terça-feira, 11 de junho de 2019

Closet Aramado: Inspirações para Montar o Seu

Você está sem espaço para guardar suas roupas? Além disso, o orçamento está curto para fazer móveis planejados? Então o closet aramado pode ser uma excelente opção para otimizar a organização dos seus pertences por um preço baixo e ainda deixar a decoração do quarto cheia de estilo!

Para quem ainda não conhece, o closet aramado é uma peça feita de arame moldado, que pode adquirir diferentes formas; em especial, de prateleiras e cabideiros. A vantagem de usá-lo é que você tem como modelar o aramado para closet de acordo com o tamanho do seu espaço, aproveitando o máximo de cada cantinho.


1. Use caixas, prateleiras e cabideiros para montar um closet aramado personalizado!

Aposte no closet de aramado feito sob medida


O closet de aramado deve ser feito de acordo com o espaço que você tem disponível para guardar seus pertences, como roupas, sapatos e acessórios. Por isso, ao montá-lo, faça uma lista das suas necessidades e compre cada opção de aramado para closet de acordo com tudo que foi anotado. Se você perceber que possui mais vestidos, por exemplo, pode trocar a prateleira aramada para closet por mais cabideiros e garantir que todas as peças fiquem penduradas.

Lembre-se que o closet de aramado não tem portas, e que tudo que você colocar nele ficará a mostra, por isso, é extremamente importante considerar a disposição das roupas e a forma como elas serão organizadas dentro dele.

Também é interessante priorizar as peças mais usadas no dia a dia para definir a disposição das prateleiras e dos cabideiros. Se você precisa encontrar calças e camisetas mais rápido, coloque as prateleiras numa altura que dê para pegá-las com facilidade e deixe os itens de menos uso mais escondidos.


2. A organização do closet aramado deve ser de acordo com suas necessidades do dia a dia.

No exemplo da foto, o closet aramado foi feito para pendurar todas as saias, vestidos e blusas. Como são as peças mais usadas, eles tiveram prioridade na montagem. Por outro lado, os acessórios mais “dispensáveis” como chapéus e caixas, ficaram nas prateleiras de cima – onde não atrapalha a visualização do que é mais importante no cotidiano. 

 
Onde conseguir aramados para closet?

Existem infinitas maneiras de conseguir um closet de aramado. Você pode comprá-lo pronto, ou peça por peça (caixas, prateleiras, cabideiros) para montar da forma que preferir. Ambas opções estão à venda em diferentes sites da internet ou lojas de móveis especializados.

Uma outra ideia é comprar araras e personalizá-las com diferentes aramados para closet. Os mais usados são as caixas e prateleiras. Dependendo da sua demanda, vale até adicionar sapateiras mais baixas para guardar os sapatos. 


3. O cabideiro pode ser feito com araras e o restante dos aramados para closet com prateleiras e caixas.

Prateleira aramada para closet: organização e funcionalidade


Não economize na quantidade de prateleira aramada para closet, é a melhor maneira organizar suas roupas. Caso prefira, use caixas decoradas para guardar alguns pertences menores – também ajuda muito na organização do quarto.

Outra vantagem da prateleira aramada para closet é que ela é mais arejada e evita que as roupas fiquem com cheiro de guardado. Por outro lado, a luz do quarto pode desbotar a cor das roupas, então sempre fique de olho para não deixar que isso aconteça. 


4. A prateleira para closet aramado pode ser usada para organizar os sapatos.

Dica especial: use portas de correr ou cortinas para fechar o aramado closet


Nem todo mundo gosta de deixar a mostra todas as roupas e sapatos que tem guardado. Por isso, uma opção para “esconder” o aramado closet é colocar uma cortina ou uma porta de correr. Caso opte pela cortina, lembre-se que ela deve combinar com a decoração do ambiente.

5. O closet aramado também pode ser usado em outros ambientes da casa, como o banheiro.

Na foto acima, a cortina foi usada para decorar o banheiro e esconder o closet aramado. Repare que a cortina é feita de um tom neutro e leve, que não carrega demais a decoração do espaço e nem rouba atenção dos outros elementos.


Gostou? Precisou de aramados? #NaKausbenTem

Fonte: Viva Decora

terça-feira, 28 de maio de 2019

3 mitos sobre operar uma roçadeira


Existem algumas práticas comuns entre os usuários que tentam melhorar o rendimento de suas roçadeiras de maneira incorreta, as quais podem danificar o produto ou colocar o operador e as pessoas ao redor em risco. A seguir, vamos apresentar os 3 principais mitos sobre os conjuntos de corte das roçadeiras, para que você os evite e fique longe do perigo.


Retirar a proteção da roçadeira permite utilizar um comprimento de fio maior e isto aumenta a produtividade. Mito!
Além de elevar consideravelmente o risco de acidentes com materiais arremessados durante o trabalho por conta da falta da proteção, retirar a peça não aumenta a produtividade: pelo contrário, reduz a rotação do fio de corte e interfere na performance do equipamento. A parte do fio que efetivamente corta a grama é a ponta e, portanto, um comprimento maior do fio não influenciará na área de corte.
Além disso, pode gerar um rápido desgaste de peças, como o eixo, embreagem e transmissão devido ao excesso de vibração. Outro problema consequente é a carbonização prematura, que reduz a vida útil dos componentes do motor. Ou seja: além de ser perigoso, só estará aumentando seus custos de manutenção.
Usar lâmina com comprimento maior corta mais. Mito!
As dimensões da lâmina levam em conta a rotação a que a ferramenta será submetida e se o usuário poderá realmente trabalhar com segurança mesmo após o desgaste natural. Tanto o comprimento quanto a espessura da lâmina influenciam no desgaste do eixo, na vibração e, principalmente, na segurança do usuário. Anualmente, há relatos de graves acidentes decorrentes do uso de lâminas com comprimento e espessura inadequados com a roçadeira.
O prato giratório de nylon tem maior durabilidade do que o de metal. Mito!
A escolha da matéria-prima para cada peça da roçadeira e da ferramenta de corte faz parte do desenvolvimento da máquina – e a STIHL se preocupa muito com a seleção adequada de materiais que ofereçam máxima segurança ao usuário.
O prato giratório de nylon não proporciona o aperto necessário para um trabalho seguro. Além disso, é expressamente contraindicado o uso de peças não originais, devido ao alto risco de desprendimento da lâmina.
As peças de fixação da ferramenta de corte sofrem desgaste natural e, após determinado tempo de uso, devem ser substituídas. Ao trocar o prato giratório que acompanha o produto STIHL por um não-original, existe o risco de se gerar um desgaste maior em outros componentes, o que pode ocasionar desbalanceamento e quebra da própria ferramenta de corte. Portanto, a dica é sempre utilizar os conjuntos de corte originais e indicados pela STIHL, não apenas porque são duráveis e proporcionam alta produtividade, mas principalmente pela alta segurança garantida a todos os operadores.

Precisou de Roçadeiras Stihl? #NaKausbenTem

Fonte: Blog Stihl

quarta-feira, 15 de maio de 2019

Como medir a espessura dos materiais antes da instalação do rebite?


Durante a aplicação de rebites, nem sempre é possível ver o outro lado do material de aplicação. Isso dificulta na hora de determinar a espessura dos materiais.


Os rebites são ótimos fixadores para unir materiais em que não se é possível ter acesso a um dos lados. Porém, nem sempre é fácil identificar o tamanho correto do rebite, já que muitas vezes não é possível visualizar o outro lado dos materiais a serem unidos.
 Determinar o diâmetro do rebite é fácil, porém o comprimento é um pouco mais complicado. Isso porque, o comprimento do rebite influencia diretamente na capacidade de unir e prender os materiais eficientemente.
 Quando não é possível visualizar um dos lados dos materiais que serão unidos, não há como utilizar parafusos e porcas, não há como determinar corretamente a espessura dos materiais e, por consequência, gera um gasto de materiais na busca pelo comprimento ideal (tentativa e erro).

Porém, encontramos uma dica bem interessante para você determinar a espessura correta dos materiais a serem rebitados. Confira!

Medindo a espessura dos materiais


Para determinar a espessura dos materiais que serão rebitados (quando não é possível ver um dos lados) é bem simples. Basta ter em mãos uma furadeira com broca, um lápis ou marcador, uma régua ou paquímetro e um prego com cabeça menor que o diâmetro do rebite.
 Primeiramente é preciso definir onde o material será rebitado. Uma vez definido e marcado, faça o furo nos materiais. Feito o furo, basta inserir o prego, pelo lado da cabeça) até o outro lado  (não visível) e começar a puxá-lo para se encaixar na borda do furo.
 Feito isso, basta marcar no corpo do prego o ponto que sai para fora do furo. Tire o prego do furo e com uma régua ou paquímetro, meça o comprimento abaixo da cabeça até o ponto marcado em seu corpo.

Pronto! Você já tem a espessura estimada dos materiais que você pretende rebitar!

Precisa de Rebites? #NaKausbenTem

Fonte: | CRV 

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terça-feira, 7 de maio de 2019

Tipos de escorredor de louças



Nem todo mundo gosta de fazer as tarefas de casa, mas dificilmente ficamos imunes a lavar, secar e guardar a louça – o jeito, portanto, é simplificar essa atividade para que ela fique mais ‘leve’. Uma das estratégias é contar com um bom escorredor de louças, pois além de otimizar a secagem dos itens, o utilitário ajuda a manter o ambiente organizado. Conheça os tipos de escorredor de louças e escolha o que mais combina com a sua cozinha:

Escorredor de louças para bancada

O modelo de escorredor de louças mais comum é o que fica em cima da bancada – geralmente próximo à pia. Após enxaguar os itens, basta acomodá-los para que a água escoe. Há opções com e sem bandeja coletora, mas o ideal é optar pelo acabamento em aço inox 304L, pois esse material tem excelente durabilidade, não mancha e resiste a ferrugem. Outro acabamento bastante utilizado é o aço carbono, mais econômico, mas um pouco menos resistente ao contato com umidade.

Calha de embutir



As calhas de embutir são uma verdadeira tendência de décor. Após fixação de uma calha-base na bancada da cozinha, basta encaixar os acessórios que deseja compor o mobiliário, tanto na área seca quanto na molhada (escorredor de louças). Prefira um modelo em aço inox 304L para não se preocupar com os efeitos da água.

Escorredor de louças editável



O escorredor de louças editável é um acessório bastante versátil, atendendo às necessidades de cada projeto na medida certa, pois sua estrutura componível se adapta às dimensões de qualquer módulo. Comercializado em partes, ele pode ser montado conforme as dimensões do mobiliário. Essa característica permite que sua aplicação ocorra no interior do móvel – mesmo depois de finalizado. Assim, possibilita que o usuário mantenha a bancada de trabalho da cozinha livre.

Quanto à funcionalidade, uma boa dica é o modelo da Masutti Copat, que oferece suporte para pratos (três opções de tamanhos) e bandeja lisa (quatro opções), que podem ser escolhidos conforme a necessidade e o tamanho do móvel, configurando diferentes versões moduladas do produto. Fabricado em aço inox e alumínio, é elegante e resistente a oxidações.

Outra opção é apostar em um escorredor de louças embutido na gaveta, assim os utensílios ficam ocultos enquanto secam naturalmente. Após, basta guardar as louças e remover a bandeja coletora para descartar a água (dica: aproveite a água limpa para regar plantinhas).



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Fonte: Blog Masutti Copat

terça-feira, 30 de abril de 2019

Qual tipo de mola devo usar na minha porta?



As molas molas aéreas possuem forças distintas, Estas forças como o nome já diz é a capacidade de puxar ou de fechar uma porta. Quanto maior for o peso da porta ou as condições do ambiente maior ou menor deve ser a força da mola. As Molas vão da força 1 até a força 5. Para escolher o modelo correto cada modelo de mola possui uma especificação de porta que atende relacionando largura e peso da porta. Quanto maior o peso e a largura da folha maior será a força da mola. 

Algumas molas oferecem suas molas com duas ou mais potências para que o instalador escolha no momento da instalação a força que pretende usar. Algumas molas a definição da força está na posição de instalação da porta e em outros modelos é incorporado dentro da mola a regulagem. Sempre consulte o manual de instalação antes de instalar. 

Outro fator que influencia no desempenho da mola é a existência de vento no local. O vento aumenta e muito a força necessária para a mola poder fazer a sua função, desta forma em locais convento a força da mola deve ser aumentada para poder fechar a porta de forma correta. Outra dica importante com as molas é fazer a regulagem de velocidade nas duas etapas da mola até 15º e a regulagem de velocidade final que vai auxiliar no fechamento da fechadura da porta. São duas regulagens que ficam nas laterais das molas que dão o ajuste fino para o funcionamento correto.



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Fonte: Disafe

quinta-feira, 25 de abril de 2019

Passo a passo: como limpar o filtro de ar da sua roçadeira STIHL

Para garantir a durabilidade e a performance da sua roçadeira, recomenda-se que a cada utilização o filtro de ar seja verificado e limpo, quando necessário.


No vídeo abaixo, você confere o passo a passo para realizar essa limpeza na sua roçadeira STIHL. Caso você ainda fique com dúvidas sobre o produto ou procedimentos de uso, consulte o manual de instruções ou procure uma concessionária STIHL.

Para a limpeza, coloque o botão do afogador para na posição afogado e abra a tampa com a mão ou utilizando uma chave combinada, de acordo com o modelo da máquina. Com um pincel seco, limpe a superfície do filtro, do pré-filtro e do compartimento, tomando cuidado para que não entre sujeira para dentro do motor.
Por fim, bata o filtro para retirar o pó e recoloque-o na roçadeira.
Para alguns modelos, o filtro de ar poderá ser lavado, mas lembre-se de recolocá-lo apenas quando estiver completamente seco.
Antes de utilizar sua roçadeira, sempre verifique as condições de uso do equipamento.
Além dos cuidados com limpeza e manutenção, confira os itens de segurança e a lubrificação do conjunto de engrenagem.
Orientações podem variar de acordo com o modelo do equipamento.

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Fonte: Blog Stihl

quarta-feira, 17 de abril de 2019

O que é torque? E o que é um torquímetro?

O que é torque?



Ao trocar o pneu de um carro utilizamos uma chave (chave de rodas em formato de L) que, em contato com a porca que prende a roda e estando sob a ação da força aplicada por nós (força resultante/decomposição deve ser perpendicular ao braço da chave), produz a rotação da porca, permitindo-nos a retirada da roda e a troca do pneu. A retirada da porca com a chave citada torna-se mais fácil à medida que aumentamos o “braço” da chave, exigindo-nos menor quantidade de força para que possamos executar um mesmo trabalho.


Ações que executamos no cotidiano, como abrir uma porta, trocar o pneu de um carro utilizando uma “chave de rodas”, dentre outras circunstâncias, exigirá de nós menor quantidade de força se o braço da “alavanca” for aumentado.


A grandeza física associada ao movimento de rotação de um determinado corpo em razão da ação de uma força é denominada torque, ou seja, o torque é definido como o produto da orça f aplicada em relação a um determinado ponto pela distância que separa o ponto de aplicação dessa força ao ponto. Eis o conceito que justifica o motivo da maçaneta da porta de sua casa ficar longe da dobradiça (polo), pois se estivesse próxima necessitaríamos de mais força para abri-la ou fechá-la. Caso ainda tenha dúvida acerca das aplicações desta grandeza; tente abrir uma porteira aplicando a força bem próxima das dobradiças e verá o resultado.


O torquímetro é uma ferramenta que parece ser mais complicada do que é. Basicamente, ele serve para apertar parafusos e porcas e, normalmente, tem a forma de uma haste de metal com um furo onde colocamos um extensor e uma chave de encaixe. Mas no que isso difere de qualquer outra ferramenta cujo princípio seja “apertar” e “afrouxar”?


É aí que está o diferencial do torquímetro e o motivo que pode levar você a adquirir um. Ele também mede o torque (força de rotação) do parafuso, ou porca, fazendo com que os ajustes se tornem muito precisos.


O torquímetro lida com o aperto final e vai nos dizer se o parafuso precisa de mais ou menos aperto para que se mantenha firme sem que exerça pressão demais, o que pode causar danos à peça na qual ele esteja fixado. Por isso, tenha em mente que você o utilizará somente para regular o torque.


Abaixo podemos ver as principais unidades de medida utilizadas:

newton metro (N.m)
quilograma - força metro (kgf.m)
libra - força polegada (lbf.in)
libra - força pé (lbf.ft)


Exatidão de um torquímetro


Segundo a Norma ISO 6789:2003:


Os torquímetros digitais (TIPO I CLASSE C), tipo relógio e medidor de aperto de tampas (TIPO I CLASSE B) podem ter um erro de exatidão de até +/- 6% do torque indicado para escalas até 10 N.m e de até 4% para torque máximos acima de 10 N.m. Esta exatidão é exigida entre 20% e 100% do valor da escala.


Os torquímetros tipo vareta (TIPO I CLASSE A) podem ter um erro de exatidão de até +/- 6% do torque indicado, entre 20% e 100% do valor da escala.


Os torquímetros tipo estalo (TIPO II CLASSE A) e tipo estalo sem escala (TIPO II CLASSE B) podem ter um erro de exatidão de até +/- 6% do torque indicado para escalas até 10 N.m e de até 4% para torque máximos acima de 10 N.m. Esta exatidão é exigida entre 20% e

100% do valor da escala.


Torque em parafusos



TABELA DE REFERÊNCIA DE TORQUE PARA PARAFUSOS PADRÕES


Os valores de torque apresentados nesta tabela ao lado são apenas para orientação. Os valores exatos são definidos em testes baseados em experiências de trabalho.



O coeficiente de fricção ou atrito depende diretamente do acabamento, lubrificação, material e da área de contato entre os elementos de fixação. Influenciando, assim, na força resultante repassada à rosca do parafuso.


Acabamento e lubrificação

É sempre aconselhável se ter um bom acabamento e lubrificação no conjunto para que haja o mínimo de perdas possíveis, devido ao coeficiente de atrito. Assim os valores de torque calculados serão suficientes para uma fixação segura.


Na tabela ao lado levamos em consideração Norma ISO 272 e o coeficiente de atrito de 0,125.














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Fonte: Tork Fort