terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Porcas: principais tipos e aplicações

Conheça os principais tipos de porcas presentes no mercado industrial bem como suas características específicas e aplicações


As porcas são elementos de fixação que se associam a roscas e parafusos. Seu principal objetivo é travar a rosca do parafuso, evitando o afrouxamento do elemento.

Existem diversos tipos de porcas, cada qual com suas especificidades. Algumas são indicadas para aplicações onde há movimentação, trepidação; outras realizam o travamento total da rosca, permanentemente.

Selecionamos os principais tipos de porcas disponíveis no mercado, suas características e principais aplicações.

Tipos de Porcas



Porca Sextavada



A porca sextavada é utilizada com outros tipos de fixadores, principalmente com parafusos franceses, sextavados e barras roscadas.




Porca Sextavada Baixa




A porca sextavada baixa é similar à convencional, porém possui espessura menor, podendo ser utilizada em aplicações que necessitam de menos espaço.



Porca Sextavada ASTM A194 2H



A porca sextavada ASTM A194 (pesada) é utilizada na construção civil, em galpões, edifícios, estruturas metálicas e em carrocerias de caminhões.




Porca Sextavada ASTM A563


A porca sextavada ASTM A563 (pesada) é utilizada na construção civil, em galpões, edifícios, estruturas metálicas e em carrocerias de caminhões.




Porca Sextavada Flangeada



A Porca Sextavada Flangeada é indicada em montagens que exigem um nível de segurança elevado. Evitar vibrações e oscilações.




Porca Sextavada Flangeada Serrilhada



A Porca Sextavada Flangeada Serrilhada é utilizada em rodas para bicicletas, especificamente na montagem do cubo traseiro.




Porca Sextavada Torque



A Porca Sextavada Torque evita vibrações, oscilações, movimentos naturais de sistemas, melhorando o desempenho da operação.




Porca Flangeada com Nylon




A Porca Flangeada com Nylon é indicada em montagens que exigem um nível de segurança elevado. Evita vibrações e oscilações.



Porca Travante Alta com Nylon


A Porca Travante Alta Com Nylon é utilizada para maior segurança em diversos sistemas, evitando vibrações e não danificando as roscas.




Porca Travante Baixa com Nylon


A Porca Travante Baixa Com Nylon é utilizada para maior segurança em diversos sistemas, evitando vibrações e não danificando as roscas.





Porca Quadrada



A Porca Quadrada é utilizada com outros tipos de fixadores, principalmente com parafusos franceses, sextavados e barras roscadas.



Porca Borboleta



A Porca Borboleta é indicada para aplicações que não necessitam de grande aperto, já que este é feito manualmente. Ótima para sistemas de regulagens, onde há montagem e desmontagem freqüente.




Porca Dupla



A Porca Dupla é bastante utilizada em caminhões, implementos agrícolas, tratores e outros veículos pesados.




Porca Castelo sem Coroa




A Porca Castelo Sem Coroa é indicada para maior segurança, utilizada em conjunto com contra-pinos de montagens mecânicas.




Porca Castelo com Coroa Alta




A Porca Castelo com Coroa Alta é indicada para maior segurança, utilizada em conjunto com contra-pinos de montagens mecânicas.





Porca Castelo com Coroa Baixa



A Porca Castelo Com Coroa Baixa é indicada para maior segurança, utilizada em conjunto com contra-pinos de montagens mecânicas.



Porca Sextavada de Solda



A Porca Sextavada de Solda é usada em montagens de difícil acesso, em chapas muito finas, não contendo filetes suficientes para travar a rosca.



Porca Quadrada de Solda



A Porca Quadrada de Solda é é usada em montagens de difícil acesso, em chapas muito finas, não contendo filetes suficientes para travar a rosca.



Porca Calota



A Porca Calota é utilizada em máquinas e sistemas que necessitam de uma proteção na ponta de suas roscas.




Porca Calota Forma Baixa



A Porca Calota Baixa é utilizada em máquinas e sistemas que necessitam de uma proteção na ponta de suas roscas.



Porca Fendada



As porcas fendadas são utilizadas para gerar uma pressão constante sobre determinados filetes da rosca do parafuso. Muito presentes nas indústrias de mineração, ferroviária, celulose e outros.




Porca Sextavada de Roda



A Porca Sextavada de Roda foi desenvolvida especialmente para a fixação de rodas de automóveis, caminhões, etc.




Porca Garra



A Porca Garra é indicada para a fixação de encostos e pés em móveis estofados, como poltronas e sofás.




Porca Pall Nut de Segurança




A Porca Pall Nut de Segurança é utilizada em torres de elétricas, de telecomunicações, etc. Sua principal função é evitar o afrouxamento devido às mudanças climáticas e também, de vibrações.



Prolongador



O Prolongador é utilizado junto com parafusos e prisioneiros na formação de chumbadores CBC.




Porca U



A porca U possui um formato de pinça que exerce pressão dupla sobre a cabeça do parafuso. Utilizada em syperfícies frágeis como plásticos, superfícies esmaltadas, como também em operações de solda.



Outros tipos


O universo da fixação é bem amplo. Existem muitas outras variações de porcas, algumas delas desenvolvidas especialmente para a aplicações em determinados produtos da indústria, como motores de carros, maquinários pesados, etc.


Precisou de porcas? #NaKausbenTem



Fonte: CRV

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

ALICATES DE PRESSÃO: MIL E UMA UTILIDADES NA PRESSÃO DO SEU DIA A DIA



Entre segurar, fixar, prender, travar, apertar e cortar a ferramenta permite trabalhar com diversos perfis de materiais como, por exemplo: plano, chato, redondo, sextavado, quadrado retangular e tubular.

Os alicates de pressão são fabricados com peças metálicas estampadas e forjadas. O acabamento superficial predominante é o niquelado, sendo que alguns modelos possuem partes pintadas e escurecidas ou fosfatizadas.

Confira outras utilidades dos alicates de pressão:

• Segurar com firmeza peças com perfis variados, para que possam ser manipuladas;

• Desapertar parafusos com sextavado danificado;

• Fixar peças para serem usinadas;

• Prender com firmeza chapas, cantoneiras, tubos metálicos em tarefas de soldagem;

• Travar mangueiras hidráulicas para que o fluído não vaze. Exemplo: manutenção de freio;

• Cortar tubulações metálicas, como por exemplo: escapamento automotivo;


Gostou? #NaKausbenTem



Fonte: Blog Gedore

terça-feira, 31 de dezembro de 2019

Qual é a origem dos rituais de Ano Novo no Brasil?

O costume de celebrar a chegada de um novo ciclo no calendário não é nada novo. Existe há mais de 4 mil anos. Mas, naquela época, em vez de um "ano" novo, a passagem do tempo era contada pelas estações do ano.
O primeiro povo a celebrar a festa de passagem teria sido o da Mesopotâmia, área que corresponde hoje aos territórios de Iraque, Kuwait, Síria e Turquia. Por dependerem da agricultura para sobreviver, eles celebravam o fim do inverno e início da primavera, época em que se iniciava uma nova safra de plantação.

Com isso, a festa de passagem dos mesopotâmicos não se dava na noite do dia 31 de dezembro para 1º de janeiro, mas sim do dia 22 para o 23 de março, data do início da primavera no Hemisfério Norte.
Foi somente com a introdução de um novo calendário no Ocidente, em 1582 - o calendário gregoriano, adotado pelo papa Gregório 13 no lugar do calendário juliano - que o primeiro dia do novo ano passou a ser 1º de janeiro.
Assim como acontece nas comemorações de Ano Novo atualmente, as celebrações de passagem também representavam esperança. Se hoje alguns rituais têm por objetivo atrair prosperidade e dinheiro - como usar a cor amarela na festa de Réveillon ou comer lentilhas - os cultos de 4 mil anos atrás pediam alimento e fartura.
Já o termo Réveillon, usado em várias partes do mundo para descrever a festa de véspera de Ano Novo, é mais recente: surgiu no século 17, na França, e representava festas da nobreza que duravam a noite toda.
O Réveillon não tinha data para acontecer, mas com o declínio da nobreza francesa a palavra foi sendo adaptada para a festa de véspera de Ano Novo - a palavra Réveillon deriva do verbo "acordar" em francês.
No século 19, essas festas foram adotadas pela nobreza de outros lugares do mundo que eram influenciados pela cultura francesa.
A nobreza do Brasil foi uma das que adotou o Réveillon, mas o sincretismo religioso característico do passado histórico do país fez com que as comemorações aqui adicionassem novos personagens, costumes e comidas às festas de Ano Novo.

À moda brasileira



Em Salvador, a Igreja do Senhor do Bonfim é o principal ponto da cidade na última sexta-feira do ano, chamada de "Sexta-feira da Gratidão". Fiéis de todo o país vão até o templo para pedir proteção para o próximo ano e levar objetos para benzer, como colares, as famosas fitinhas do bonfim, chaves de casa, fotos e até o carro.
Em todas as praias do Brasil, seguidores de Iemanjá costumam passar o Réveillon no litoral para fazer oferendas ou pular as sete ondas.
Iemanjá, a Rainha do Mar, é uma divindade africana originalmente vinda da Nigéria, da tradição chamada de iorubá, e incorporada pelo candomblé e pela umbanda no Brasil.
"Na Nigéria, o ritual a Iemanjá é feito no dia 2 de fevereiro (assim como na Bahia), mas ele também ocorre no Brasil durante os últimos dias do ano e na véspera de Ano Novo", explica o professor da Unirio Zeca Ligiéro, autor de livros sobre tradição e performance afro-brasileira.
"Iemanjá se popularizou nas religiões afro-brasileiras, como a Umbanda, o Tambor de Mina e o Candomblé pela força deste arquétipo feminino que ela representa: mãe, vaidosa que gosta de perfumes, flores e agrados e protetora das gestantes", completa o professor.
Ligiéro conta que a Umbanda nasceu no Brasil depois que os rituais africanos foram duramente perseguidos no país, tendo sido diretamente influenciada pela cultura nacional.
"Essa nova religião de matriz africana, a Umbanda, mesclou várias tradições ameríndias, espirita e católica, criando uma nova imagem para Iemanjá, uma espécie de vênus cabocla, cujos quadris são mais fartos que os seios", explica o professor.
"A imagem de Iemanjá, por causa dessa mescla, parece sair do mar como uma virgem de Botticelli, mas distribui graças com suas palmas abertas como algumas imagens de Virgem Maria. Aliás, ela tem semblante de Maria, mas traz uma estrela na testa (símbolo da alta espiritualidade africana) e tem longos cabelos negros, mais indígenas que afro."


"Todas as religiões fazem empréstimos umas das outras para construir suas ritualidades específicas", explica o professor de História Moderna da Unicamp, Rui Luis Rodrigues, ao falar sobre a origem histórica das festas de final de ano.
"Pesquisas históricas, antropológicas e teológicas têm indicado os variados empréstimos que os grupos religiosos contraem entre si em seus rituais."
O umbandista Marcelo Rodrigues, do Rio de Janeiro, faz, todos os finais de ano, oferendas a Iemanjá. "Procuro fazer a virada de ano na praia, mas, quando não é possível, costumo ir um ou dois dias antes ao mar."

Sete ondas


A relação do brasileiro com as praias nacionais durante o Réveillon, no entanto, não é exclusiva de devotos de Iemanjá.


De uma família de "católicos não praticantes", ele explica que o ritual de usar branco e pular as ondas, diferente de como é para os umbandistas, não tem significado religioso, somente espiritual.
A tradição da família dele demonstra como a figura de Iemanjá se popularizou no Brasil, principalmente nos anos 1950 e 1960, quando seu ritual passou a ser praticado nas praias da famosa Zona Sul do Rio de Janeiro, ganhando visibilidade nacional.
A tradição de usar branco

Usar roupas brancas na festa de Ano Novo se tornou comum no Brasil na década de 1970, quando membros do Candomblé passaram a fazer suas oferendas na praia de Copacabana. Pessoas que passavam pela praia e viam o ritual, acharam bonito o branco - e adotaram a vestimenta.
A tradição de pular as sete ondas na virada do ano, fazendo sete pedidos diferentes, também está ligada à Umbanda e ao culto a Iemanjá.
O sete é um número cabalístico, que na Umbanda representa Exu, filho de Iemanjá. Também tem relação com as Sete Linhas de Umbanda, conceito de organização dos espíritos sob o comando de um orixás. Cada pulo, nesse caso, seria o pedido a um orixá diferente.

E você? Tem algum ritual que costuma seguir na virada do ano? Conte ai nos comentários!
Que o ano que se inicia seja repleto de saúde, felicidades, amor, respeito e companheirismo. Conte conosco!

Fonte: BBC

terça-feira, 24 de dezembro de 2019

Ceia de Natal - Como começou essa tradição? E conheça as Ceias pelo Mundo!

Hoje é véspera de Natal, e muitos nesse momento já sabem ou já começaram a preparar as comidas para a Ceia de Natal! Mas você já se perguntou, o por quê de todos os anos termos que Ceiar e comermos sempre os mesmos tipos de pratos?

Confira nesse post algumas pesquisas que achamos sobre o assunto. Boas Festas!

Ceia de Natal


Para algumas pessoas, a ceia natalina está ligada à última ceia de Cristo ao lado de seus discípulos, talvez realmente tenha alguma ligação. Porém, segundo a literatura, a Ceia de Natal originou-se do antigo costume europeu de deixar as portas das casas abertas no dia de Natal para receber viajantes e peregrinos, e esses, juntamente com a família hospedeira, confraternizavam aquela data tão significativa para os cristãos. Para essa comemoração era preparada bastante comida, composta por diversos pratos. Essa tradição foi se espalhando pelo mundo e cada região acrescentando uma particularidade local, como, por exemplo, a adição do peru na ceia norte-americana, peculiaridade que logo passou a fazer parte dos costumes de outros países,como no Brasil.

Algumas famílias têm suas próprias receitas “secretas” para a ceia de natal, outras comem apenas os pratos natalinos tradicionais, como peru ou chester.

Cada país tem em sua ceia de natal algumas peculiaridades. Confira:

1. Brasil



Mesmo que você não seja brasileiro, é provável que vá comer por aqui, na ceia de Natal, um belo peru, servido com arroz, castanhas e frutas. Mas também é comum que as ceias natalinas também incluam pernil de porco assado e pratos regionais.

2. Portugal




A ceia de Natal portuguesa conta, basicamente, com bacalhau, acompanhado por ovos, batatas cozidas e repolho.

3. Argentina




Vitela ao molho de atum é um dos pratos mais tradicionais nas casas argentinas, durante a noite de Natal. Peru e porco também são bastante servidos.

4. Alemanha




Na ceia de Natal alemã, a estrela é um bolo e frutas secas coberto de açúcar, o stollen, servido com o glühwein, uma espécie de vinho quente.

5. Ilhas Fiji




O prato tradicional, nesta época do ano, é frango recheado e carne de porco assados em um forno improvisado no chão, chamado lovo.

6. Bulgária




Com certeza, este é o país com a ceia de Natal mais leve. Isso porque fazem parte do menu dessa noite vegetais recheados, sopas e bolos, que servem também como desjejum dos cristão feito durante o dia.

7. Itália




Pratos com frutos do mar, anchovas e moluscos são as estrelas do cardápio na noite de Natal dos italianos. O torrene também não pode faltar.

8. França



A ceia de Natal dos franceses também é cheia de pratos a base de frutos do mar. Lagostas, ostras e foie gras, ou patê de fígado de ganso, são os ingredientes mais tradicionais dessa refeição.

9. Groenlândia




O prato mais tradicional do país, durante o Natal, é o mattak, um prato feito com a pele e a gordura de baleia. Carne crua e decomposta de ave, chamada kiviak, também é outro prato típico da noite.

10. África do Sul



Os sul-africanos não passam o Natal sem um belo churrasco de cordeiro, porco e peru.

11. Canadá




A maior atração da ceia de Natal canadense são os “chicken bones” ou ossos de galinha, em português. Mas, na verdade, o prato se trata de doces de canela recheados com creme de chocolate, que recebem esse nome por lembrar os ossinhos de galinha.

12. Suécia




Os suecos, no Natal, costumam comer arroz doce, assim como a maior parte dos dinamarqueses.

13. Reino Unido




Neste caso, a grande estrela da ceia de Natal é o figgy pudding, um doce feito com figos. Normalmente, ele é flambado na hora de servir.

14. Costa Rica




O prato tradicional é tamale, uma espécie de pamonha, recheada com carne de porco. O prato também é bem comum nas noites de Natal do México, da Nicarágua, de El Salvador e de outros países próximos.

15. Gana



Na mesa, no Natal, não pode faltar mingau de milho, quiabo cozido e fufu, um prato tradicional, feito de inhame, mandioca, banana ou milho.

16. Índia


Os poucos cristão indianos costumam celebrar o Natal cm arroz Biryani com especiarias e, de sobremesa, um doce feito com leite, chamado kheer.

17. Estados Unidos



Embora o peru também seja um prato tradicional americano nesta época, o eggnog, uma espécie de gemada, não pode falta na ceia de Natal. Existe também a versão alcoólica da bebida.

18. Áustria




O prato que não pode faltar na ceia de Natal austríaca é o Sachertorte, um bolo de chocolate úmido com camadas de damasco. Normalmente, ele é servido com chantilly sem açúcar.

19. Rússia




Um aperitivo de peixe, com muitos sabores, desde o azedo até o salgado, é a estrela da ceia de Natal russa. Chamado Zakuski, o prato é servido com pão de centeio.

20. Finlândia




Na noite de Natal, os finlandeses costuma comer o Porkkanalaatiko, uma caçarola de cenoura temperada.

21. Romênia




Chamado de ciorba de perisoare, o prato tradicional natalino da Romênia é formado por almôndegas servidas com um caldo azedo de legumes.

22. Filipinas




Na mesa dos filipinos, na noite de Natal, a estrela é o Bibingka, um bolo de arroz, coco e queijo. Também é bastante úmido.


23. Espanha




Pavo trufado ou peru recheado com trufas. Este é o prato mais tradicional entre os espanhóis, na ceia de Natal.


24. Grécia



Embora pareça sem vida, os gregos garantem que é uma delícia essa sopa de entrada, tradicional da ceia de Natal. Na receita vai frango, limão, ovos e arroz.


25. Etiópia




Na Etiópia, come-se Doro Wot no Natal. O prato se trata de uma injera, uma espécie de crepe, com guisado bem picante, que leva nada menos que 107 horas para ficar pronto. Ao todo, são mais de 4 dias só de fermentação.


26. Japão



Frango frito, especialmente os servidos na rede de fast food KFC americana.


27. Líbano e Síria




O tradicional kibe é recheado com nozes e snoubar, também conhecido por aqui como pinole. O arroz marroquino é salpicado com pistache, amêndoas e snoubar.




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