresa que você não tem tanta intimidade. Nesta hora, acessórios para facilitar a rotina doméstica são um achado, pois adaptam-se à necessidade de cada um.

As opções no mercado são infinitas, portanto, uma dica importante para começar a busca pelo presente é descobrir qual peça da casa você deseja contemplar. Vamos supor que seja a cozinha. Se a pessoa gosta de cozinhar, um porta-tampa e talheres pode ser fundamental na hora de provar como anda aquele tempero – e ainda vai livrá-la de sujar a bancada. É só acomodá-la no utensílio, que depois pode ser dobrado e guardado numa gaveta.

Mas caso seu foco seja o quarto, uma saída podem ser os organizadores de bolsas. Simples e funcionais, fazem vizinhança a camisas e casacos de seu armário, uma vez que são uma espécie de cabide com uma estrutura em aramado e nichos para acomodar as alças.

Quem tem escritório em casa sabe que uma hora ou outra vai faltar espaço para distintos objetos, sejam papéis, canetas, grampeadores… Mas com simples suportes de fácil instalação, tudo fica mais funcional e à mão –os acessórios, que podem ter acabamento em couro sintético, são fixados, por exemplo, embaixo do tampo ou nas laterais dos móveis. Com presentes assim, todos vão ganhar um tempinho extra para curtir a família.


Precisou de aramados e produtos funcionais? #NaKausbenTem



Fonte: Blog Masutti Copat

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Na hora do desenho pense na inclusão







Após a Segunda Guerra Mundial, veteranos de guerra mutilados não conseguiam mais exercer funções básicas e aproximadamente 15 anos depois surge à primeira padronização de acessibilidade nos Estados Unidos. No Brasil, os deficientes foram esquecidos por muito mais tempo. Somente na década de 80 começaram a ocorrer transformações no que tange a legislação e algumas poucas intervenções espaciais.

No Brasil, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que 15 milhões de pessoas, ou 14% da população, têm mais de 60 anos. Esse grupo vêm crescendo a cada ano, pelos avanços da medicina que proporcionaram um aumento significativo da expectativa de vida. Já o número de brasileiros com algum tipo de deficiência física é ainda maior: 25 milhões.

A inclusão desta importante parcela da população é um desafio cada vez maior para arquitetos, engenheiros e responsáveis pela definição e implantação de políticas públicas.

Todos nós temos o direito de ir e vir. Todos nós temos o direito à acessibilidade. A aplicação de medidas de adequação dos ambientes para a circulação de pessoas com deficiências físicas ou mobilidade reduzida está prevista em diversas legislações federais, a mais recente, de 2 de dezembro de 2004. O decreto nº 5.296 regulamenta as Leis nº 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências.

A legislação está cada vez mais forte, uma rede articulada acessível começa a ser esboçada, obrigando a implantação de rampas, corrimãos, sinalização, enfim, acesso sem barreiras em locais de uso público.

Na arquitetura há o conceito do Desenho Universal, que é acolher igualmente qualquer ser humano, independente de sua condição ou limitação. Ele prega soluções simples para atender de forma abrangente, sem tecnologias sofisticadas e a custos acessíveis, permitindo que todos utilizem
os mesmos espaços urbanos sem nenhum tipo de segregação.



Ele é o ponto chave da Arquitetura Inclusiva. Significa a concepção de produtos, ambientes, programas e serviços a serem usados, na maior medida possível, por todas as pessoas, sem necessidade de adaptação ou projeto específico, porém não impedirá que eventualmente haja ajudas
técnicas quando necessárias. 

Ha algumas décadas atrás qualquer que fosse o projeto de construção nem se cogitava incluir questões de acessibilidade como para pessoas com deficiência locomotiva e visual e também para idosos, mas hoje isso já está mudando em vários projetos públicos.

Em resumo, um bom projeto deve possibilitar uma releitura cíclica, pois abriga um organismo vivo que demanda diferentes cuidados no curso de sua história. Já um projeto inclusivo deve contemplar a possibilidade de implantação das tecnologias necessárias no decorrer do tempo.

Um casal jovem, por exemplo, deve ser orientado pelo profissional sobre as diversas fases que viverão em sua vida, inclusive o envelhecimento que os incluirá, num determinado momento, nas pessoas com necessidades especiais.

É urgente que as cidades se organizem de modo a oferecer a essa parcela da população conforto e funcionalidade, para que possam circular com segurança e isso inicia em casa. Arquitetos e decoradores já começam a ter os cuidados com questões relacionadas à locomoção e utilizam os benefícios dessas transformações em seus projetos residenciais, surgindo assim uma visão relativamente nova de casa para vida toda. Esse conceito garante que a moradia suporte mudanças e adaptações ao longo dos anos, de modo que atenda as diversas necessidades que cada fase da vida solicita, sem prejuízo ou comprometimento do espaço.



Manoel de Oliveira Filho, arquiteto e urbanista e Conselheiro Federal pelo estado do Paraná junto ao CAU/ BR - Conselho Federal de Arquitetura e Urbanismo em Brasília – DF, está no mercado há 35 anos e mantém junto ao também arquiteto e urbanista Felipe Oliveira, a Oliveira Filho Arquitetura,
atuando nas áreas de Projetos e Execução de Obras. Além da prática da Arquitetura Inclusiva em Projetos Residenciais e Comerciais, é especialista nas áreas de Acessibilidade, Arquitetura Hospitalar e Postos de Combustíveis. 

Para Manoel a arquitetura é um desafio constante. Pois cada cliente carrega consigo uma história e um anseio, então cabem aos profissionais traduzirem as expectativas e os ajudar a pensar não somente na mercado há 35 anos e mantém junto ao também arquiteto e urbanista Felipe Oliveira, a Oliveira Filho Arquitetura, atuando nas áreas de Projetos e Execução de Obras. Além da prática da Arquitetura Inclusiva em Projetos Residenciais e Comerciais, é especialista nas áreas de
Acessibilidade, Arquitetura Hospitalar e Postos de Combustíveis.

Para Manoel a arquitetura é um desafio constante. Pois cada cliente carrega consigo uma história e um anseio, então cabem aos profissionais traduzirem as expectativas e os ajudar a pensar não somente na ser programado ou operado por meio de controles remotos, painéis digitais, smartphones, internet e tem como objetivo final gerar conforto, otimizar o tempo, reduzir gastos e oferecer segurança. “A relação custo x benefício viabiliza o projeto de automação”, afirma o arquiteto.

Quanto aos valores ele explica que normalmente quando as pessoas estão chegando à terceira idade, já estão mais estáveis financeiramente. “Enquanto ainda não é algo urgente, é mais fácil se planejar
financeiramente e seguir um cronograma.

Quando essas questões são deixadas apenas para momentos de necessidade extrema, o custo e desgaste são muito mais elevados para algo temporário que talvez não seja de melhor qualidade”.
Para Manoel, a legislação brasileira é uma das melhores do mundo, mas o grande desafio é conscientização e cumprimento. “Apesar das conquistas e da ampla legislação vigente no Brasil, percebemos que existe um longo caminho a ser percorrido pela sociedade como um todo para que sejam, de fato, um direito de todos. Vale ressaltar o trabalho do Ministério Público, exigindo a aplicabilidade da Lei, no recebimento de denúncias de cidadãos prejudicados em seu direito assegurado pela Constituição Brasileira”, finaliza.

Itens da arquitetura universal para construções acessíveis:
01 • Espaço para circulação de, no mínimo, 100 centímetros;
02 • Portas com largura mínima de 80 centímetros;
03 • Escadas com corrimão;
04 • Material antiderrapante em degraus, pisos e rampas;
05 • Circulação vertical por meio de plataformas ou elevadores;
06 • Altura das pias da cozinha e do banheiro de acordo com as regras da ABNT;
07 • Torneiras acionadas por alavancas;
08 • Maçanetas posicionadas em posição confortável,
possibilitando acionamento até com os cotovelos;
09 • Sofás com espuma rígida e assento anatômico;
10 • Camas com colchões mais altos, que facilitam o ato de deitar e levantar;
11 • Barras de apoio no banheiro;
12 • Assentos especiais na área do chuveiro e vaso sanitário.

Precisou de itens de acessibilidade? #NaKausbenTem



terça-feira, 21 de novembro de 2017

O QUE É TORQUE?


Torque é um momento de torção e difere da tensão por tração. No entanto, utilizamos o torque para criar tensão.
Como? À medida em que a porca e o parafuso são apertados, duas chapas são unidas uma à outra. O ângulo da rosca no parafuso converte a força aplicada em tensão (ou alongamento) no corpo do parafuso. A quantidade de tensão criada no parafuso é crítica. Por quê? Quando um parafuso é tensionado corretamente, ele está trabalhando na sua eficiência ideal e resistirá à sua deformação plástica. Entretanto, se a tensão for excessivamente baixa, a porca pode vibrar ou trabalhar solta. Se a tensão for excessivamente alta, o parafuso pode quebrar.
Cada parafuso tem um valor correto de torque/tensão para cada aplicação de fixação. É importante ter estes valores disponíveis de forma que o produto final seja seguro, eficiente e econômico. Nas páginas seguintes encontraremos uma grande quantidade de informações úteis que poderão ajudar a especificar os fixadores e torquímetros corretos para cada necessidade.

Precisou de Ferramentas? #NaKausbenTem
Fonte: Blog Gedore

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Escada de alumínio, madeira ou fibra de vidro: qual é o melhor modelo para ter em casa?

Cena frequente: você tem que trocar uma lâmpada, mas não alcança o bocal com uma cadeira. A solução, então, é fazer gambiarras: livros, caixas e outros materiais de apoio são colocados para alcançar o pé direito - quase uma receita perfeita para um acidente. Essa é uma das razões pelas quais uma escada é tão essencial para a sua casa quanto uma caixa de ferramentas básica: pode parecer inútil inicialmente, mas faz uma enorme diferença na hora do aperto. Ok, você se convenceu de comprar uma, mas chegando na loja é fácil se perder entre tantos modelos e materiais. Para escolher direito a que mais combina com as suas necessidades, dá uma olhada nas nossas dicas:



Leve em conta para quê você vai utilizar a escada


O propósito principal para o qual a sua escada será usada, é o fator mais importante na hora da compra. Para mobilidade e versatilidade, a de fibra de vidro é a ideal: bem leve, ela pode ser transportada facilmente para qualquer lugar. Infelizmente, esse modelo é - dentre os três - o mais caro e menos resistente, então seu orçamento será decisivo. Um fator a se prestar muita atenção é o local de utilização. Caso ele passe perto de fios elétricos, você não deve utilizar a de alumínio sob hipótese alguma: o material é eletrocondutor e há uma grande chance de você se machucar. Os modelos de madeira e fibra de vidro, aliás, ganham pontos por serem isolantes. Além disso, escadas que receberão objetos (como latas de tinta apoiadas em sua superfície para pintar paredes) devem ter capacidade maior, já que precisam suportar mais peso. Em geral, o material não influencia muito nisso, o necessário é perguntar na loja ou checar as indicações do fabricante: para estar o mais seguro possível, escolha modelos que suportem acima de 120 kg.


Madeira é um coringa

Dentre todas essas opções de escada, a de madeira é a mais coringa: não conduz eletricidade, é bastante resistente a impactos e pode até mesmo ser armazenada do lado de fora, já que resiste às ações do tempo. Além disso, ela é pesada, o que gera maior equilíbrio na hora da subida. A escada de madeira só perde para a sua versão em alumínio quando falamos de facilidade de limpeza e peso máximo suportado pelos modelos mais comuns: se esses fatores não forem os mais importantes para você, a sua casa vai estar bem atendida com a primeira opção.



Cuidados extras

É ideal que os pés da escada sempre sejam de borracha - dessa forma, você dá mais estabilidade às bases e evita desequilíbrios e quedas. Da mesma maneira, preste atenção aos calçados que você utiliza: eles devem ser antiderrapantes e ter a sola plana. Preferencialmente, use capacete de proteção ao realizar consertos na escada, assim como luvas e outros apetrechos de segurança necessários. É bom também sempre manter as partes de metal limpas e lubrificadas, assim como as polias e travas de segurança em dia - dessa forma, vai ser bem difícil acontecer algum acidente durante o uso da sua escada nova.


Precisou de escadas? #NaKaubenTem


Fonte: Blog Leroy Merlin

terça-feira, 7 de novembro de 2017

ORIENTAÇÕES SOBRE O APERTO DE JUNÇÕES PARAFUSADAS

As orientações apresentadas a seguir foram incluídas para que nossos clientes tenham ciência das potenciais armadilhas relacionadas ao aperto de junções parafusadas. Elas estão baseadas na experiência e nos resultados de testes publicados e conclusões de pesquisas realizadas por organizações ao longo de vários anos. As orientações são de natureza geral e não são necessariamente específicas a uma determinada indústria.

1. Use um torquímetro calibrado
Certifique-se de que seja usado um torquímetro calibrado e com um valor de torque correto no aperto. Esteja ciente de que determinadas ferramentas de aperto automáticas, como chaves de impacto, podem resultar na ocorrência de variações significativas no valor de torque e na pré-carga dos parafusos. Um torquímetro calibrado deve, portanto, ser utilizado para a operação de aperto final.
2. Especifique o torque de aperto correto
Sempre que for viável, especifique o torque de aperto baseado em resultados de testes efetivos ao invés de um valor teoricamente calculado.
A determinação experimental do torque de aperto pode ser estabelecida pela medida da extensão do parafuso, por medidores de força de tensão ou pelo uso de uma célula de carga alojada na junção.
3. Especifique uma sequência de aperto
A maioria das junções consiste em mais de um parafuso e unem superfícies que não são completamente planas. A sequência de apertar parafusos pode ter uma significativa influência sobre as pré-cargas resultantes. Com estas junções, deve ser considerada a especificação da sequência na qual os parafusos devem ser apertados. Uma vez que as superfícies de junção se comprimem, apertar um parafuso na proximidade de outro afetará a pré-carga gerada pelo primeiro parafuso a ser apertado.
Uma boa sequência de aperto é aquela que garante que uma distribuição igual de pré-carga será atingida na junção. Porque as junções que contêm gaxetas convencionais têm uma rigidez compressiva comparativamente baixa, as pré-cargas do parafuso em tais junções são particularmente sensíveis à sequência de aperto. Com base na experiência, se os parafusos estiverem em um padrão circular, uma sequência de aperto cruzada seria então normalmente especificada. Para padrões não circulares de parafuso, um padrão em espiral que inicia no meio seria normalmente especificado. Em junções críticas, um padrão de aperto que aperta os parafusos mais do que uma vez pode ser especificado para garantir uma distribuição igual da pré-carga.
4. Tenha cuidado com o uso de arruelas simples 
Tenha cuidado ao especificar arruelas simples. O espaço entre a haste do parafuso e o furo da arruela pode resultar na ocorrência de movimento lateral relativo. Isto pode modificar a superfície de fricção da porca e da arruela para a superfície da arruela e da junção durante o aperto. Isto afeta a relação torque-tensão e pode levar a grandes variações na pré-carga. Em algumas situa¬ções, tais como cobrir slots reduzir a pressão da superfície sob a cabeça do parafuso, tradicionalmente são especificadas arruelas simples. Nestas circunstâncias, assegure-se de que elas sejam de espessura e dureza suficientes e que sejam um bom encaixe para a haste do parafuso.
5. Parafuso com cabeça flangeada 
Em materiais relativamente macios, ou quando são usados para¬fusos de alta tensilidade, deve-se considerar o uso de parafusos e porcas com cabeça flageada. Estes fixadores reduzem a pressão na superfície sob a porca, reduzindo a quantidade de pré-carga perdida devido a incrustamento. Em virtude do grande diâmetro das faces de contato, em geral é necessário um torque maior, pois mais torque é dissipado por fricção.
6. Gaxetas 
As gaxetas convencionais deformam; isto resulta em uma redução na pré-carga dos parafusos ao longo do tempo. A maior parte desta deformação geralmente ocorre logo após a montagem. Para reduzir o efeito deste tipo de problemas, o reaperto dos parafusos é com frequência completado um período de tempo depois do aperto inicial.
7. Encravamento
Encravamento é a deformação plástica que ocorre nas roscas do fixador e na junção propriamente dita, e é causado pelas eleva¬das tensões geradas pelo processo de aperto. O encravamento resulta na alteração do comprimento do parafuso e, portanto, em perda de pré-carga. Tipicamente, a perda de pré-carga devido ao encravamento está na faixa de 10%. Ela aumenta com o número de superfícies que são unidas e com a aspereza dessas superfícies. Grandes pressões de superfícies sob a cabeça do parafuso podem também ser uma causa do encravamento excessivo. Isso pode ser devido ao uso de fixadores altamente tracionados em materiais relativamente macios. Arruelas de pressão ou o uso de fixado¬res flangeados podem reduzir tais efeitos. Deve-se ter cuidado também ao usar parafusos curtos para unir várias juntas. Nestas juntas os parafusos de pequenos comprimentos podem aumentar consideravelmente o número de encravamentos. “Relaxamento de juntas” é um termo usado para descrever os efeitos combinados de encravamentos e deformações de gaxetas.

Precisou de ferramentas? #NaKausbenTem

Fonte: | Blog Gedore |

terça-feira, 31 de outubro de 2017

MEDIDAS IMPORTANTES E IDEIAS DE DISTRIBUIÇÃO NO BANHEIRO

Olá pessoal!

Muitas pessoas tem dúvidas de como distribuir os acessórios para banheiro, então espero que esse post ajude.


1) Algumas medidas importantes no banheiro




Atenção que as medidas sempre tem um range pq elas tem que se adaptar à altura e necessidades das pessoas que usam o ambiente! Encontre aquela que é a mais confortável para todo mundo! (Desenho original no site thisoldhouse).



Detalhe importante que não parece até você tentar pegar o papel e não conseguir….(Desenho original no site thisoldhouse)



Outro item que devemos ter atenção: O assento dentro do box, muito bom para todos e principalmente para os idosos, deve ter uma altura e profundidade tais que todos que o usam possam sentar com os pés inteirinhos no chão. Se não for assim a segurança é menor, claro. (Desenho original no site thisoldhouse)


2) Algumas ideias para distribuição das coisas dentro do lavabo e banheiro pequenos.






Este desenho e o próximo achei no mundo inteiro e na Casa.Abril neste post. Os banheiros (mostrados abaixo) são projeto da Erika Linardi e Ricardo Caminada, arquitetos.





Muito ótimo o aproveitamento do espaço nestes banheiros, não é não ?


Créditos: Por Rosana Silva




Precisou de acessórios para banheiro? #NaKausbenTem Venha e confira!



Ficou alguma dúvida? Entre em contato pelos comentários que será um prazer respondê-los.



Fonte: Simples Decoração

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Conheça os principais tipos de rosca

As roscas são sulco em alto ou baixo relevo em parafusos, porcas ou outro material. Serve para definir o encaixamento perfeito dos dois materias através de movimento helicoidal.
Roscas paralelas: A única função das roscas paralelas é de fixar a conexão no pórtico. A vedação é realizada através de outros meios, como um o’ring. A única função da rosca neste caso é resistir à pressão. Vedação é feita neste ponto com o’ring.
Roscas cônicas: As roscas cônicas possuem duas funções: Para fixar a conexão e para a Vedação (mesmo com a ajuda de um selante, como por exemplo, fitas PTFE).


Principais tipos de roscas
São dois os tipos básicos utilizados: roscas polegadas e roscas métricas, e podemos classificá-las da seguinte forma:



Identificações de especificações de roscas

Diâmetro real: é utilizado nas especificações de tubos, das roscas métricas e roscas Padrão Americano UNF/UNS. Diâmetro real é a própria medida (polegadas ou milímetros) encontrada quando fazemos a medição do diâmetro externo do tubo ou o de uma rosca já citada.
Exemplo:




Diâmetro nominal: é utilizado nas especificações de canos e das roscas Padrão Americano NPT, NPTF, NPSM e das roscas Padrão Inglês BSPP e BSPT. Essas roscas também são conhecidas, em linguagem popular, como roscas de bitola cano.
Exemplo:



Passo ou número de fios por polegada: são os elementos fundamentais na identificação de uma rosca. O passo, aplicado somente nas roscas métricas, é a distância entre um filete e o outro. O número de fios por polegada, aplicado nas roscas Padrões Americano e Inglês, pela sua própria descrição, define-se no número de filetes de rosca contidos em uma polegada de comprimento da mesma.
Exemplos:



Nas roscas métricas o passo é a distância entre um filete e outro.



Nas roscas em polegada o passo é determinado pelo número de filetes existentes em uma polegada. Exemplo a rosca acima tem (8) oito filetes por polegada.


Exemplos de identificações de especificações de roscas
NPT/NPTF - National Pipe Thread (Fine), rosca tipo cano, padrão americano
Exemplo: 1/4-18 NPTF
1/4 = Tamanho nominal
18 = Passo (filetes por polegada)
NPT ou NPTF especificamente solicitada, NPT/NPTF em que não há necessidade de escolha específica entre uma e outra.

UN/UNF - Rosca unificada, rosca paralela, padrão americano (SAE)
Exemplo: 9/16-18 UNF
9/16 = Tamanho real em polegada
18 = Passo (filetes por polegada)
UN ou UNF em que não há necessidade de escolha específica entre uma e outra. UNF é usualmente aplicada para roscas com passo abaixo de 12 FPP.

BSPT - British Standard Pipe Taper, rosca tipo cano, padrão inglês
Exemplo: 3/8-19 BSPT
3/8 = Tamanho nominal
19 = Passo (filetes por polegada)
BSPT = Rosca tipo cônica
Também pode ser encontrada no formato R3/8.

BSPP - British Standard Pipe Parallel
Exemplo: 3/4-14 BSPP
3/4 = Tamanho nominal
14 = Passo (filetes por polegada)
BSPP = Rosca tipo paralela
Também pode ser encontrada no formato G3/4.

Métrica paralela
Exemplo: M22X1.5
M = Significa métrica
22 = Tamanho da rosca real em mm
1.5 = passo (distância entre os filetes em mm)

Métrica cônica
Exemplo: M10X1 keg
M = Significa métrica
10 = Tamanho da rosca real em mm
1 = passo (distância entre os filetes em mm)
keg é uma abreviação de uma palavra, em alemão, que significa cônica.


Tabelas para identificação de roscas











Precisou de Parafusos? #NaKausbenTem





Fonte: | Solidprize |