terça-feira, 7 de novembro de 2017

ORIENTAÇÕES SOBRE O APERTO DE JUNÇÕES PARAFUSADAS

As orientações apresentadas a seguir foram incluídas para que nossos clientes tenham ciência das potenciais armadilhas relacionadas ao aperto de junções parafusadas. Elas estão baseadas na experiência e nos resultados de testes publicados e conclusões de pesquisas realizadas por organizações ao longo de vários anos. As orientações são de natureza geral e não são necessariamente específicas a uma determinada indústria.

1. Use um torquímetro calibrado
Certifique-se de que seja usado um torquímetro calibrado e com um valor de torque correto no aperto. Esteja ciente de que determinadas ferramentas de aperto automáticas, como chaves de impacto, podem resultar na ocorrência de variações significativas no valor de torque e na pré-carga dos parafusos. Um torquímetro calibrado deve, portanto, ser utilizado para a operação de aperto final.
2. Especifique o torque de aperto correto
Sempre que for viável, especifique o torque de aperto baseado em resultados de testes efetivos ao invés de um valor teoricamente calculado.
A determinação experimental do torque de aperto pode ser estabelecida pela medida da extensão do parafuso, por medidores de força de tensão ou pelo uso de uma célula de carga alojada na junção.
3. Especifique uma sequência de aperto
A maioria das junções consiste em mais de um parafuso e unem superfícies que não são completamente planas. A sequência de apertar parafusos pode ter uma significativa influência sobre as pré-cargas resultantes. Com estas junções, deve ser considerada a especificação da sequência na qual os parafusos devem ser apertados. Uma vez que as superfícies de junção se comprimem, apertar um parafuso na proximidade de outro afetará a pré-carga gerada pelo primeiro parafuso a ser apertado.
Uma boa sequência de aperto é aquela que garante que uma distribuição igual de pré-carga será atingida na junção. Porque as junções que contêm gaxetas convencionais têm uma rigidez compressiva comparativamente baixa, as pré-cargas do parafuso em tais junções são particularmente sensíveis à sequência de aperto. Com base na experiência, se os parafusos estiverem em um padrão circular, uma sequência de aperto cruzada seria então normalmente especificada. Para padrões não circulares de parafuso, um padrão em espiral que inicia no meio seria normalmente especificado. Em junções críticas, um padrão de aperto que aperta os parafusos mais do que uma vez pode ser especificado para garantir uma distribuição igual da pré-carga.
4. Tenha cuidado com o uso de arruelas simples 
Tenha cuidado ao especificar arruelas simples. O espaço entre a haste do parafuso e o furo da arruela pode resultar na ocorrência de movimento lateral relativo. Isto pode modificar a superfície de fricção da porca e da arruela para a superfície da arruela e da junção durante o aperto. Isto afeta a relação torque-tensão e pode levar a grandes variações na pré-carga. Em algumas situa¬ções, tais como cobrir slots reduzir a pressão da superfície sob a cabeça do parafuso, tradicionalmente são especificadas arruelas simples. Nestas circunstâncias, assegure-se de que elas sejam de espessura e dureza suficientes e que sejam um bom encaixe para a haste do parafuso.
5. Parafuso com cabeça flangeada 
Em materiais relativamente macios, ou quando são usados para¬fusos de alta tensilidade, deve-se considerar o uso de parafusos e porcas com cabeça flageada. Estes fixadores reduzem a pressão na superfície sob a porca, reduzindo a quantidade de pré-carga perdida devido a incrustamento. Em virtude do grande diâmetro das faces de contato, em geral é necessário um torque maior, pois mais torque é dissipado por fricção.
6. Gaxetas 
As gaxetas convencionais deformam; isto resulta em uma redução na pré-carga dos parafusos ao longo do tempo. A maior parte desta deformação geralmente ocorre logo após a montagem. Para reduzir o efeito deste tipo de problemas, o reaperto dos parafusos é com frequência completado um período de tempo depois do aperto inicial.
7. Encravamento
Encravamento é a deformação plástica que ocorre nas roscas do fixador e na junção propriamente dita, e é causado pelas eleva¬das tensões geradas pelo processo de aperto. O encravamento resulta na alteração do comprimento do parafuso e, portanto, em perda de pré-carga. Tipicamente, a perda de pré-carga devido ao encravamento está na faixa de 10%. Ela aumenta com o número de superfícies que são unidas e com a aspereza dessas superfícies. Grandes pressões de superfícies sob a cabeça do parafuso podem também ser uma causa do encravamento excessivo. Isso pode ser devido ao uso de fixadores altamente tracionados em materiais relativamente macios. Arruelas de pressão ou o uso de fixado¬res flangeados podem reduzir tais efeitos. Deve-se ter cuidado também ao usar parafusos curtos para unir várias juntas. Nestas juntas os parafusos de pequenos comprimentos podem aumentar consideravelmente o número de encravamentos. “Relaxamento de juntas” é um termo usado para descrever os efeitos combinados de encravamentos e deformações de gaxetas.

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Fonte: | Blog Gedore |

terça-feira, 31 de outubro de 2017

MEDIDAS IMPORTANTES E IDEIAS DE DISTRIBUIÇÃO NO BANHEIRO

Olá pessoal!

Muitas pessoas tem dúvidas de como distribuir os acessórios para banheiro, então espero que esse post ajude.


1) Algumas medidas importantes no banheiro




Atenção que as medidas sempre tem um range pq elas tem que se adaptar à altura e necessidades das pessoas que usam o ambiente! Encontre aquela que é a mais confortável para todo mundo! (Desenho original no site thisoldhouse).



Detalhe importante que não parece até você tentar pegar o papel e não conseguir….(Desenho original no site thisoldhouse)



Outro item que devemos ter atenção: O assento dentro do box, muito bom para todos e principalmente para os idosos, deve ter uma altura e profundidade tais que todos que o usam possam sentar com os pés inteirinhos no chão. Se não for assim a segurança é menor, claro. (Desenho original no site thisoldhouse)


2) Algumas ideias para distribuição das coisas dentro do lavabo e banheiro pequenos.






Este desenho e o próximo achei no mundo inteiro e na Casa.Abril neste post. Os banheiros (mostrados abaixo) são projeto da Erika Linardi e Ricardo Caminada, arquitetos.





Muito ótimo o aproveitamento do espaço nestes banheiros, não é não ?


Créditos: Por Rosana Silva




Precisou de acessórios para banheiro? #NaKausbenTem Venha e confira!



Ficou alguma dúvida? Entre em contato pelos comentários que será um prazer respondê-los.



Fonte: Simples Decoração

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Conheça os principais tipos de rosca

As roscas são sulco em alto ou baixo relevo em parafusos, porcas ou outro material. Serve para definir o encaixamento perfeito dos dois materias através de movimento helicoidal.
Roscas paralelas: A única função das roscas paralelas é de fixar a conexão no pórtico. A vedação é realizada através de outros meios, como um o’ring. A única função da rosca neste caso é resistir à pressão. Vedação é feita neste ponto com o’ring.
Roscas cônicas: As roscas cônicas possuem duas funções: Para fixar a conexão e para a Vedação (mesmo com a ajuda de um selante, como por exemplo, fitas PTFE).


Principais tipos de roscas
São dois os tipos básicos utilizados: roscas polegadas e roscas métricas, e podemos classificá-las da seguinte forma:



Identificações de especificações de roscas

Diâmetro real: é utilizado nas especificações de tubos, das roscas métricas e roscas Padrão Americano UNF/UNS. Diâmetro real é a própria medida (polegadas ou milímetros) encontrada quando fazemos a medição do diâmetro externo do tubo ou o de uma rosca já citada.
Exemplo:




Diâmetro nominal: é utilizado nas especificações de canos e das roscas Padrão Americano NPT, NPTF, NPSM e das roscas Padrão Inglês BSPP e BSPT. Essas roscas também são conhecidas, em linguagem popular, como roscas de bitola cano.
Exemplo:



Passo ou número de fios por polegada: são os elementos fundamentais na identificação de uma rosca. O passo, aplicado somente nas roscas métricas, é a distância entre um filete e o outro. O número de fios por polegada, aplicado nas roscas Padrões Americano e Inglês, pela sua própria descrição, define-se no número de filetes de rosca contidos em uma polegada de comprimento da mesma.
Exemplos:



Nas roscas métricas o passo é a distância entre um filete e outro.



Nas roscas em polegada o passo é determinado pelo número de filetes existentes em uma polegada. Exemplo a rosca acima tem (8) oito filetes por polegada.


Exemplos de identificações de especificações de roscas
NPT/NPTF - National Pipe Thread (Fine), rosca tipo cano, padrão americano
Exemplo: 1/4-18 NPTF
1/4 = Tamanho nominal
18 = Passo (filetes por polegada)
NPT ou NPTF especificamente solicitada, NPT/NPTF em que não há necessidade de escolha específica entre uma e outra.

UN/UNF - Rosca unificada, rosca paralela, padrão americano (SAE)
Exemplo: 9/16-18 UNF
9/16 = Tamanho real em polegada
18 = Passo (filetes por polegada)
UN ou UNF em que não há necessidade de escolha específica entre uma e outra. UNF é usualmente aplicada para roscas com passo abaixo de 12 FPP.

BSPT - British Standard Pipe Taper, rosca tipo cano, padrão inglês
Exemplo: 3/8-19 BSPT
3/8 = Tamanho nominal
19 = Passo (filetes por polegada)
BSPT = Rosca tipo cônica
Também pode ser encontrada no formato R3/8.

BSPP - British Standard Pipe Parallel
Exemplo: 3/4-14 BSPP
3/4 = Tamanho nominal
14 = Passo (filetes por polegada)
BSPP = Rosca tipo paralela
Também pode ser encontrada no formato G3/4.

Métrica paralela
Exemplo: M22X1.5
M = Significa métrica
22 = Tamanho da rosca real em mm
1.5 = passo (distância entre os filetes em mm)

Métrica cônica
Exemplo: M10X1 keg
M = Significa métrica
10 = Tamanho da rosca real em mm
1 = passo (distância entre os filetes em mm)
keg é uma abreviação de uma palavra, em alemão, que significa cônica.


Tabelas para identificação de roscas











Precisou de Parafusos? #NaKausbenTem





Fonte: | Solidprize | 

terça-feira, 17 de outubro de 2017

ENTENDA O QUE FAZ UMA CHAVE CANHÃO

A chave de canhão é um modelo especial para colocação ou retirada de parafusos e porcas em locais de difícil acesso. Podem ser feitas com haste maciça ou tubular. Esta última facilita a retirada de porcas quando o parafuso é muito longo. Ela é chamada canhão porque a maneira com que guarda os parafusos e porcas para retirá-los parece a forma como um canhão guarda uma bala. Ela é muito útil para se ter em sua caixa de ferramentas, pois permite operar em locais de difícil acesso e onde os parafusos são embutidos. No modelo fabricado pela Gedore, a haste é feita em Aço Gedore-Vanadium e cabo em polipropileno. Além disso, a haste tem o acabamento niquelado e cromado. Ela é indicada para eletro-eletrônica e mecânica leve, principalmente em locais de difícil acesso.




Precisou de chave canhão? #NaKausbenTem




Fonte: Blog Gedore

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

SOQUETES DE IMPACTO – CUIDADOS IMPORTANTES


Fabricados em aço-liga especial de alta resistência mecânica, os soquetes de impacto Gedore são tratados termicamente a partir de equipamentos e processos de última geração. Suas dimensões estão baseadas na Norma DIN 3129, que especifica paredes robustas e encaixes concêntricos entre si. São indicados para trabalhos com máquinas pneumáticas, elétricas e multiplicadores de torque. O soquete de impacto requer necessariamente a utilização conjunta do pino e anel de segurança. A não observância desta orientação poderá expor o operador a acidentes.
Cuidados: 
• Manejar o soquete de acordo com o torque necessário para a realização do aperto ou desaperto, respeitando o limite máximo especificado;
• Observar a medida correta entre porca/parafuso e soquete evita o desgaste e a deformação das ferramentas;
• Utilizar somente acessórios de impacto;
• Não alterar as formas e dimensões gerais dos soquetes de impacto, pois, além de fragilizar o produto, provoca a perda da garantia;
• Não utilizar arames ou afins para prender o soquete no quadrado da máquina. Qualquer adaptação poderá resultar em acidente;
• Recomenda-se o uso do pino e anel de segurança originais Gedore, conforme a dimensão do soquete;
• Após o manuseio, aconselha-se a aplicação de uma fina camada de óleo protetivo para evitar oxidações.
Para sua segurança: 
Utilizar sempre pinos e anéis de segurança quando trabalhar com soquetes de impacto. Todo soquete de impacto possui furo passante para pino e rebaixo para o anel de segurança.


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Fonte: Blog da Gedore

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Primavera: tempo de cuidar do seu jardim!

A primavera já chegou e preparar o seu jardim para esta estação é essencial para que as plantas e flores fiquem ainda mais bonitas, pois durante o inverno, as plantas passam por um período de dormência e quase não se desenvolvem e por isso, é importante realizar algumas ações para que tudo volte a florescer.



Limpeza


A primeira coisa a se fazer é uma boa limpeza no local. Retire todos os restos de plantas, folhas caídas, galhos secos e brotos malformados.

É importante retirar também as ervas daninhas e neste momento ficar atento, pois nesta época, o calor e a chuva são propícios para elas.


Adubação


A melhor época para realizar a adubação é no mês de setembro, pois isso irá intensificar as floradas da primavera. De sempre preferência para adubo orgânico, que pode ser de farinha de osso, torta de mamona ou húmus de minhoca. Para adubar, revolva o solo e misture o adubo de acordo com a proporção indicada pelo fabricante.


Mudança


Caso queira mudar a posição das plantas, esta época é ideal pois a adaptação é perfeita. Faça um bom planejamento, pensando em cada lugar para cada planta, antes de retirá-las da terra.





Recuperação do gramado


Como o inverno é uma época mais úmida, durante a primavera é importante fazer uma aeração nos gramados, para ajudar na recuperação. Você pode utilizar uma sapatilha com pregos na sola, que podem ser encontradas em casa de jardinagem, por exemplo.

Corte do gramado


Cortar o gramado é muito importante, mas não apare a grama com menos de 2,5cm de altura, pois ela está sensível por causa do inverno e vai começar a se recuperar agora.

Fungos


Se perceber a presença de fungos é preciso combatê-los. Você pode perceber se as folhas estiverem esbranquiçadas ou com manchas pretas. Para resolver esta situação, aplique um fungicida.

Poda

O inverno é a época ideal para poda, para elevar a copa ou dar formato para as plantas. Mas se por acaso você não fez isso, então o melhor é não mexer mais.

Somente se tiver que fazer poda de limpeza, para retirar brotos ladrões que roubam a energia da planta.




Hora de regar


Se o tempo ainda estiver úmido, não é bom regar as suas plantas à noite. O ideal é fazer isso no período da manhã.



Mudas


Se optar por comprar novas plantas, o ideal é comprar mudas e não sementes. A primavera é a época de florada de algumas flores e se comprar mudas agora, que ainda estarão sem as flores, você pode comprar por um preço mais baixo.

Manter o jardim em ordem exige trabalho e dedicação, mas com poucos recursos, é possível manter ele sempre bem cuidado. Aproveite a sessão de Casa e Jardim da nossa loja, lá você poderá encontrar o que precisa para tornar esta tarefa mais leve! 



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Fonte: Blog Kennedy

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Martelinho de ouro: Saiba como essa técnica funciona

A técnica “martelinho de ouro” consiste em eliminar amassados na superfície de um veículo sem o uso de pinturas. Serve para reparo de pequenos amassados como arranhões, batidas leves ou chuva de granizo e, em alguns casos, para grandes estragos (contando que os danos não sejam profundos).



Quais são as vantagens do martelinho de ouro?

Embora esse serviço de reparo exija paciência e concentração, ele também atrai a atenção de diversos clientes devido à rapidez do reparo e baixo custo, comparado outros serviços prestados em uma oficina. Um exemplo na prática é que serviços de pintura e chapeação levam aproximadamente três dias para deixar o veículo pronto, enquanto o martelinho de ouro entrega o automóvel reparado em 1 hora ou menos (danos maiores levam um pouco mais que 1 hora).

A atenção dos proprietários de carros também se volta ao fato de que o reparo aos danos presentes no veículo não danifica sua pintura e textura original, nem implica na necessidade de troca da lataria.
Onde o martelinho de ouro não se aplica?

No geral, ele é mais indicado para pequenos amassados. Estragos maiores também podem ser eliminados com o martelinho de ouro, porém nem sempre essa será a melhor opção. Exemplo: carros com sofreram batidas e tiveram sua tintura danificada (nesses casos, também será necessário um serviço de funilaria e pintura). Outro exemplo é quando realmente há a necessidade de troca da lataria.

Quais outras ferramentas são usadas?

A técnica do martelinho de ouro é um trabalho artesanal que inclui diversas outras ferramentas para suporte do mecânico. Conheça a função de algumas delas:


Lixadeira Politriz Angular


Utilizada para polir automóveis, a lixadeira politriz possui rotação menor e, por isso, o profissional tem maior facilidade para pausá-la. A peça danificada precisa ser polida antes de iniciar o seu reparo. Também é usada para remoção de materiais deteriorados e preparação para revestimentos da lataria.


Soprador Térmico


Com a função de soprar ar quente, o soprador térmico atinge três estágios de temperatura dependendo da potência escolhida: 20 W: temperatura ambiente (soprador); 1.000 W: temperatura: 350ºC; 2.000 W: temperatura: 550ºC.

Ventosa (Chupetinha)



A ventosa possui nome popular de “chupetinha” e serve para ser utilizada com cola e repuxadeira para retirar amassados da lataria do automóvel. Possui tamanho pequeno, médio e grande.




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Fonte: Blog Kennedy