sexta-feira, 14 de julho de 2017

ALICATES DE CORTE: CUIDADOS BÁSICOS QUE AJUDAM A AUMENTAR A VIDA ÚTIL DA SUA FERRAMENTA

O alicate de corte é uma ferramenta articulada utilizada para cortes de arames e fios de cobre, alumínio e aço. A ferramenta pode apresentar-se de diferentes formas, conforme a necessidade do usuário.
Vale destacar que cada tipo de alicate tem uma capacidade máxima de corte, em função do seu material, diâmetro e resistência à tração. Dessa forma, existem certos cuidados que precisam ser considerados durante a manutenção das ferramentas.
Confira abaixo algumas dicas básicas que auxiliam a aumentar a vida útil dos alicates de corte:
• Não expor os alicates a altas temperaturas, para evitar o risco de alteração da dureza e danificação dos cabos plásticos.
• Nunca utilizar martelo para auxiliar no corte de algum material, pois o alicate foi projetado apenas para aplicação de força manual sobre os cabos.
• Não cortar arames acima do especificado por norma.
• Aplicar periodicamente um óleo lubrificante nas partes metálicas do alicate para proteger sua superfície.
• Guardar o alicate em local limpo e seco.
• Não inclinar (virar) o alicate no momento do corte, pois este procedimento pode ocasionar o lascamento do corte.
• O isolamento elétrico dos alicates IOX, JC, ICP e VDE deve passar por uma revisão periódica para evitar acidentes.

Fonte: | Gedore Blog

terça-feira, 11 de julho de 2017

Tipos de corrente de motosserra

As correntes de motosserra STIHL são produzidas com todo o cuidado e qualidade, trazendo alta tecnologia para cada produto. Elas possuem precisão e padrão de produção, rendimento de corte, baixo nível de rebote, baixo nível de vibração, segurança de operação, dentes de corte de aço especial cromados por eletrólise, rebites temperados e são feitas à medida para os sabres e motosserras. As correntes de corte são os elementos de atuação direta no trabalho de corte da madeira e a durabilidade das correntes depende da lubrificação, da afiação adequada e do correto tensionamento da corrente.


Principais funções das correntes:
– transmissão do torque da motosserra;
– transmissão das forças de corte;
– separação das fibras de madeira;
– transporte de serragem para fora do tronco.
Podemos distinguir as correntes em função dos dentes.  Há dentes com desenhos redondas, meio cinzel ou semiquadrados. Em função da qualidade e produtividade de corte desejada, pode ser vantajoso utilizar correntes mais resistentes e fáceis de afiar. Porém, dependendo do trabalho, é preferível usar correntes mais rápidas e sofisticadas. É importante saber que o perfil do dente (placa lateral) incide diretamente na produtividade da corrente.
Porém, é muito importante escolher o tipo correto de corrente para cada motosserra, para que o uso dela seja melhor ainda. Conheça os tipos de correntes que a STIHL oferece:
– Picco Micro: essa corrente de motosserra é indicada para atividades agropecuárias, domésticas e jardinagem nas motosserras de baixa e média potência. A versão 1/4″ é recomendada para podadores de altura e motosserras de baixa potência e espessura de elos de 1,1 e 1,3 mm.
– Picco Micro Mini: apropriada para motosserras de potência do motor até aprox.1,5 KW, para atividades onde se usa principalmente a ponta do sabre. Direcionada aos usuários ocasionais, com baixo risco de rebote e oferece um corte macio e seguro.
– Rapid Chipper / Standard: criada para abate e traçamento e pode ser utilizada para o corte de qualquer tipo de madeira.
– Rapid Micro: indicada para todos os tipos de madeira e usos (agropecuário, sítios, construção civil e ocasional). Apresenta pouco nível de vibração, corte suave e baixa tendência a rebotes.
– Rapid Super: especial para o uso profissional (agropecuário e florestal), com ótimos resultados em madeira densa e dura. Desenvolvida para diminuir a tendência de rebote.
Com todas essas opções, basta escolher a corrente de motosserra mais adequada para as suas atividades, que todo o trabalho será facilitado!


Precisou de Motosserras? #NaKausbenTem


Fonte: | Blog Stihl |

terça-feira, 4 de julho de 2017

Meu canto preferido: 5 ambientes com móveis coloridos

1. Cadeiras coloridas



Para garantir o clima aconchegante, a arquiteta Priscila Landre apostou na madeira, presente no pergolado, nos móveis e no visual do piso cerâmico. A alegria é garantida com as várias cadeiras coloridas e as samambaias. (Foto Bia Mantovani/Minha Casa)

2. Cadeira azul



O móvel azul se destaca na sala em tons de cinza e preto dos moradores do @ape_trintaeum. (Reprodução/@ape_trintaeum/Minha Casa)

3. Baús coloridos



A Carla Leressa (@mimosdetecido) mora em Manaus (AM) e compartilhou com a gente a foto de sua sala: os baús posicionados embaixo do aparador amarelo parecem bancos coloridos. (Reprodução/@mimosdetecido/Minha Casa)


4. Aparador amarelo



A sala da Ruana Henrique Almeida (@ruana_henrique) tem um cantinho especial: o móvel amarelo abriga objetos de decoração, aromatizador de ar e até um mini bar. A cor também aparece na charmosa mesinha lateral. (Reprodução/@ruana_henrique/Minha Casa)

5. Cadeiras azuis



Inspirada no estilo escandinavo, a sala de jantar da @casadeinspirar é composta por quatro cadeiras Eames na cor azul. E a pitada de cor não acaba aí: repare no vermelho na parte interna do pendente. (Reprodução/@casadeinspirar/Minha Casa)



Precisou de móveis coloridos? Entre em contato com os nossos vendedores para modelos disponíveis.




Fonte: | Minha Casa | 



sexta-feira, 30 de junho de 2017

Designers criam móveis que você pode baixar e montar na sua casa.

Talvez o termo imprimir, utilizado no título, não seja o mais adequado ao caso, mas foi o que melhor explicou esse projeto dos russos Dopludo Collective e Lesha Galkin. O projeto, que consiste em um bar em Saint Petersburg, teve seu mobiliário construído em compensado/mdf (fiquei em dúvida de qual seria) a partir de moldes que se encaixam perfeitamente, o que prescinde do uso de parafusos para fixação.

A melhor parte disso tudo? Os designers liberaram os moldes para download, o que permite que você os leve até seu marceneiro de preferência e reproduza suas próprias cadeiras, bancos e mesas. Não é sensacional? E ainda a montagem deles é super fácil, permitindo que qualquer um o faça. Já pensou desmontar as cadeiras e guardá-las no armário, montando-as apenas quando o número de visitantes exigir?

O APTEK Bar está disponível no Behance, com fotos e vídeos explicando o processo de montagem de cada uma das peças. Graças a vontade de compartilhar dos designers russos, elas podem ser também suas. Veja algumas fotos:





Pra ter esse mural precisa de mais do que um download. Ele é da autoria de Egor Kraft, também membro do Dopludo Collective.























Precisando de ferramentas? #NaKausbenTem



Fontes: | Minha Casa Container | HYPENESS | Behance

terça-feira, 27 de junho de 2017

Como Usar Cavaletes para Carros

As ferramentas comuns conhecidas como "cavaletes" são essenciais para manter seguros aqueles que trabalham sob veículos. Posicionar um cavalete corretamente pode significar a diferença entre um projeto bem-sucedido e um acidente trágico. As pessoas que usam esses equipamentos podem seguir passos simples para evitar que desastres aconteçam.


Passo 1 - Encontre um espaço nivelado para poder trabalhar. Sustentar ou inclinar um veículo em uma superfície torta é algo extremamente perigoso. Certifique-se de que o local é seguro e que a área abaixo do automóvel é bem pavimentada e bem suportada.



Passo 2:
Consulte o manual do veículo. Esse manual costuma ter informações sobre práticas seguras para erguer o automóvel.


Passo 3: Consulte o manual do veículo. Esse manual costuma ter informações sobre práticas seguras para erguer o automóvel.



Passo 4: Puxe o freio de mão. Isso irá evitar que o veículo se movimente enquanto estiver erguido. Ademais, use calços em ambos os lados (na frente e atrás) das rodas opostas (na frente ou atrás) ao local em que o automóvel é levantado; isso evitará que o veículo vá para frente ou para trás. Se isso acontecer, o carro pode "cair" do cavalete e lhe ferir -- ou até mesmo matar. ATENÇÃO: os calços são essenciais quando as rodas de trás são erguidas, já que o freio de mão costuma agir sobre elas. Sem esses acessórios, as rodas dianteiras podem girar mesmo que o freio de mão esteja puxado.


Passo 5: Use um macaco para erguer o carro. Muitos carros vêm das fábricas com macacos e chaves inglesas comuns; mas eles só costumam ser usados em situações de troca de pneus. Para outras operações, use um macaco específico -- que possa erguer os veículos de modo adequado. Só o faça sobre uma superfície sólida e nivelada, como o concreto. Nunca use esses equipamentos sobre superfícies de terra, úmidas ou sobre asfalto quente -- já que o peso do carro pode fazer com que o cavalete "afunde" no chão, fazendo com que o carro "caia".


Passo 6: Instale o cavalete sob uma parte sólida da estrutura do veículo. O manual do motorista provavelmente terá informações sobre esse local. Geralmente, os automóveis têm um pequeno ponto próximo ao chassi onde é possível fazer a instalação.

  • Certifique-se de que não coloca o cavalete sob elementos como o "piso" do automóvel. Isso pode fazer com que o equipamento atravesse a estrutura. Ademais, não o coloque sob uma parte que se movimenta, como a suspensão do veículo.


Passo 7: Remova o macaco inicial e repita esse processo no outro lado do carro. Os especialistas recomendam o uso de pelo menos dois cavaletes de mesma altura para que o veículo fique nivelado.


Passo 8: Teste os cavaletes. Quando os cavaletes estiverem posicionados, empurre o veículo com a mão para ver se ele se movimenta ou balança. Certifique-se de que o empurra de ambos os lados e pela traseira. Se sim, reoriente os equipamentos (após usar o macaco) até que o automóvel fique estável.


Passo 9: Adicione objetos de segurança adicionais. Embora os cavaletes e os calços ofereçam estabilidade, vale a pena ter um cuidado extra quando a sua vida corre perigo. Para ficar mais seguro, erga o macaco sob um ponto sólido abaixo do carro a ponto em que ele fique "justo" mas não suporte o peso do veículo (os cavaletes devem continuar provendo o suporte). Ademais, você pode colocar um estepe (com o aro) ou blocos de madeira sob o veículo para segurá-lo caso ele caia. Nunca use blocos de concreto ou tijolos, já que eles podem se desintegrar.


Dicas

Consulte fontes adicionais de informação sobre o uso adequado de cavaletes para evitar acidentes. Há órgãos governamentais que oferecem esse tipo de apoio a civis. Certifique-se de que entende todos os riscos associados à operação antes de executá-la.

Coloque itens adicionais sob o veículo para diminuir os riscos. Alguns mecânicos recomendam a remoção dos pneus -- e que eles sejam removidos das proximidades do carro. Você também pode usar blocos sólidos de qualquer material resistente para complementar os cavaletes. Quando se trata de trabalhar sob carros, é sempre melhor prevenir do que remediar.

Avisos

Os fabricantes de cavaletes dão os seguintes avisos: use um par de ferramentas iguais para sustentar somente uma parte do veículo. Use somente um par a cada carro. Os cavaletes não devem suportar ambos os lados de uma vez. Caso contrário, você poderá se ferir ou danificar a sua propriedade.

Nunca trabalhe sob um veículo que não é sustentado por baixo. Essa é uma das tarefas mais perigosas dos trabalhos mecânicos e deve ser evitada. Usar os cavaletes do modo adequado ajudará a eliminar alguns perigos associados a reparos de automóveis.

Sempre use os calços nas rodas no lado oposto à região em que está trabalhando. Os cavaletes aumentam a segurança da operação, mas ainda podem ocorrer acidentes caso as rodas não sejam bloqueadas -- já que o carro pode acabar rolando do suporte e caindo.


Materiais Necessários

  • Macacos especializados para o seu carro
  • Cavaletes para carros
  • Quatro calços para rodas



Fontes e Citações

http://www.techguys.ca/howto/floor_jack.html

http://www.cdc.gov/niosh/FACE/stateface/ia/98ia071.html

Instruções de segurança (em inglês) [1]

http://pt.wikihow.com/Usar-Cavaletes-para-Carros



sexta-feira, 23 de junho de 2017

DICAS DE INSTALAÇÃO DE COMPRESSORES DE AR

Local para instalação

O local para a instalação do compressor é fundamental para seu funcionamento, e pode determinar fatores como a durabilidade, a eficiência e o correto funcionamento do equipamento. Além disso, o local também pode influenciar, além da questão de existirem ou não de agentes de risco, colocando em cheque a segurança operacional da utilização do compressor.

Abaixo a primeira dica de instalação de compressores:



Quando a temperatura sobe no compressor e no ambiente reduz acentuadamente o rendimento volumétrico, isto causa o desgaste prematuro de peças vitais do equipamento, fazendo com que ele pare de funcionar ou precise de manutenção mais rápido do que o normal.

Pense no local onde você vai instalar o compressor, como um local onde você poderá entrar para fazer manutenções necessárias e onde é importante que se tenha espaço para instalação de mais unidades futuras, sistemas de tratamento, reservatórios sobressalentes, equipamentos de drenagem de fluidos e acesso aos sistemas de partida e de comando dos equipamentos.

Um investimento mínimo no começo pode fazer uma diferença significativa quando tratamos da troca e manutenção de equipamentos.



Ao montar um ambiente ideal para instalação de compressores, você também precisa levar em conta:




De preferência ter formato retangular, e ser construído em revestimento de parede que não potencializa reverberação sonora (repetição dos sons mesmo após o término da emissão). 














O ambiente também deverá ter sinalização de advertência que indique que pessoal não autorizado não pode ter acesso, além de ter certeza que apenas técnicos e pessoas que saibam como fazer estas manutenções tenham acesso ao local.






Quando pensamos no tamanho ideal para o local onde instalaremos o compressor, um calculo simples pode nos ajudar, a dica é instalarmos o compressor em um espaço que seja no mínimo 5 vezes maior do que o espaço que o compressor ocupa.


Quanto à altura, o ideal é que seja no mínimo do tamanho padrão para construções no Brasil, que em média de 2,50m, mas, quanto maior a altura, melhor será a circulação de ar e menor a probabilidade do compressor aquecer.


Um problema para instalações que trabalham com ar é a umidade no local e na atmosfera circundante, que podem prejudicar a eficiência e a qualidade do produto final do uso de compressores.








A umidade no trabalho com ar comprimido, pode provocar alterações em suas Propriedades químicas, além de reduzir sua vida útil de prateleira da máquina.

Veja algumas abaixo:





Por esta razão, recomenda-se utilizar um sistema de secagem eficiente, normalmente por adsorção, que remove a água / umidade em níveis de temperatura de ponto de orvalho de -40ºC.








Precisou de compressores? #NaKausbenTem




Fonte: | V8 Brasil |



terça-feira, 20 de junho de 2017

AS MAIORES RECLAMAÇÕES SOBRE MÁQUINAS DE SOLDA, E PORQUE ELAS NÃO FAZEM SENTIDO

Não é raro que haja reclamações por problemas com máquinas de solda. Na maioria das vezes o problema é facilmente resolvido com apenas alguns ajustes e dicas. Em alguns casos, nos mais graves, provavelmente você pode ter comprado uma máquina que não atende as suas necessidades. Veja abaixo a lista com as quatro maiores reclamações sobre máquinas de solda e como resolvê-los.



#1 A máquina de solda para de funcionar a todo o momento, mas se mantêm ligada


A maioria dos equipamentos de solda tem uma proteção térmica que evita o superaquecimento dos componentes internos. Quando há elevação de temperatura, um led é acionado, indicando que a máquina entrou no período de resfriamento. Para não danificar o equipamento ele fica inutilizável até atingir uma temperatura ideal para o seu funcionamento.

Se isso acontece frequentemente é um sinal que a máquina de solda não é adequada às necessidades. Provavelmente ela seja muito pequena para a realização daquele trabalho. A solução é trocar por uma máquina maior (com um maior ciclo de trabalho). Por isso é importante que você extraia o máximo de informações antes de comprar um equipamento, e só feche a compra quando tiver certeza sobre as demandas de trabalho.


#2 Não consigo ter bom acabamento com as soldas MIG que não utilizam gás


Os equipamentos de solda MIG que não necessitam da mistura de gases (CO²/AR) utilizam um arame tubular revestido, que permite que se faça a solda utilizando arame .Porém não há proteção em torno da poça de solda, aumentando a ocorrência de respingos.

Em 90% dos casos de insatisfação com esses equipamentos, o motivo é o acabamento que deixa a desejar. Nesses casos o mais indicado seria o processo MIG tradicional com a utilização dos gases. Equipamentos MIG sem gás são semelhantes aos transformadores de solda de eletrodos, porém com muito mais praticidade e produtividade.


#3 Meu transformador não solda chapas finas


Transformadores de solda ou soldas arco não são indicados para soldar chapas finas (com menos de 2mm de espessura). Isso porque os eletrodos revestidos necessitam de altas amperagens para abrirem o arco elétrico.

Um eletrodo 6013 de 2,5mm, que é um dos mais utilizados em trabalhos médios, necessita de 120A para abrir o arco e iniciar a solda. Essa amperagem aplicada em chapas muito finas acaba perfurando com facilidade a superfície a ser soldada.

Aos profissionais que trabalham com chapas mais finas, funileiros, por exemplo, é indicado usar o sistema MIG ou TIG, que dão maior faixa de amperagem e aumentam consideravelmente o leque de espessuras de chapas.


#4 Não consigo cortar chapas de 3mm e nem ter bom acabamento com a corte de plasma


Não conseguir cortar e ter bom acabamento com a corte plasma tem duas razões principais: falta de tensão e falta de pressão de ar suficiente. Equipamentos de corte plasma, assim como qualquer equipamento elétrico, necessitam de uma boa rede elétrica, com instalações regulares, pouca distância entre o ponto de alimentação e o equipamento e bitolas de fios compatíveis com a tensão, para que tenham o mínimo de perda de energia.

Outro ponto é a pressão de saída do ar, que no caso de um equipamento de 40A, necessita de 6Bar ( em torno de 90Lbs), para que assim consiga ter um bom desempenho e bom acabamento em chapas de 01mm até 08mm, além de aumentar a vida útil dos consumíveis da tocha.



Ficou alguma dúvida? Então deixe seu comentário!
Precisou de solda? #NaKausbenTem





Fonte: | V8 Brasil |