terça-feira, 26 de dezembro de 2017

MÁSCARA DE SOLDA AUTOMÁTICA: SAIBA COMO FUNCIONA

O processo de solda é, em todos os casos, um processo perigoso. Ao lidar com o trabalho, o soldador fica exposto ao calor, radiação, respingos de metal derretido, fumos, ruídos, à luminosidade… E você notou algo em comum entre todos esses males exemplificados?

Isso mesmo: todos eles afetam diretamente o rosto do soldador.

Por ser um trabalho que exige, além de destreza, um bom olho do profissional, é comum permanecer próximo do metal base enquanto se faz o serviço. No entanto, isso expõe o a a cabeça inteira do soldador à lesões e perigos.

Se não trabalhar protegido, o soldador pode sofrer queimaduras e, caso a negligência durar muito tempo, até mesmo câncer de pele. Além disso, os respingos podem danificar gravemente a visão, assim como a radiação da alta luminosidade vinda do arco elétrico.

É justamente por isso que a V8 Brasil, preocupada acima de tudo com a segurança do profissional soldador, desenvolveu uma a máscara de solda automática.

O que é uma máscara de solda automática?


Sabe aquela clássica máscara de soldagem? Para os parâmetros de trabalho presentes na indústria de hoje, ela é inadequada. Sem regulagens possíveis e sem automatização de lentes, ela pode ser mais vilã que amiga do soldador.


No entanto, a máscara de solda automática da V8 Brasil, em seus dois modelos disponíveis, são a evolução necessária para os EPIs de soldadores do Brasil. Com construção ajustável, lentes tecnológicas e materiais duráveis, elas são a resposta certa para a proteção dos profissionais.


Qual a diferença entre os modelos de máscara de solda automática?


A máscara de solda automática do modelo SR1 é o modelo mais básico produzido pela V8 Brasil. Com ele, o soldador conta com uma grande área de visão, de 90 mm x 35 mm, e catraca ajustável para encaixar com conforto na cabeça.

Sua lente é capaz de filtrar 100% de toda radiação ultravioleta e infravermelho do foco de luminosidade do arco elétrico. Ela ainda conta com tecnologia de escurecimento automático, que vai desde o DIN 3 (luz natural, janela transparente) até o DIN 11.

O sistema de auto escurecimento é tão eficaz que sua mudança ocorre em cerca de 0,0003 segundos após entrar em contato com a luz vinda do processo de solda. Por isso, é ideal para todos os tipos de solda elétrica, em especial MIG/MAG.

Agora, o modelo top de linha da V8 Brasil é a máscara de solda automática modelo CR2. Semelhante à irmã SR1, mas com enormes upgrades tecnológicos, ela é ideal para ambientes de solda que necessitam de lentes com escurecimento automático.

Porém, seu diferencial é que, além do grau de escurecimento poder ser ajustado pelo soldador, ele também pode ajustar o tempo de demora para a máscara escurecer, além da sensibilidade da luz em fechar a lente. Esses ajustes são muito úteis quando, por exemplo, um soldador tem um companheiro soldando ao lado. O ajuste de sensibilidade de luz faria com que a luz da outra solda não escurecesse a máscara em uso.

A vantagem disso é que dá ao soldador autonomia para regular a visão conforme suas preferências, mas ainda conservando a total segurança de sua visão. Assim, o modelo CR2 oferece sensibilidade ajustável e possibilidade de atraso no escurecimento automático.

Sua lente transparente sob luz natural (DIN3) consegue ajustar-se de forma automática para DIN9 até DIN13 em 0,0001 segundos. Com área de visão ainda maior (92 mm x 42 mm), possui 5 níveis de regulagem na altura dos olhos. Assim, o soldador pode posicionar o visor da forma que achar melhor ou se adequar ao serviço.

Diferente do modelo SR1, o modelo CR2 pode ser usado por toda indústria. É ideal para proteger soldadores que trabalham com soldas elétricas, TIG, MIG/MAG e corte plasma. Lembrando que oferece 100% de proteção contra raios ultravioleta e infravermelhos.


Ambas as máscaras estão de acordo com os padrões internacionais de segurança e são fabricadas de forma ergonômica, assim, protegem os olhos do profissional e facilitam seu trabalho.

Viu como uma máscara de solda automática pode influenciar nos seus processos de solda? Esperamos que esse artigo possa ajudar a sanar suas dúvidas sobre o equipamento e ajudar a escolher entre melhores modelos do mercado. Mas se ficou alguma dúvida sobre máscara de solda automática ou sobre o processo de soldagem, basta deixar um comentário aqui no nosso blog.


Precisou de máscara de solda? #NaKausbenTem




Fonte: Blog V8

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Sabe qual a melhor chave para colocar na porta de entrada? E na garagem? Conheça os tipos de chave disponíveis no mercado e escolha a melhor.

A segurança é um ponto muito importante a ser pensando na hora de comprar ou reformar uma casa. Existem diversos sistemas de segurança disponíveis no mercado, mas a boa e velha chave é indispensável na maioria dos casos. Mas você acha que elas são todas iguais? Não se engane, existem muitos tipos diferentes, confira os prós e contras alguns modelos de chave.


Chave Gorge


É um dos modelos mais antigos de chave, sua segurança é muito baixa, por isso, não é mais utilizada em portas externas, somente em quartos e banheiros.





Chave Yale


É o modelo mais conhecido das chaves, é comum em portas, fechaduras e cadeados. Sua trava de segurança é formada por pinos e dentes, é um modelo mais seguro do que a chave gorge, porém, o segredo da chave é um só. Para mais segurança, opte pela Yale dupla, ela possui dentinhos dos dois lados e dois segredos diferentes.


Chave Tetra


É uma das chaves mais seguras que existem, a chave tetra, como o próprio nome já diz, possui 4 segredos, ela possui 4 lados com dentinhos, é ótima para portas de entrada, portas maiores ou comércios e garagens.



Chave Multiponto

Esse modelo possui até 12 pontos de travamento, o segredo é gravado em sua superfície. É uma das chaves mais resistentes contra a ação da chave micha ou qualquer outro tipo de abertura indevida. Ideal para portões ou lugares que precisam de uma maior segurança.





Chave Tubular


É uma chave mais comum em indústrias e painéis, diferente das outras chaves, seu formato, como o próprio nome já diz, tubular, dificulta a abertura por outros sistemas.





Chave Pantográfica


Esse modelo é utilizado em carros, o segredo é gravado nas laterais da chave e a segurança é alto.




Agora que você já conhece um pouco mais sobre os modelos de chaves, já pode escolher qual é a melhor para sua casa.

Na Kausben você encontra a segurança que você precisa para a sua casa. Venha e confira os modelos de fechadura.



Fonte: Getninjas 

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Universo feminino exige soluções para acomodar acessórios de maneira prática.






A mulher moderna precisa de agilidade no seu dia a dia para dar conta de todas suas tarefas, e uma das maneiras de ela conseguir isso é ter seus acessórios bem organizados – assim, não perde tempo na hora de se arrumar para os compromissos.

Organizadores são fundamentais para segmentar nichos específicos de pulseiras, brincos, colares, entre outros, facilitando a localização das peças e, de quebra, mantendo tudo arrumado, pronto para o próximo uso. Práticos, esses utensílios são encontrados com proporções diversas de espaço para cada acessório, acomodando itens de dimensões variadas como anel e óculos de sol.

Mas o universo feminino é pródigo em criar peças para compor o visual. Por isso, são necessários outros utensílios a fim de acomodar esse aparato de embelezamento. Bolsas, por exemplo, são objetos de desejo, mas podem ser difíceis de acomodá-las. Hoje, o mercado oferece prateleira com porta-bolsa, uma solução que pode ser colocada em armários ou guarda-roupas. Ganchos na parte inferior asseguram a acomodação das bolsas, e um tecido na parte superior serve como proteção contra a poeira – sem contar a facilidade para visualizar a peça a ser escolhida.

Prateleiras com gaveteiro são outro utensílio que pode fazer diferença na hora de brigar contra o relógio. Peças delicadas, como brincos ou pulseiras artesanais, ganham proteção nesses compartimentos com divisórias, que ainda podem ser instalados em móveis já finalizados.

Mesmo que a indústria fashion conceba acessórios de tamanhos, materiais e formatos diversos, sua equivalente na área moveleira e de solução para casa produz artefatos que conseguem acomodar tudo isso, garantindo à mulher de hoje o tempo necessário para seus afazeres.




Precisou de organizadores? #NaKausbenTem


Fonte: Blog Masutti Copat

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Presenteie nesse fim de ano



A vida cada vez mais atribulada torna a funcionalidade de objetos que compõem nossa casa essencial para dar conta de tantas tarefas. O corre-corre diário, potencializado com a proximidade dos compromissos de final de ano, ainda nos consome com ideias para presentear pessoas queridas – mas tão diferentes umas das outras – e até aquele conhecido da empresa que você não tem tanta intimidade. Nesta hora, acessórios para facilitar a rotina doméstica são um achado, pois adaptam-se à necessidade de cada um.

As opções no mercado são infinitas, portanto, uma dica importante para começar a busca pelo presente é descobrir qual peça da casa você deseja contemplar. Vamos supor que seja a cozinha. Se a pessoa gosta de cozinhar, um porta-tampa e talheres pode ser fundamental na hora de provar como anda aquele tempero – e ainda vai livrá-la de sujar a bancada. É só acomodá-la no utensílio, que depois pode ser dobrado e guardado numa gaveta.

Mas caso seu foco seja o quarto, uma saída podem ser os organizadores de bolsas. Simples e funcionais, fazem vizinhança a camisas e casacos de seu armário, uma vez que são uma espécie de cabide com uma estrutura em aramado e nichos para acomodar as alças.

Quem tem escritório em casa sabe que uma hora ou outra vai faltar espaço para distintos objetos, sejam papéis, canetas, grampeadores… Mas com simples suportes de fácil instalação, tudo fica mais funcional e à mão –os acessórios, que podem ter acabamento em couro sintético, são fixados, por exemplo, embaixo do tampo ou nas laterais dos móveis. Com presentes assim, todos vão ganhar um tempinho extra para curtir a família.


Precisou de aramados e produtos funcionais? #NaKausbenTem



Fonte: Blog Masutti Copat

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Na hora do desenho pense na inclusão







Após a Segunda Guerra Mundial, veteranos de guerra mutilados não conseguiam mais exercer funções básicas e aproximadamente 15 anos depois surge à primeira padronização de acessibilidade nos Estados Unidos. No Brasil, os deficientes foram esquecidos por muito mais tempo. Somente na década de 80 começaram a ocorrer transformações no que tange a legislação e algumas poucas intervenções espaciais.

No Brasil, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que 15 milhões de pessoas, ou 14% da população, têm mais de 60 anos. Esse grupo vêm crescendo a cada ano, pelos avanços da medicina que proporcionaram um aumento significativo da expectativa de vida. Já o número de brasileiros com algum tipo de deficiência física é ainda maior: 25 milhões.

A inclusão desta importante parcela da população é um desafio cada vez maior para arquitetos, engenheiros e responsáveis pela definição e implantação de políticas públicas.

Todos nós temos o direito de ir e vir. Todos nós temos o direito à acessibilidade. A aplicação de medidas de adequação dos ambientes para a circulação de pessoas com deficiências físicas ou mobilidade reduzida está prevista em diversas legislações federais, a mais recente, de 2 de dezembro de 2004. O decreto nº 5.296 regulamenta as Leis nº 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências.

A legislação está cada vez mais forte, uma rede articulada acessível começa a ser esboçada, obrigando a implantação de rampas, corrimãos, sinalização, enfim, acesso sem barreiras em locais de uso público.

Na arquitetura há o conceito do Desenho Universal, que é acolher igualmente qualquer ser humano, independente de sua condição ou limitação. Ele prega soluções simples para atender de forma abrangente, sem tecnologias sofisticadas e a custos acessíveis, permitindo que todos utilizem
os mesmos espaços urbanos sem nenhum tipo de segregação.



Ele é o ponto chave da Arquitetura Inclusiva. Significa a concepção de produtos, ambientes, programas e serviços a serem usados, na maior medida possível, por todas as pessoas, sem necessidade de adaptação ou projeto específico, porém não impedirá que eventualmente haja ajudas
técnicas quando necessárias. 

Ha algumas décadas atrás qualquer que fosse o projeto de construção nem se cogitava incluir questões de acessibilidade como para pessoas com deficiência locomotiva e visual e também para idosos, mas hoje isso já está mudando em vários projetos públicos.

Em resumo, um bom projeto deve possibilitar uma releitura cíclica, pois abriga um organismo vivo que demanda diferentes cuidados no curso de sua história. Já um projeto inclusivo deve contemplar a possibilidade de implantação das tecnologias necessárias no decorrer do tempo.

Um casal jovem, por exemplo, deve ser orientado pelo profissional sobre as diversas fases que viverão em sua vida, inclusive o envelhecimento que os incluirá, num determinado momento, nas pessoas com necessidades especiais.

É urgente que as cidades se organizem de modo a oferecer a essa parcela da população conforto e funcionalidade, para que possam circular com segurança e isso inicia em casa. Arquitetos e decoradores já começam a ter os cuidados com questões relacionadas à locomoção e utilizam os benefícios dessas transformações em seus projetos residenciais, surgindo assim uma visão relativamente nova de casa para vida toda. Esse conceito garante que a moradia suporte mudanças e adaptações ao longo dos anos, de modo que atenda as diversas necessidades que cada fase da vida solicita, sem prejuízo ou comprometimento do espaço.



Manoel de Oliveira Filho, arquiteto e urbanista e Conselheiro Federal pelo estado do Paraná junto ao CAU/ BR - Conselho Federal de Arquitetura e Urbanismo em Brasília – DF, está no mercado há 35 anos e mantém junto ao também arquiteto e urbanista Felipe Oliveira, a Oliveira Filho Arquitetura,
atuando nas áreas de Projetos e Execução de Obras. Além da prática da Arquitetura Inclusiva em Projetos Residenciais e Comerciais, é especialista nas áreas de Acessibilidade, Arquitetura Hospitalar e Postos de Combustíveis. 

Para Manoel a arquitetura é um desafio constante. Pois cada cliente carrega consigo uma história e um anseio, então cabem aos profissionais traduzirem as expectativas e os ajudar a pensar não somente na mercado há 35 anos e mantém junto ao também arquiteto e urbanista Felipe Oliveira, a Oliveira Filho Arquitetura, atuando nas áreas de Projetos e Execução de Obras. Além da prática da Arquitetura Inclusiva em Projetos Residenciais e Comerciais, é especialista nas áreas de
Acessibilidade, Arquitetura Hospitalar e Postos de Combustíveis.

Para Manoel a arquitetura é um desafio constante. Pois cada cliente carrega consigo uma história e um anseio, então cabem aos profissionais traduzirem as expectativas e os ajudar a pensar não somente na ser programado ou operado por meio de controles remotos, painéis digitais, smartphones, internet e tem como objetivo final gerar conforto, otimizar o tempo, reduzir gastos e oferecer segurança. “A relação custo x benefício viabiliza o projeto de automação”, afirma o arquiteto.

Quanto aos valores ele explica que normalmente quando as pessoas estão chegando à terceira idade, já estão mais estáveis financeiramente. “Enquanto ainda não é algo urgente, é mais fácil se planejar
financeiramente e seguir um cronograma.

Quando essas questões são deixadas apenas para momentos de necessidade extrema, o custo e desgaste são muito mais elevados para algo temporário que talvez não seja de melhor qualidade”.
Para Manoel, a legislação brasileira é uma das melhores do mundo, mas o grande desafio é conscientização e cumprimento. “Apesar das conquistas e da ampla legislação vigente no Brasil, percebemos que existe um longo caminho a ser percorrido pela sociedade como um todo para que sejam, de fato, um direito de todos. Vale ressaltar o trabalho do Ministério Público, exigindo a aplicabilidade da Lei, no recebimento de denúncias de cidadãos prejudicados em seu direito assegurado pela Constituição Brasileira”, finaliza.

Itens da arquitetura universal para construções acessíveis:
01 • Espaço para circulação de, no mínimo, 100 centímetros;
02 • Portas com largura mínima de 80 centímetros;
03 • Escadas com corrimão;
04 • Material antiderrapante em degraus, pisos e rampas;
05 • Circulação vertical por meio de plataformas ou elevadores;
06 • Altura das pias da cozinha e do banheiro de acordo com as regras da ABNT;
07 • Torneiras acionadas por alavancas;
08 • Maçanetas posicionadas em posição confortável,
possibilitando acionamento até com os cotovelos;
09 • Sofás com espuma rígida e assento anatômico;
10 • Camas com colchões mais altos, que facilitam o ato de deitar e levantar;
11 • Barras de apoio no banheiro;
12 • Assentos especiais na área do chuveiro e vaso sanitário.

Precisou de itens de acessibilidade? #NaKausbenTem



terça-feira, 21 de novembro de 2017

O QUE É TORQUE?


Torque é um momento de torção e difere da tensão por tração. No entanto, utilizamos o torque para criar tensão.
Como? À medida em que a porca e o parafuso são apertados, duas chapas são unidas uma à outra. O ângulo da rosca no parafuso converte a força aplicada em tensão (ou alongamento) no corpo do parafuso. A quantidade de tensão criada no parafuso é crítica. Por quê? Quando um parafuso é tensionado corretamente, ele está trabalhando na sua eficiência ideal e resistirá à sua deformação plástica. Entretanto, se a tensão for excessivamente baixa, a porca pode vibrar ou trabalhar solta. Se a tensão for excessivamente alta, o parafuso pode quebrar.
Cada parafuso tem um valor correto de torque/tensão para cada aplicação de fixação. É importante ter estes valores disponíveis de forma que o produto final seja seguro, eficiente e econômico. Nas páginas seguintes encontraremos uma grande quantidade de informações úteis que poderão ajudar a especificar os fixadores e torquímetros corretos para cada necessidade.

Precisou de Ferramentas? #NaKausbenTem
Fonte: Blog Gedore

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Escada de alumínio, madeira ou fibra de vidro: qual é o melhor modelo para ter em casa?

Cena frequente: você tem que trocar uma lâmpada, mas não alcança o bocal com uma cadeira. A solução, então, é fazer gambiarras: livros, caixas e outros materiais de apoio são colocados para alcançar o pé direito - quase uma receita perfeita para um acidente. Essa é uma das razões pelas quais uma escada é tão essencial para a sua casa quanto uma caixa de ferramentas básica: pode parecer inútil inicialmente, mas faz uma enorme diferença na hora do aperto. Ok, você se convenceu de comprar uma, mas chegando na loja é fácil se perder entre tantos modelos e materiais. Para escolher direito a que mais combina com as suas necessidades, dá uma olhada nas nossas dicas:



Leve em conta para quê você vai utilizar a escada


O propósito principal para o qual a sua escada será usada, é o fator mais importante na hora da compra. Para mobilidade e versatilidade, a de fibra de vidro é a ideal: bem leve, ela pode ser transportada facilmente para qualquer lugar. Infelizmente, esse modelo é - dentre os três - o mais caro e menos resistente, então seu orçamento será decisivo. Um fator a se prestar muita atenção é o local de utilização. Caso ele passe perto de fios elétricos, você não deve utilizar a de alumínio sob hipótese alguma: o material é eletrocondutor e há uma grande chance de você se machucar. Os modelos de madeira e fibra de vidro, aliás, ganham pontos por serem isolantes. Além disso, escadas que receberão objetos (como latas de tinta apoiadas em sua superfície para pintar paredes) devem ter capacidade maior, já que precisam suportar mais peso. Em geral, o material não influencia muito nisso, o necessário é perguntar na loja ou checar as indicações do fabricante: para estar o mais seguro possível, escolha modelos que suportem acima de 120 kg.


Madeira é um coringa

Dentre todas essas opções de escada, a de madeira é a mais coringa: não conduz eletricidade, é bastante resistente a impactos e pode até mesmo ser armazenada do lado de fora, já que resiste às ações do tempo. Além disso, ela é pesada, o que gera maior equilíbrio na hora da subida. A escada de madeira só perde para a sua versão em alumínio quando falamos de facilidade de limpeza e peso máximo suportado pelos modelos mais comuns: se esses fatores não forem os mais importantes para você, a sua casa vai estar bem atendida com a primeira opção.



Cuidados extras

É ideal que os pés da escada sempre sejam de borracha - dessa forma, você dá mais estabilidade às bases e evita desequilíbrios e quedas. Da mesma maneira, preste atenção aos calçados que você utiliza: eles devem ser antiderrapantes e ter a sola plana. Preferencialmente, use capacete de proteção ao realizar consertos na escada, assim como luvas e outros apetrechos de segurança necessários. É bom também sempre manter as partes de metal limpas e lubrificadas, assim como as polias e travas de segurança em dia - dessa forma, vai ser bem difícil acontecer algum acidente durante o uso da sua escada nova.


Precisou de escadas? #NaKaubenTem


Fonte: Blog Leroy Merlin