terça-feira, 31 de julho de 2018

5 fatos sobre aço inox que você talvez não saiba



O aço inoxidável, popularmente chamado de aço inox, é um metal muito utilizado pela indústria e construção civil.


Muito utilizado por sua grande resistência contra a corrosão, o aço inoxidável é um tipo de metal bastante requisitado em diversos setores da indústria. Porém, você sabia que este tipo de metal pode sofrer corrosão?
Antes de você comprar seus fixadores inox, confira esses cinco fatos a respeito do aço inox. Assim você evita contratempos desnecessários.

1. Aço Inox é um metal macio


Considerado um metal macio, o aço inox não é indicado para aplicações que necessitem suportar grandes cargas. Existem algumas graduações que são mais resistentes, porém, afetam diretamente a capacidade de resistir à corrosão.
Um exemplo disso é o aço inox 410.

2. Aço Inox pode sofrer corrosão


Mesmo sendo uma das melhores opções de metal contra a corrosão, o aço inox pode sofrer este processo natural. Existem diferentes graduações de aço inox, como 304, 305 e 316 – cada qual com sua capacidade de resistir contra a corrosão.
Para distâncias até 20 milhas (32,2 km) da água salgada, é melhor utilizar o aço inox 316.

3. Aço Inox é magnético


Mesmo que não pareça, o aço inox é um metal magnético. Devido à sua composição e tipos de graduações, é possível que imãs tenham dificuldade em detectar sua capacidade magnética.
Caso seja necessário utilizar um material não magnético, o aço inox não é a opção recomendada.

4. Aço Inox possui uma camada auto reparadora


O aço inox possui um revestimento de óxido que o protege de fatores externos. Esse revestimento invisível é o que faz este metal ser tão resistente contra a corrosão.
Enquanto o metal estiver em um ambiente rico em oxigênio, mesmo se danificado, o metal sofrerá uma “cura” e continuará protegido.

5. Aço Inox reage negativamente com Alumínio


Quando estes dois metais estão conectados e recebem um eletrólito, com a água salgada por exemplo, ocorre uma transferência de elétrons, entre o carregado positivamente (ânodo) e o carregado negativamente (cátodo).
Essa troca de elétrons compromete a integridade de ambos os materiais, resultando no que chamamos de corrosão galvânica.
Fonte:https://bit.ly/2mbFPkp | CRV Industrial

terça-feira, 24 de julho de 2018

10 dicas úteis para quem trabalha com fixadores



Separamos 10 dicas muito úteis para você que utiliza parafusos, porcas e arruelas no seu dia a dia.

O universo dos parafusos, porcas, arruelas e outros fixadores é tão grande que fica difícil registrar todo o conhecimento presente nele. Muitos profissionais se especializaram em fixação por conta própria.

Entretanto, mesmo com tanto conhecimento disponível por aí, selecionamos 10 dicas muito úteis para você trabalhar com parafusos e acessórios.


1. Não use fixadores de aço inox 18-8 dentro ou próximo a água salgada


Ambientes salobros são um dos grandes causadores de corrosão em metais, principalmente fixadores. Para tais ambientes, o uso do aço inox é essencial – porém, é preciso se atentar quanto ao grau de resistência do aço inox.

O aço inox 316 é indicado para ambientes salobros, em um raio de até 20 milhas (32,2 km) de raio de proximidade da água salgada. Aços inox de graduação menor são mais suscetíveis a corrosão (mesmo sendo mais resistentes que outros tipos de aços e revestimentos).


2. Sempre combine fixadores galvanizados com outros fixadores galvanizados


O processo de galvanização adiciona uma camada de proteção de zinco nos fixadores. Tal camada aumenta a espessura dos fios de rosca, fazendo com que não se encaixem corretamente em outros fixadores que não tenham recebido o mesmo tratamento.

Também é recomendável utilizar fixadores de mesmo material e grau de resistência, para garantir bons resultados.


3. Use lubrificantes em fixadores de aço inox


A composição do aço inoxidável faz com que este tipo de metal tenha menos propensão a oxidar. Porém, essa mesma composição faz com que ocorra fricção entre parafusos e porcas inox durante a aplicação. Essa fricção pode unir e travar as peças, processo conhecido como “soldagem por fricção”.

Para evitar a fricção, é indicado utilizar lubrificante nos fixadores inox antes da aplicação.


4. Sempre use a medida certa da chave de fenda




A fenda Phillips parece ser igual em todos os parafusos, mas é só impressão. Existem medidas diferentes de fenda Phillips, dependendo do tipo de parafuso, cabeça, etc.

Utilizar a chave de tamanho compatível com a fenda evita danos e impede que o parafuso fique espanado.


5. Nunca aço inox com alumínio


São casos específicos em que o alumínio pode ser utilizado com aço inoxidável. Quando utilizados de forma imprópria, pode ocorrer a transferência de elétrons, comprometendo a integridade dos materiais. Este processo é conhecido como corrosão galvânica.


6. Sempre perfure madeira de lei antes de aplicar os parafusos


Mesmo que se esteja trabalhando com algum tipo macio de madeira, é indicado criar o furo antes de aplicar o parafuso. Principalmente se a madeira for de lei. Este tipo de madeira costuma quebrar durante a aplicação do parafuso, arruinando o acabamento da peça e fragilizando a área.


7. Aço inox é um metal macio


Tecnicamente, o aço inoxidável é considerado um metal macio. Pode ser tratado termicamente para modificar suas propriedades e se tornar um metal duro.


8. Não misture fixadores de rosca fina com outros de rosca grossa


Misturar tipos de roscas diferentes compromete a aplicação dos fixadores, causando travamentos ou até quebras.


9. Não super aperte os parafusos


Todo parafuso possui sua recomendação de torque máximo. Apertos excessivos podem danificar as roscas e comprometer o fixador.


10. Use equipamentos de proteção individual (EPI)

Por mais frágeis que pareçam, fixadores e acessórios podem causar acidentes. Por isso, utilize sempre equipamentos de proteção individual.



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Fonte: | Blog CRV Idustrial Parafusos | https://bit.ly/2lzT6mg

terça-feira, 17 de julho de 2018

Conheça os tipos de dobradiças e aonde aplicá-las

Praticamente todo mundo depende das dobradiças para diferentes situações, como para movimentação de portas e janelas em nossas casas e locais de trabalho, abertura e fechamento das portas de nossos carros, e até mesmo para coisas úteis como notebooks e armários domésticos.

Dobradiças Tradicionais


São as mais comuns, feitas a partir de duas chapas chamadas de asas, e interligadas por um eixo vertical chamado pino, podendo variar bastante na sua forma conforme o uso.


Dobradiças Asas de Borboleta


São utilizadas em portas e janelas leves, sendo um modelo mais atrativo visualmente do que os modelos tradicionais.


Dobradiças com abas embutidas


Este modelo dispensa a necessidade de fazer rebaixo nas portas, o que agiliza o processo de montagem. Contudo, não são tão fortes quanto as tradicionais.


Dobradiças invisíveis


Aplicadas em projetos que exigem maior apelo estético, uma vez que a ferragem fica totalmente oculta.



Dobradiças ocultas


Dobradiças são totalmente ocultas, possuem ângulo de 180º podendo ser instaladas com batentes de madeira ou metal. Tem desenho otimizado, fácil manuseio, alta resistência e deixam a peça mais elegante, apresentando formas mais limpas e minimalistas.



Dobradiças Palmela


São recomendas para possibilitar a abertura de uma janela ou porta tipo balcão, paralelamente à parede.


Dobradiças de caneco


São aquelas utilizadas em móveis de madeira. Entre os modelos mais comuns estão a Reta ou Baixa, a Curva ou Alta e a Super Curva ou Super Alta (também chamada de embutir)


Dobradiças Piano


Utilizadas em tampas de caixas, arcas, baús, etc. Estas dobradiças são cortadas de acordo com o comprimento da tampa.


Dobradiça de Fiel


Com eixos removíveis, é possível desmontar a porta sem tirar a dobradiça.




Fonte: Häfele



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terça-feira, 10 de julho de 2018

Closet ou guarda-roupa: qual a melhor opção?



Cantinho de descanso e intimidade, o dormitório é um cômodo que clama por conforto, organização e decoração agradável aos olhos. Na hora de projetar o ambiente, surge uma dúvida bastante comum: optar por closet ou guarda-roupa?
Saiba que para responder essa questão é preciso avaliar a área disponível no quarto, seu orçamento, a necessidade de espaço para armazenar itens e o estilo que quer empregar no layout. Para auxiliá-lo, reunimos informações sobre os dois tipos de móveis e qual o melhor modo de simplificar seu dia a dia. Acompanhe:
Quando escolher um closet
Filmes, novelas e programas de televisão constantemente nos mostram closets amplos, mas saiba que não é preciso uma grande área para realizar seu sonho de construir o closet, pois existem inúmeras possibilidades de projetos para espaços compactos. É claro que vale o bom senso (se o dormitório é realmente muito pequeno e outros móveis exigem espaço para circulação, instalar um closet será pouco ou nada funcional).
Desse modo, consulte um arquiteto para avaliar o imóvel e analisar a viabilidade de construir um closet ou optar por outras soluções, como guarda-roupa, prateleiras e araras. Já sabe que será possível construir um closet? Então conheça suas principais características:
*Privacidade – escolher o look do dia em um espaço reservado.
*Personalização – cada cantinho pode ser aproveitado e customizado conforme seu estilo e sua necessidade por espaço (ótima solução para quem tem muitos calçados e acessórios).
*Organização – calças, vestidos, roupas íntimas, sapatos, joias, bolsas, enfim, todos os itens categorizados e armazenados em setores específicos.
*Espaço – se o closet não tiver espaço suficiente para você guardar os pertences previstos confortavelmente, não é closet e sim um armário mal projetado. A essência desse “móvel-cômodo” é ser um ambiente no qual você possa entrar para encontrar os pertences com facilidade, além de armazenar as peças adequadamente.
*Estilo – de madeira, metal, concreto ou vidro, o modelo certo é aquele que corresponde às suas necessidades com usabilidade e estilo.
*Desvantagens – por conta da personalização, o preço do closet é geralmente superior a um guarda-roupa tradicional. Além disso, é fixo, ou seja, não pode ser trocado de lugar.
Como escolher um guarda-roupa
O móvel mais utilizado para armazenar vestimentas é o guarda-roupas/roupeiro. Curinga, esse armário pode armazenar os itens tão bem quanto um closet – desde que bem projetado, visando atender necessidades como ventilação, iluminação e disposição das peças.
Com prateleiras, cabides e gavetas, o guarda-roupa também pode ser personalizado conforme seu estilo. Existem diversas opções de materiais, cores, acabamentos e acessórios para simplificar o dia a dia das pessoas com eficiência.
Prefira guarda-roupas se o seu dormitório tem espaço muito limitado, se o orçamento é pequeno ou se prefere ter uma área extra no quarto para manter um pequeno escritório, por exemplo. A grande vantagem é poder reposicionar o móvel dentro do quarto – desde que ele não seja parcialmente fixado à parede ou ao piso.
Closets e guarda-roupas mais funcionais
Tanto quem opta por closet quanto quem prefere guarda-roupa pode potencializar a funcionalidade dos móveis com acessórios aramados. Praticidade, organização e estética são apenas algumas das vantagens dessas soluções. Recursos como prateleira porta-bolsas, sapateira, calceiros, suporte para cabides e gavetas organizadoras são perfeitos para quem gosta de tudo no seu devido lugar.
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Fonte: Blog Masutti Copat

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terça-feira, 3 de julho de 2018

Abastecimento correto da motosserra a combustão



Antes de usar a sua motosserra STIHL, é importante fazer o abastecimento correto. Dessa forma, você não prejudica o desempenho do equipamento e também garante sua segurança.

Alguns cuidados básicos são fundamentais já que se trata de gasolina, um produto extremamente inflamável. Por isso, antes de mais nada, mantenha distância de uma fonte de calor, não derrame combustível e nem fume no local. Atente também para que o abastecimento seja feito a uma distância mínima de 3 metros do local de trabalho onde será dada a partida da motosserra. Faça isso em locais bem ventilados.

O segundo passo é desligar completamente o motor antes de cada abastecimento. Abra com cuidado a tampa do tanque de combustível para que o excesso de pressão possa ser reduzido e o combustível não respingue fora do tanque. Cuide para não derramar combustível em sua roupa durante o abastecimento. Caso isso ocorra limpe imediatamente o equipamento e troque de roupa.

Confira agora algumas instruções que vão te auxiliar no abastecimento correto da motosserra:

1º O abastecimento deve ser feito em uma superfície limpa e nivelada. Coloque a motosserra com as aberturas do tanque para cima.

2º Limpe a região ao redor da abertura do tanque com um pano limpo.

3º Abra os dois tanques (combustível e óleo lubrificante de corrente) usando, se necessário, uma chave de fenda ou uma chave combinada.

4º Encha com cuidado os dois tanques. No tanque de combustível insira a mistura de combustível/óleo de motor. No tanque de óleo lubrificante de corrente, o óleo da corrente. Os tanques translúcidos das máquinas possibilitam o controle do nível de enchimento. A STIHL oferece um acessório misturador de combustível que auxilia a realizar corretamente a mistura de óleo de motor e combustível.

5º Para fechar as tampas dos tanques, as mesmas devem ser inseridas nas posições corretas, girando-as até o final. No caso das tampas com abas, gire-as em sentido horário (aprox. 1/4 de volta) até o final e baixe a aba, de maneira que ela fique nivelada com a superfície da tampa do tanque. Isso reduz o risco de abertura quando o motor vibrar e evita o risco de vazamentos.


Fonte: Blog Stihl


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terça-feira, 26 de junho de 2018

Cuidados que você deve ter antes de manusear um soprador


Você tem – ou deseja ter – um soprador STIHL? Trata-se de uma ferramenta extremamente funcional na rotina dos apaixonados por jardinagem. Ideal para a varrição de folhas, restos de grama, limpeza de calçadas e máquinas, estacionamentos, estádios, parques e locais de construção, este item poupa tempo e é muito mais eficiente do que uma simples vassoura.
Apesar de prático, o soprador deve ser manuseado de maneira que você esteja 100% livre de riscos de se machucar. A seguir, confira uma lista de indicações da STIHL para garantir a manutenção perfeita de seu espaço.

Segurança em primeiro lugar

– Crianças não devem usar sopradores;
– Jamais aponte um soprador em direção a outros indivíduos;
– Pause seu trabalho sempre que alguém se aproximar;
– Não use sopradores se você não estiver se sentindo bem ou tomando remédios;
– Não use sopradores em locais fechados ou com pouca ventilação;
– Cheque o soprador antes e durante o uso, assegurando que o equipamento não está danificado e que tudo está funcionando corretamente;
– Não utilize um soprador em locais instáveis, como telhados, escadas ou árvores.

Acessórios indispensáveis

Alguns itens são primordiais para garantir a segurança durante o uso de seu soprador. Confira quais são eles.
  • Protetor auricular (exceto para a linha a bateria – não profissional);
  • Óculos de proteção;
  • Luvas de trabalho;
  • Roupas confortáveis;
  • Cabelos devem estar presos;
  • Sapatos antiderrapantes.
Dica extra: se estiver utilizando um soprador em locais empoeirados, utilize uma máscara.
Gostou das dicas para acertar no manuseio de seu soprador? Se sim, não deixe de acessar a nossa página para conferir muito mais. Estamos esperando você!

Fonte: Blog Stihl
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terça-feira, 19 de junho de 2018

Construções de pau a pique: soluções ecológicas e funcionais


Um belo jardim não precisa significar uma grande quantia de gastos. As construções de pau a pique fazem parte da história da colonização e urbanização brasileira por serem métodos ecológicos, baratos e naturais para o desenvolvimento de paredes e até mesmo moradias. Para lançar mão desta técnica em seu jardim, o segredo é não ter medo de colocar a mão na massa e se sujar. Afinal, será necessário sapatear – e muito!  – sobre a mistura melequenta que será a matéria-prima de sua nova construção paisagística. E aí, está curioso para aprender?
A seguir, acompanhe a receita utilizada pela jornalista e apaixonadas por plantas, Carol Costa, na série Jardim das Ideias – 50 dias de Verde. Vem!
Materiais:
  • 1 receita de cimento ecológico*
  • Galhos e pedras
  • 1 pallet
  • Motosserra STIHL
Como fazer o cimento ecológico:
Materiais:
5 baldes de terra
1 balde de serragem
1 balde de areia
1 copo de leite
Quanto bastar de água
Passo a passo:
Junte a terra, a areia e a serragem sobre um saco plástico. Em seguida, adicione o copo de leite e dê uma suave misturada. Aos poucos, coloque a água e vá mexendo com a ajuda dos pés – nada de ter medo de se sujar, viu?! Crie uma mistura homogênea, consistente e que permita a construção de camadas sobre o pallet.
Como montar a parede:
Posicione o pallet da maneira que você preferir. Use uma ferramenta de corte – como uma motosserra (a utilizada neste episódio foi a STIHL MSA 120 C-BQ, a bateria) – para deixar o pallet do tamanho necessário. Fixe-o com a ajuda de pregos. Preencha o vão interno com os galhos e pedras. Cuide para não deixar um grande espaço. Em seguida, arremesse porções do cimento ecológico para que ele adentre os espaços vazios e forme uma parede consistente. Realize esse procedimento até que todo o pallet esteja coberto.
Faça o acabamento que preferir e aguarde secar.
Gostou da dica? Para deixar o pallet do tamanho que você precisa, conte com a eficiência das motosserras STIHL.

Fonte: Blog Stihl 

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