terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Cuidados ao usar um soprador.



Há dois tipos de sopradores no mercado: o manual e o costal. O soprador manual pode ser em encontrado em três diferentes versões: a combustão (gasolina), elétrico ou a bateria. Já o soprador costal pode ser encontrado somente a combustão.

Para que você possa usufruir de maneira completa da linha de sopradores STIHL, leia atentamente o manual de instruções antes de usá-los. Você precisa saber como o soprador funciona e como utilizá-lo de forma adequada antes de iniciar o trabalho.

Cuidados precisam ser tomados para sua segurança. Confira:

  • Nunca aponte um soprador para a uma pessoa ou animal
  • Certifique-se de que não há pessoas a menos de 15 metros de onde você está trabalhando com o soprador
  • Não use sopradores se você estiver doente ou se está sob o efeito de drogas (remédios, bebida, etc)
  • Não use sopradores em locais fechados ou com pouca ventilação
  • Não utilize um soprador em locais instáveis, como telhados, escadas ou árvores
  • Trabalhe com cuidado
  • Use equipamentos de proteção individual: protetor auricular, óculos de proteção, luvas, calças e mangas compridas e sapatos antiderrapantes.
Ficou alguma dúvida? Comente e iremos esclarece-la!



Fonte: | Blog Stihl | 




terça-feira, 6 de dezembro de 2016

A vantagem das motosserras a gasolina

Para tornar a atividade de corte de madeira mais fácil, rápida e simples, uma motosserra de qualidade faz toda a diferença. Além disso, é importante escolher o modelo correto de acordo com a sua necessidade.

A motosserra a gasolina é ideal para quem deseja realizar atividades em ambientes ao ar livre, longe de rede elétrica e usufruir da liberdade de movimentos, pois o abastecimento destas máquinas pode ser feito em qualquer lugar.

Os equipamentos a gasolina possuem diferentes faixas de potências, diferentes comprimentos, características e conjunto de corte, e estão disponíveis modelos desde para utilização doméstica até trabalhos de reflorestamento.


Conheça alguns modelos:


Motosserra MS 170: uma ferramenta leve, ideal para os trabalhos do dia a dia. Voltada ao uso doméstico, recomendada para atividades de corte de lenha, poda, serviços leves e uso ocasional em pequenas propriedades.



Motosserra MS 210: Compacta, leve e prática. Ideal para atividades agropecuárias, utilização em casas de campo, sítios e jardins.



Motosserra MS 250: Alto desempenho e rendimento. Ideal para o uso em fazendas, sítios, chácaras, pomares, fruticultura e arborização.



Motosserra MS 361: Motosserra profissional de médio porte. Baixo consumo de combustível e vibração. Ideal para o reflorestamento, carvoaria e serviços em geral.


Motosserra MS 260: voltada ao uso profissional, destaca-se pelo tamanho, resistência e leveza. É uma motosserra ideal para uso no mercado agropecuário e florestal, nas atividades de reflorestamento, desbaste, desgalhamento, cortes de árvores de pequeno e médio porte, preparação da madeira e podas de árvores.





Precisando de Motosserras da Stihl? #NaKausbenTem Venha e confira os preços em nossa loja!



Fonte: | Stihl |


terça-feira, 29 de novembro de 2016

Conheça a grande novidade da Stanley! A chave múltipla Twintec 27 em 1.

A chave múltipla Stanley Twintec é uma ferramenta versátil e conveniente, composta por dois lados ajustáveis que eliminam a necessidade de adquirir 26 chaves de soquete.



Coloque a chave onde deseja apertar e gire um dos lados ajustáveis, apertando, com segurança.



Ela aceita encaixes hexagonais, quadrados, estriados, chaves reversas e com fechos arredondados.



Com a catraca reversível, ajuda os usuários a finalizarem mais rapidamente o trabalho, dispensando a procura de várias chaves. A chave múltipla Stanley Twintec é uma ferramenta versátil independente da aplicação.








Vantagens de se adquirir uma chave múltipla Twintec da Stanley:
  • Encaixes: Hexagonal, quadrado, estrela, 12 pontos, arredondado e gancho
  • Ampla gama de aplicações para hobby e serviços profissionais leves
  • 27 peças em 1 (26 soquetes + catraca) Medidas métricas e polegadas
  • Catraca com ajuste rápido: Elimina a necessidade de soquetes
  • Cabeça Menor -10mm a 16mm, 3/8 “a 5/8”
  • Cabeça Maior -17mm a 24mm, 11/16 a 1”
  • Catraca dupla com ação reversível
  • Maior durabilidade
  • Design Inovador






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Fonte: | Stanley |

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Saiba tudo sobre pistão a gás.


Você já viu aquelas portas que se abrem como basculantes, para abrir desta forma pode ser usado vários tipos de ferragens e uma delas é o pistão a gás. Confira mais alguns detalhes.



O articulador pistão a gás é usado em portas basculantes de madeira ou alumínio. Permite uma abertura mais suave da porta e também proporciona um designer diferente ao móvel, mudando aquele visual comum das portas abrindo para os lados.



A capacidade de cada um também é diferente. Vai depender do peso de cada porta. Existem as seguintes capacidades: 40, 60, 80, 100, 120 e 140 Newton.



Como calcular o peso da porta para saber qual pistão devo usar?



Essa é uma dica para quem trabalha no ramo, mas também serve para você que de vez em quando tenta fazer por conta própria. Então, seja você profissional ou não, aproveite a dica.

O que é preciso para o cálculo


Primeiramente você precisa saber as medidas da porta que quer saber o peso. Você vai precisar da altura, da largura e da espessura (A, L, Esp), então, tenha uma trena ou um metro em mãos.

A segunda informação que vai precisar é da densidade do material de que a porta foi feita(Dens). Para a nossa postagem, vamos usar o MDF, que possui uma densidade média de 700kg/m³.



A fórmula a ser usada é a seguinte: A x L x Esp x Dens

Como fazer o cálculo


Vamos usar como exemplo uma porta que possui as seguintes medidas: A=35 cm, L=60 cm e Esp= 1,8 cm, mas para fazer o cálculo, essas medidas precisam ser passadas para metro, então ficaria assim: A = 0,35 m, L = 0,60 m e Esp = 0,018 m.

Aí é só fazer o cálculo:

0,35 x 0,60 x 0,018 x 700 = 2,646 kg.

Neste caso você poderá usar um pistão de 60N, que suporta portas de até 6kg.


Funcionamento do pistão a gás força inverso.


Existem muitas possibilidades na hora de projetar um móvel e também no momento da execução. Isso vai depender de cada caso, pois cada ambiente tem seu jeito e em cada um deles uma necessidade diferente. Esse pistão a gás força inverso funciona de uma maneira diferente do pistão de força comum. Vamos ver agora como é o seu funcionamento e em que caso ele pode ser usado.



O pistão a gás força inverso é usado em portas que se abrem para baixo, que eu particularmente chamo de abertura tipo porta de forno. A força deste pistão é contrária, ao invés dele fazer força para abrir ele faz força para não abrir. A força do pistão tem que ser de acordo com o peso da porta, pois quando você abre a porta, que no caso é para baixo, o pistão vai liberando a porta aos poucos, até que ela fique toda aberta.



Aqui, se a abertura fosse de porta normal, sempre em um dos lados o acesso ficaria difícil, a porta desta forma resolveu o problema.

Como eu disse acima, é preciso saber o peso da porta para escolher o pistão certo. Isso vai ter influência direta no funcionamento da porta, pois se usar o pistão certo em relação ao peso da porta, o movimento vai ser perfeito, como se fosse uma porta automática.



Espero que tenha tirado as suas dúvidas sobre pistão a gás e que essas informações tenham ajudado no seu projeto.

Qualquer dúvida não esqueça de perguntar aqui! Estamos aqui para ajuda-los








Fonte: | Edem Marceneiro | 

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Serra Sabre, para que serve?

No Brasil este tipo de serra ainda não é muito conhecida, seu visual lembra o de uma furadeira, mas realiza cortes de forma semelhante a uma tico tico. Sua versatilidade e capacidade de corte surpreendem os profissionais que buscam cortes rápidos, inovadores ou em locais de difícil acesso, como por exemplo, os bombeiros em operações de resgate.

Outra aplicação para a serra sabre está no corte de Gesso Acartonado (Dry Wall), cada vez mais freqüente na construção de paredes e divisórias, onde substitui a alvenaria. A serra sabre é o equipamento ideal para remodelação destas placas.

Além deste material, a SERRA SABRE pode ser utilizada para poda de galhos de árvores, cortes em madeiras em lugares de difícil acesso, cortes em estruturas metálicas para acabamento, serviços de encanamentos, corte de tubos e chapas de aço, corte de ossos em frigoríficos, trabalhos em oficinas mecânicas/funilarias e, conforme dito anteriormente, operações de salvamento e resgate em acidentes efetuadas pelo corpo de bombeiros.

É muito simples usar a Serra Sabre , escolha a lâmina adequada a cada tipo de operação, a DEWALT possui lâminas de corte para madeiras, metais e lâminas para multi-materiais que podem cortar vidros laminados - estas últimas são as preferidas pelo corpo de bombeiros, pois podem cortar a coluna e o pára brisa de um veículo acidentando permitindo acesso à vítima.

As variações no número de dentes da lâmina determinam os tipos de acabamentos e os materiais em que são aplicadas. Menos dentes, cortes mais rápidos e rústicos. Mais dentes, cortes com acabamento melhor. Dentes maiores e em menor número na lâmina, cortes em madeira. Dentes pequenos em grande número na lâmina, corte de metais.

Para colocar a lâmina de corte, o operador deverá puxar a alavanca na lateral da máquina para abrir o mandril*, os dentes podem ficar voltados para cima ou para baixo dependendo do local onde será usada.

Apóie bem a base da máquina no material que será cortado, em seguida pressione levemente o gatilho para iniciar o corte. A velocidade da máquina é variável e isto permite que se inicie o corte com mais segurança e precisão, a velocidade variável também é importante para que a máquina consiga realizar cortes em materiais variados, em geral utilizamos velocidade mais baixa para corte em metais e materiais mais duros e velocidade maior para corte em madeiras e outros materiais mais moles.




* exclusivo para modelos DW303MKe DW938K. Os modelos mais antigos usam chave Allen para liberação do mandril e permitem a colocação da lâmina apenas com os dentes para baixo.




Precisou de Serra Sabre? #NaKausbenTem






Fonte: | Dewalt | 

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Saiba como instalar puxadores de móveis

Ao alcance de todos, a instalação de pegas e puxadores requer apenas uma marcação precisa dos pontos de fixação. Com um gabarito para transferir as marcações em várias fachadas, uma boa técnica de perfuração e uma pequena dica para evitar que o puxador se desaperte, instalar puxadores é apenas uma formalidade.



A sua realização em 4 etapas

  • Determinar a localização
  • Realizar a localização
  • Furar o suporte
  • Fixar puxadores 

Determinar a localização

Para uma gaveta

A centragem da pega ou do puxador na fachada da gaveta é a fórmula mais utilizada para os armários de cozinha ou do roupeiro. Mas também é necessário ter em conta o conforto de utilização, a exemplo das grandes gavetas de cómoda que se manipulam mais facilmente com dois pontos de preensão, sobretudo se instalar puxadores.



Centrar

Localizar o centro da fachada da gaveta: traçar as duas diagonais e marcar a interseção onde o puxador será fixado. Para uma pega, marcar a linha mediana da fachada e centrar os dois pontos de fixação.




As portas de armário

O posicionamento da pega ou do puxador é desta vez mais uma questão de conforto. Para módulos baixos de cozinha ou para o móvel inferior do tampo da casa de banho, colocá-los na parte superior para evitar ter que se baixar de cada vez.

Em contrapartida, devem ser colocados na parte inferior no caso de módulos de arrumação altos.



Realizar um gabarito





Para poupar tempo

Quando é necessário equipar várias gavetas ou fachadas de armário, é preferível confecionar um gabarito de perfuração. Para gavetas, recortar uma folha de papel da dimensão da fachada e marcar nela os pontos de perfuração.





Para uma série de fachadas de armário, realizar apenas um gabarito que colocará no ângulo do batente. Além disso, oferece a vantagem de ser reversível, para as portas que abrem à esquerda ou à direita.



Furar o suporte





Furar direito e sem estilhaço


Usar uma broca para madeira com um diâmetro superior a 1 mm em relação ao diâmetro das fixações. Em alguns modelos, o parafuso insere-se no casquilho, na parte traseira da pega. É o diâmetro desse casquilho que é necessário ter em conta.

Colocar um pedaço de madeira atrás da superfície a perfurar para obter uma saída sem estilhaço. Berbequim parado, colocar a ponta da broca sobre a marcação, empurrar ligeiramente para marcar a superfície e iniciar a rotação.

Manter o berbequim bem perpendicular à superfície para perfurar direito e afastar a mão que segura o pedaço de madeira da zona de perfuração.



Fixar os puxadores



Apertar bem!


O aperto efetua-se pela parte de trás da fachada. Se o aperto dos dois parafusos de uma pega são suficientes para manter a fixação no tempo, não é raro ver um puxador desapertar-se devido às inúmeras manipulações. Um inconveniente fácil de evitar colocando um pouco de cola sobre a rosca do parafuso.




Precisando de puxadores? #NaKausbenTem










Fonte: Leroy Merlin


terça-feira, 25 de outubro de 2016

Dicas de como fazer compostagem utilizando o Triturador de Resíduos orgânicos TR 200

Com o TR 200, você tem uma excelente solução tecnológica e ecológica para processar todo tipo de lixo orgânico. Ele é ideal para triturar resíduos domésticos e resíduos orgânicos como aparas, restos de poda, grama, arbustos, ramos, galhos. É um equipamento forte, resistente e de alto desempenho. Com ele, você dá uma destinação correta ao lixo orgânico e acaba com amontoados e entulhos no seu quintal.

Os resíduos triturados podem ser compostados e transformados em adubo de excelente qualidade, rico em nutrientes, perfeito para praticar a agricultura orgânica e obter alimentos mais saudáveis e saborosos, isentos de produtos químicos e agrotóxicos.

Este fertilizante natural pode ser utilizado em plantações, pomares, na horta, no seu jardim, deixando tudo mais verde e viçoso. Com o TR 200, você preserva o meio ambiente e tem mais qualidade de vida.

Como triturar corretamente e preparar a compostagem dos resíduos orgânicos


Com o TR 200 você pode triturar:


Resíduos domésticos como restos de frutas e verduras, cascas de ovos, chá, café, pequenos ossos, sobras de refeições, papel, madeiras mofadas, lâminas de madeira, cestos de palha, objetos de vime, etc. Resíduos orgânicos como galhos até Ø 1” ( 2,54 cm), folhas, grama, cascas e aparas de árvores, arbustos, cercas-vivas, folhas e flores secas, restos de vegetais, etc.

Atenção! Nunca triture:


Vidros, plásticos, pedras, metais, embalagens, produtos químicos (perfumaria, limpeza, tintas, etc.), papéis impressos (revistas ilustradas) e nem papéis plastificados. Estes materiais devem ser separados e reciclados, pois podem poluir o meio ambiente e danificar seriamente o seu triturador.

Mãos à obra: vamos triturar o lixo.


Antes de começar, divida os resíduos orgânicos em porções. Certifique-se de que não haja nenhum material não-triturável como vidro, pedras e outros. Corte ou quebre em pedaços menores os materiais mais volumosos, como madeiras mofadas, galhos, arbustos, cestos de vime, etc.

Os resíduos devem ser introduzidos misturados em forma de maço no funil alimentador. Segure-os firmemente com as duas mãos e empurre-os através do funil, até que o material está sendo sugado e triturado. Galhos e madeiras relativamente retos e outros objetos mais grossos devem ser introduzidos no tubo alimentador localizado na lateral do TR 200. O ideal é que todo o material passe duas vezes pelo triturador. Quanto menor e mais fibrosa for preparada a matéria-prima orgânica, melhor será o composto para o adubo.

Importante: Ligue sempre o triturador antes de introduzir qualquer material.

Atenção! Durante o trabalho, use sempre roupas adequadas, luvas e óculos de proteção.



Uma boa mistura garante um excelente adubo.

A mistura do material que vai ser triturado é fundamental para obter um adubo de alta qualidade. Faça a mistura alternando porções de diferentes tipos de materiais orgânicos. Por exemplo: misture papel, grama, folhas e restos de frutas. A relva úmida misturada com outros materiais aumenta a qualidade do adubo.

Use a Caixa de Compostagem Trapp.

Para preparar um adubo rico em nutrientes, você precisa primeiramente de uma composteira. A Trapp oferece uma solução prática e eficiente. Fabricada em plástico reforçado, ela é resistente, durável, leve e pode ser facilmente lavada. Para montá-la, basta unir os quatro painéis e encaixar as extremidades dos cantos.

A Caixa de Compostagem Trapp tem capacidade para ½ m³ de composto orgânico e é um produto feito para você usar por muito tempo. Se houver um grande volume de resíduos para processar, o ideal é adquirir 2 ou 3 caixas de compostagem para utilizar no dia a dia e produzir uma boa quantidade de adubo.






Ou construa a sua composteira


Se preferir, você também pode montar o seu próprio equipamento. Veja como fazer:

1. Construa um engradado de madeira com 50 cm de lado, que vai comportar ¼ m³ de material orgânico (fi g.1). O ideal é montá-lo com tábuas de 15 cm de largura e 2,5 cm de espessura.

2. Cada uma das quatro faces do engradado deve ser construída separadamente. Ao pregar as tábuas em cada painel, deixe um espaço entre elas equivalente à metade da largura da tábua. Esta abertura permitirá a entrada de ar, fundamental para uma boa fermentação do material orgânico.

3. Para montar o engradado, junte os quatro painéis e prenda seus cantos com arame (fi g. 2). Se preferir, construa um engradado mantendo as proporções.





Escolha o local certo


O composto orgânico deve ser preparado o mais próximo possível do local de plantio.

A compostastagem pode ser feita sobre chão de terra, tablado de madeira ou piso cimentado, já que não exala mau cheiro e não atrai moscas. Se optar por chão de cimento ou de tábuas, cubra o piso com uma lona plástica de dimensões maiores que o dobro da área do engradado (fi g. 3). Isso evita que o chão fique manchado com a coloração escura do húmus. Em dias de muita chuva, dobre a lona sobre a composteira, para que não encharque, comprometendo a qualidade da mistura.

Preparando o composto orgânico.


Para preparar o adubo, encha a composteira com os resíduos vegetais triturados.

Se a matéria vegetal estiver muito seca, umedeça levemente a massa borrifando água. Tome o cuidado de não molhar demais e de não encharcar a mistura. Não pressione e não compacte a massa, pois isso prejudica a ventilação e a fermentação da matéria orgânica. Depois de completar o engradado, cubra com uma lona preta, vedando bem a parte superior da caixa, protegendo contra a chuva. As laterais da caixa devem permanecer descobertas e arejadas. Combinando microorganismos com a umidade, ar e calor, logo começa o processo de fermentação que transforma os resíduos triturados num poderoso composto de nutrientes para a terra. O tempo para o preparo do composto orgânico é de cerca de 90 dias, de acordo com a temperatura ambiente; quanto mais quente, mais rápido é o processo. Se quiser, você pode acrescentar esterco de galinha, vaca ou cavalo, o que vai enriquecer a mistura e acelerar a fermentação.

O esterco fornece nitrogênio e microorganismos que vão decompor os restos vegetais de difícil fermentação e em 45 dias o adubo estará pronto. Para preparar o engradado, despeje todo material e misture-o, procurando manter a proporção de 1 volume de esterco, cascas de frutas ou verduras para cada 3 volumes de resíduos vegetais fibrosos ou palhas (fi g. 4).

Mexendo a massa.


Se o engradado fi cou cheio num só dia, é só deixar o material fermentar. Caso contrário, se for necessário acrescentar novas porções de material triturado, é preciso remontá-lo. Faça desta forma: desmonte as quatro faces da composteira e remonte-a ao lado. Coloque no fundo um pouco de composto em fermentação e sobre ele distribua o material fresco, cobrindo em seguida com o restante do composto em fermentação. Fig. 4






Observações e cuidados.


1. A prática antiga de preparar o composto em buracos na terra não é recomendada, pois a fermentação anaeróbica (sem ar) não fornece ácidos húmicos, que são importantes para juntar as partículas do solo, melhorando sua estrutura.

2. Não há necessidade de aplicar uréia na compostagem dos resíduos orgânicos.

3. No início do processo, deve-se revolver o material todos os dias; depois de uma ou duas semanas, revolva uma vez por semana ou sempre que surgir mau odor ou a temperatura estiver elevada. Um composto bem arejado não exala mau cheiro e não atrai moscas.

4. Você pode usar a técnica vermicompostagem, colocando um pouco de terra com minhocas entre as camadas de resíduos orgânicos triturados. As minhocas vão se multiplicar, arejar a mistura, digerir matéria orgânica, produzir húmus e fertilizar o composto.

5. É recomendável peneirar o material antes de colocá-lo na terra.

6. A parte do adubo que não for usada imediatamente deve ser mantida coberta.

7. No primeiro ano, coloque essa quantidade sempre que o canteiro for refeito: misture aos primeiros 5 cm do canteiro pronto 2 kg de composto por m². Como o ciclo da maioria das hortaliças é de quatro meses, em média, o canteiro vai ser usado para cerca de três plantios por ano, recebendo no total 6 kg de composto. Do segundo ano em diante, coloque a mesma quantidade quando for plantar folhosas (mais exigentes). Outras hortaliças como o nabo, salsa e mostarda podem receber menor quantidade e até se contentar apenas com adubação residual da cultura anterior.


Gostou? #NaKausbenTem





Fonte: | Trapp |