sexta-feira, 9 de junho de 2017

Conheça o significado das cores dos capacetes na construção civil



Você entra em um obra e começa a perceber que as pessoas que estão trabalhando usam capacetes com cores diferentes. O que isso significa?

Venha descobrir!

A norma regulamentadora 06 é responsável pela normatização do uso do EPI (Equipamento de proteção individual) onde considera-se EPI todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.

Por isso, o capacete é considerado um EPI e portanto é obrigatório nas seguintes circunstâncias (item 6.3 da NR-06):

a) sempre que as medidas de ordem geral não ofereçam completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho ou de doenças profissionais e do trabalho;

b) enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas;

c) para atender a situações de emergência.

Significado das cores dos capacetes


As cores dos capacetes estão relacionadas a função que cada um exerce na obra, mas é importante lembrar que as cores são definidas pela empresa e que não existe ainda um padrão estabelecido, ao contrário de outras questões relacionadas ao capacetes que você pode ver na NBR – 8221 e na NR-06. Veja o significado das cores dos capacetes a seguir:

Capacete Branco/Cinza



  • Engenheiros;
  • Estagiários;
  • Técnicos;
  • Mestre;
  • Encarregados.

Capacete Azul



  • Pedreiros de obras


Capacete Vermelho


  • Bombeiros


Capacete Laranja



  • Eletricistas


Capacete Marrom



  • Carpinteiros
  • Visitantes

Capacete Preto



  • Operador de máquinas


Capacete Amarelo



  • Visitante

E na sua empresa, quais cores são utilizadas? Conte nos comentários!




Precisou de capacete? #NaKausbenTem



Fonte: | INBEP | 

terça-feira, 6 de junho de 2017

Tipos de Luvas de Proteção

Fique por dentro das aplicações e características de alguns tipos de luva de proteção utilizados no dia a dia dos trabalhadores.

A utilização de EPIs (Equipamento de Proteção Individual) é obrigatória graças a Norma Regulamentar (NR) 6, cabendo ao empregador selecionar EPI adequado ao risco, sempre mediante a orientação de um profissional de Saúde e Segurança do Trabalho.

Essa determinação, claro, se enquadra também para luvas de proteção, que conta com uma variedade grande de modelos, cada uma para um trabalho específico.


FIQUE POR DENTRO DE ALGUNS DOS TIPOS DE LUVA DE PROTEÇÃO


Luvas Alta Tensão




Fabricadas com composto natural de borracha, oferecem proteção pessoal contra choques elétricos e queimaduras graves. Tem sua capacidade de isolamento de 500 à 40.000 volts.

Utilizada na área de manutenção de indústrias e redes elétricas em geral.



Luvas de Neoprene




Apresenta alta resistência mecânica e contra uma ampla gama de produtos químicos, com propriedade antiderrapante e altamente maleáveis, o que facilita o manuseio de diversos materiais.

Utilizada nas indústrias metalmecânica, alimentícia, limpeza, automotiva, química e em atividades que demandam impermeabilidade e resistência a produtos químicos.



Luvas de PVC



Apresenta muita resistência contra produtos químicos, cortes e abrasão em menor escala. Utilizada na lavagem de peças em materiais corrosivos, manuseio de ácidos, óleos e graxas, se adequando à atividade do trabalhador.

Pode ser apropriada para a lavagem de peças em corrosivos e decapantes, manuseio de ácidos, lubrificação de peças, inspeção em tanques de lavagem de peças, pintura à pistola ou a pincel, carregamento de lã de vidro.


Luvas de Vaqueta


Ótimas para serviços pesados e manuseio de materiais agressivos. Dependendo de sua aplicação pode apresentar uma longa vida útil.

Frequentemente utilizada na área de construção civil, indústria automobilística, entre outras.



Luvas de Latex




Confortáveis e maleaveis, não prejudicam o tato, excelente para atividades em áreas molhadas e imersão, evitando a penetração de liquidos.

Tem seu uso recomendado para Indústria alimentícia, química, agroindustrial e higienização.



Luvas Nitrílicas



Fabricadas em borracha natural, são luvas muito versáteis com resistência mecânica e a diversos produtos químicos, além de ser resistente também a perfuração, corte e abrasão.

Pode ser utilizada em manutenção predial, construção civil, indústria moveleira, indústria alimentícia, indústria química e diversas outras funções.





Ficou alguma dúvida? Comente!



Fonte: | Falando de Proteção | 

terça-feira, 30 de maio de 2017

Quais os cuidados e como utilizar os cintos tipo paraquedista para altura.

Toda vez que você for fazer um trabalho em condições que possa ocorrer uma queda, use sempre o cinto de segurança.



O único cinto de segurança autorizado para uso nos trabalhos em altura é a cinto de segurança tipo pára-quedista. Este tipo de cinto distribui o peso do corpo em queda livre por vários pontos, entre os quais as duas coxas e o peito, assim minimiza possíveis lesões na coluna pelo impacto de tração no estiramento do talabarte (cabo com gancho que prende o cinto).

Esta garantia não existe caso a pessoa esteja usando um cinto de segurança do tipo abdominal . O cinto do tipo abdominal (que envolve a cintura) somente poderá ser usado como um limitador de distancia horizontal.

Antes de se Iniciar um trabalho em alturas deverá ser estudada uma ou mais formas seguras para se prender o cinto de segurança. Se não houver uma opção melhor deverá ser esticado um cabo de aço de dimensões adequadas (mínimo de 3/16") para que se possa prender o cinto e permitir o deslocamento do usuário.

Desta forma, trabalhos executados em pipe-rack, telhados e assemelhados somente poderão ser feitos com a fixação prévia deste cabo de aço, da mesma forma, que deverá ser preparado um "piso seguro" feito com pranchões sobre a estrutura do pipe-rack ou telhado.



Qual a carga máxima de trabalho pode ser aplicada ao cinturão paraquedista?


100kg a contar o peso do usuário mais as ferramentas de trabalho. Gostaríamos de esclarecer que não podemos utilizar nenhum método de ensaio diferente dos especificados na NBR 15836:2010, que descrimina os métodos utilizados para ensaios nos cinturões paraquedistas, portanto, não há possibilidade alguma de descriminar uma carga de ensaio superior a 100kg nos laudos emitidos pelo MTE. Não podemos afirmar que o cinturão suporta uma massa superior a de 100kg, para que possamos obter esta afirmativa teríamos que realizar ensaios dinâmicos com massa superior a 100kg, ou seja, teríamos que submeter o equipamento a ensaios com massa de 120kg, 13 kg e assim sucessivamente até obtermos a massa máxima que acarretaria o rompimento do cinturão em situação dinâmica “queda”, dessa forma poderíamos estabelecer um limite máximo para utilização dos cinturões, porém mesmo aplicando estes ensaios aos cinturões, não teríamos respaldo normativo algum, tornando este método de ensaio inválido.



Qual a forma correta de higienização dos cintos e talabartes de segurança?

Água pura e sabão neutro (as substâncias químicas contidas nos produtos de limpeza ou removedores danificam o cadarço tornando o cinturão impróprio para o uso).

-Utilizar somente escova com cerdas macias para esfregar o cadarço do cinturão ou línea de vida, as cerdas rígidas podem desgastar o cadarço diminuindo sua resistência.

-Não guardar úmido.

-Nunca utilizar nenhum tipo de solventes ou ácidos para limpeza dos equipamentos.



Qual a velocidade necessária para o acionamento das travas do equipamento trava-quedas retrátil?


Os equipamentos que possuem cabo de aço realizam o travamento com a velocidade de 1,6m por segundo e para equipamento com cabo de fita o travamento acontece 1,4m por segundo.



Qual a vida útil do cinturão e linha de vida de segurança?


A vida útil deste equipamento não pode ser expressa em números exatos, uma vez que depende de influências externas, assim como: tipo de aplicação, intensidade e freqüência de uso, inclusive de condições climáticas. Aplicações em condições de grande demanda do material e/ou uso incorreto pode vir a reduzir a margem de segurança a um curto espaço de tempo, obrigando a reposição do equipamento.



Após uma queda é possível reutilizar o cinturão e o linha de vida de segurança?


Não, pois em uma queda sua estrutura é inteiramente solicitada, cadarços, costuras, argolas e fivelas, desta forma mesmo não apresentando nenhuma deformação o cinturão deverá ser descartado.



A movimentação com Talabartes.


Em todas as situações de trabalho em altura, onde não existam sistemas de proteção coletiva instalado, o trabalhador deverá portar e utilizar um sistema de proteção contra quedas individual, isto de maneira constante durante todo o seu deslocamento pelas estruturas ou escadas tipo marinheiro.

Uma maneira de cumprir este requisito de maneira segura e eficiente, é a utilização de "Talabartes de Progrssão Duplos", estes são utilizados conectando-se alternadamente cada uma das duas extremidades do talabarte, de maneira que o trabalhador tenha sempre um dos dois conectores de grande abertura, conectado a estrutura, protegendo-o contra qualquer possibilidade de queda.

Este sistema deverá ter um absorvedor de energia, instalado entre os talabartes e o corpo do trabalhador, afim de minimizar o impacto causados a este último, em um caso de queda. É importante que os talabartes sejam sempre conectados a pontos acima da cabeça do trabalhador.






EPI PARA PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS COM DIFERENÇA DE NÍVEL

Dispositivo trava-queda


a) Dispositivo trava-queda de segurança para proteção do usuário contra quedas em operações com movimentação vertical ou horizontal, quando utilizado com cinturão de segurança para proteção contra quedas.



Cinturão


a) Cinturão de segurança para proteção do usuário contra riscos de queda em trabalhos em altura;

b) cinturão de segurança para proteção do usuário contra riscos de queda no posicionamento em trabalhos em altura.



Medidas de proteção contra quedas de altura.


É obrigatória a instalação de proteção coletiva onde houver risco de queda de trabalhadores ou de projeção de materiais.

As aberturas no piso devem ter fechamento provisório resistente.

É obrigatória, na periferia da edificação, a instalação de proteção contra queda de trabalhadores e projeção de materiais a partir do início dos serviços. Os tapumes deverão ser construídos de material resistente a projeção mecânica e queda de materiais, deverá também promover a segurança de toda população flutuante do local.

Os materiais de trabalho deverão estar presos a suportes, evitando a queda dos mesmos.



Utilização de escadas.


*Use somente escadas em boas condições e tamanho adequado.

*Coloque a escada em ângulo correto, com a base a ¼ do comprimento da escada, utilize os degraus para facilitar a contagem;

*Nunca coloque um escada em frente a abertura de um porta, ao menos que seja bem sinalizada ou tenha alguém vigiando.

*Uma escada deve estar bem apoiada sendo segura na base ou amarrada no ponto de apoio.

*Não coloque a escada por sobre qualquer equipamento ou máquina.

*Suba ou desça de frente para a escada, não suba além dos dois últimos degraus.

*Materiais não podem ser transportados ao subir ou descer da escada, use equipamento apropriado para elevar ou descer materiais.

Cintos de Segurança .


Em atividades com risco de queda e altura superior a 2 m, deve ser usado cinto pára-quedista, com ligação frontal (fig.1) ou dorsal (fig.2).

Figura 1
Figura 2





Em atividades sem risco de queda, com o objetivo de, simplesmente, limitar a movimentação do trabalhador a um corredor de largura “L”, é permitido usar o talabarte ligado à linha da cintura. Será o caso que utilizaremos na filial, os cintos serão presos no próprio andaime.





Aplicações


2. Telhados


O Ministério do Trabalho exige que nos telhados sejam instaladas linhas de segurança, para segura movimentação do trabalhador (NR 18.18).

Neste item , trataremos somente da forma de movimentação em toda a área do telhado, não considerando a necessária proteção contra quebra de telhas. Para maiores detalhes veja nosso site, item 9 de “Nossos Produtos” e Informativo Técnico “Trabalho em Telhados”.

Geralmente, a linha de segurança é constituída de trilho de aço I (4”x2 5/8”), instalado na cumeeira, conforme pode ser visto nas figuras 2 e 6.

Para telhados com largura (L) de até 10 m, usa-se o trava-queda retrátil R-10. Para larguras de até 20 m, usa-se o modelo R-20.

Para telhados com largura superior a 20 m, não é utilizado trava-queda retrátil, devido ao peso do aparelho e a dificuldade de locomoção do trabalhador.



3. Andaimes suspensos


Sobre o aspecto técnico, o trava-queda retrátil R-10, usado com ancoragem dorsal, é indiscutivelmente o mais indicado para trabalho em andaimes suspensos, visto que, oferece ao trabalhador total mobilidade para execução do serviço. Na prática, por motivos puramente comerciais, usa-se o trava-queda para cabo de aço ou corda vertical fixos e tenta-se aumentar um pouco a mobilidade do trabalhador usando-se um talabarte de comprimento maior que o indicado pelo fabricante. Tal procedimento é totalmente errado e pode provocar acidentes graves, pelo fato de que o trava-queda poderá ser submetido a cargas dinâmicas superiores aos valores projetados e testados.











Precisou de cintos de segurança? #NaKausbenTem




Fontes: | Portal SESMT | TST-Brinks Campinas | Athenas Cintos | 



terça-feira, 23 de maio de 2017

Recomendações especiais para produtos à combustão

Tanto para a segurança de quem usa quanto para o bem do meio ambiente, saber fazer o uso certo das máquinas STIHL é de extrema importância. Além de garantir tranquilidade durante o uso, seguir as instruções recomendadas pelo fabricante faz com que a eficiência do instrumento a ser manejado seja completa. Confira algumas recomendações para os produtos a combustão da STIHL:


- Abastecimento: antes de iniciar o abastecimento, proteja o chão com uma lona para assegurar que o solo não seja contaminado com a gasolina e os óleos, caso ocorra vazamento. Utilize recipientes adequados para o manuseio do combustível e óleo. Limpar a tampa do tanque e a área ao redor antes de abastecer, para que não caia sujeira no tanque. Para o abastecimento dos líquidos, utilize um galão com bico de vedação, assim, o abastecimento do tanque cessa quando o reservatório estiver cheio, evitando o transbordamento. Não esqueça que, após o abastecimento, a tampa do tanque deve ser colocada de maneira correta, para que não haja derramamento e, por ventura, contaminação do solo;
- Carburador: para que não haja queda de potência ou mudança de comportamento do equipamento, aumento de consumo de combustível e alto ruído, não altere o ajuste de rotações desnecessariamente
-Lavagem: recomenda-se que a lavagem seja feita em Revendas Autorizadas, já que a água resultante do processo deve ser purificada.  Caso tenha acesso a um Separador de Água e Óleo, utilize apenas produtos especiais de limpeza e nunca produtos ácidos ou derivados de petróleo;
- Limpeza de filtro: após o uso do equipamento, sempre limpe o filtro de ar conforme descrito no manual de instruções do equipamento. Isso diminui o consumo de combustível, também a poluição do ar e prolonga a vida útil do equipamento;
- Motor: Verificar o funcionamento de todos os componentes de segurança da motosserra e desligue o motor sempre que houver a necessidade de paradas prolongadas.
Recomendações específicas para determinados produtos:
- Motosserras: ao efetuar a compra, o cliente necessita realizar o licenciamento de porte e uso que devem ser cadastradas pelo IBAMA, já que para o corte de árvores nativas, é obrigatório o requerimento junto aos órgãos ambientais competentes. A falta da documentação durante o corte é crime ambiental passível de prisão e multa.
- Roçadeiras: para a limpeza de macegas também é obrigatório requerer licenciamento aos órgãos ambientais e possuir a licença em mãos no momento do corte, já que a falta desse documento é considerado crime ambiental.



Precisou de Motosserras ou Roçadeiras ?? #NaKausbenTem


Fonte: | Blog Stihl |

terça-feira, 16 de maio de 2017

Macacos para carro: conheça os diferentes tipos e suas vantagens

Você sabe trocar os pneus do seu carro? O macaco hidráulico é fundamental para tornar esse momento mais prático e seguro. Esse acessório é composto por um sistema de manivelas que serve como alavanca.

Dessa forma, quem dirige só instala a ferramenta, faz movimentos para cima e para baixo, e sem fazer força alguma praticamente, consegue erguer um automóvel pesado, uma tarefa que seria impossível sem o auxílio desse item. Mas você sabia que existem diversos tipos de macacos? Quais são as vantagens de cada um?




Tipos de macacos para automóveis


Embora até quem nunca dirigiu já tenha ouvido falar do famoso macaco hidráulico, ele não é a única opção do motorista. Quem dirige pode contar com muitos acessórios para armazenagem e movimentação do automóvel, dentre eles, outros tipos de macacos para carro. Confira alguns modelos existentes no mercado:



Macaco hidráulico


Velho conhecido dos motoristas, o macaco hidráulico é utilizado quando o pneu fura no meio da rua. Essa ferramenta tem como função elevar o veículo de forma simples para que a troca de pneus seja realizada com segurança. Existem dois tipos de macacos hidráulicos no mercado:



Macaco jacaré


Esse modelo consegue elevar automóveis de até 2 toneladas em sentido lateral. Além disso, contém rodas para acompanhar o deslocamento do veículo em casos de inclinação. Esse tipo de macaco hidráulico simplifica ainda mais o seu manuseio, pois com ele você consegue trocar os pneus do seu carro sem grandes esforços e de forma bem rápida.







Macaco garrafa


Esse modelo de macaco hidráulico é capaz de aguentar veículos mais pesados (de até 15 toneladas). Apesar de sua grande resistência, o macaco garrafa é compacto, o que facilita bastante sua armazenagem. Para utilizá-lo corretamente, é preciso que ele proporcione estabilidade ao veículo. Dessa forma, é necessário colocá-lo bem ao nível do solo.







Macaco mecânico

Outro famoso tipo de macaco para carros é o mecânico. Ele apresenta dois modelos que servem de alavanca para elevar o veículo sem grandes mistérios. Muitos motoristas temem usar essas ferramentas por medo de danificar a lataria, mas no próprio automóvel há indicações de onde acoplá-los.

Outra dica simples é trocar os pneus com macaco mecânico em uma superfície plana que não ofereça riscos de derrapagem.



Macaco joelho


Esse modelo de macaco mecânico é composto por uma manivela e uma alavanca simples. Com uma canaleta de apoio, a ferramenta suspende o veículo (no sentido contrário) com facilidade.





Macaco sanfona (ou tijolinho)


Esse modelo de macaco mecânico eleva o carro lateralmente ao fazer pressão para cima. É constituído por um sistema de movimentação de alavancas e uma base mais plana da ferramenta.





Macaco elétrico

Para quem gosta de praticidade e não pode perder tempo, esse é o tipo de macaco ideal. Em questão de segundos, sem esforço algum do motorista, o macaco elétrico levanta a roda do automóvel. Esse acessório pode ser instalado direto na bateria do carro ou no acendedor de cigarros do automóvel. Também pode ser utilizado de forma manual caso seja necessário.







Precisou de macaco? #NaKausbenTem

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Fonte: | Carros Blog |

terça-feira, 9 de maio de 2017

Qual é a importância da sinalização de segurança?

Essa é uma pergunta que deve ser repetida sempre que você se sentir inseguro no seu trabalho. É sabido que muitas vezes as empresas ignoram a sinalização de segurança, mas, vamos destacar aqui os vários benefícios de uma sinalização de segurança eficiente e bem projetada.



Para começar, é importante conceituar o que é sinalização de segurança:


Sinalização é o conjunto de estímulos que informam um indivíduo sobre a melhor conduta a tomar perante determinadas circunstâncias e situações importantes. Quando aplicamos esse mesmo conceito atrelado ao tema “segurança“, fica ainda mais crítico que esses estímulos sejam claros e objetivos – afinal de contas, em uma situação de emergência, qualquer segundo pode ser crucial.

Quando uma sinalização é bem feita e planejada é possível se movimentar por locais desconhecidos, como hospitais ou até mesmo empresas, sem se perder, através de uma caminhada fluída e natural. Quando falamos de uma caminhada natural por um ambiente, não estamos imaginando uma situação de risco. Agora, imagine uma situação inesperada, como falta de energia. É importante que a sinalização de segurança também seja eficiente, proporcionando às pessoas saírem do local onde se encontram sem se machucarem ou causarem algum acidente. Nessa hora é importante uma iluminação de emergência ou uma sinalização fotoluminescente.

Sinalização fotoluminescente


A comunicação voltada para a segurança deve atender à Norma Regulamentadora 26. A função dessa norma é identificar, por exemplo, quais as cores das placas de segurança utilizadas em estabelecimentos ou locais de trabalho, indicar e advertir sobre riscos existentes, identificar equipamentos de segurança, delimitar áreas, identificar tubulações empregadas para a condução de líquidos e gases, entre outros. Tudo deve estar dentro das normas técnicas oficiais.

Muitas vezes, acidentes e lesões podem ser evitados com a simples colocação de uma placa com os avisos “cuidado piso molhado”.





Precisou de Placas de Sinalização? Entre em contato conosco pelo televendas (24) 2231-6644, pelo WhatsApp (24) 97402-4777 ou clique aqui.





Fonte:| adv comm | 

terça-feira, 2 de maio de 2017

O que fazer quando seu podador não está funcionando corretamente?


O seu podador não está cortando da maneira que costumava? Os galhos ficam presos nas lâminas? Os ramos não estão sendo cortados de forma uniforme? Bem, existem várias explicações possíveis para isso. Continue lendo esse post para aprender a identificar as causas que podem estar afetando o seu equipamento!
– Se enquanto você trabalha os ramos ou galhos estão ficando presos entre as lâminas, bloqueando as pás ou parando a lâmina por completo, pode ser que a lâmina superior e a inferior tenham se soltado. Esse desgaste acontece depois de um bom tempo de uso do equipamento.
– Se o corte dos ramos está ficando desigual, pode ser que as lâminas do seu podador precisem ser afiadas. Trabalhar com as lâminas afiadas é fundamental para que os cortes sejam precisos.
Para esses dois casos, é importante lembrar que a STIHL recomenda que os serviços de manutenção e consertos sejam realizados somente em uma Concessionária STIHL, pois seus funcionários recebem treinamentos periódicos e todas as informações técnicas das máquinas.
Seja para substituir peças ou afiar suas lâminas, conte conosco! Clique aqui e confira o endereço mais próximo de você!

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Fonte: | Blog Stihl |