terça-feira, 18 de outubro de 2016

O que é Relógio comparador?

Instrumento de grande precisão de sensibilidade utilizado na centragem de peças na usinagem, verificações de excentricidade e empeno, alinhamento de máquinas, verificação de medidas por comparação, etc.

O relógio comparador é um dos instrumentos de maior utilização nos trabalhos de mecânica. Seu funcionamento se dá da seguinte maneira: um jogo de engrenagens no interior da caixa amplia e transmite ao ponteiro o movimento que é acusado pela haste de contato. A haste é guiada pelo canhão. A escala maior no mostrador (perímetro do círculo) está dividida em 100 partes (0 a 100). A cada volta completa do ponteiro ocorre uma volta de outro ponteiro denominado conta-voltas, que acusa, portanto, milímetros inteiros. As engrenagens estão conectadas à cremalheira da haste. A alavanca mantida pressionada pela mola impede que a folga entre os dentes da engrenagem mascare a medida.

Os relógios comparadores, para serem usados, necessitam ser montados em suportes adequados, tais como: suporte universal, desempenos com coluna e outros para fins especiais.

Por se tratar de um instrumento de alta precisão, são necessários cuidados especiais. Deve-se guardá-lo em estojo próprio e evitar que sofra quedas e choques mecânicos.

Relógio Comparador e a medição (indicação) direta


Por definição, medição (ou indicação) direta é quando o valor da grandeza desejado (mensurando) é lido diretamente no dispositivo mostrador do instrumento de medição. Por exemplo, quando determinamos uma dimensão linear com um paquímetro (veja o simulador de paquímetro), a leitura que obtemos na escala e nônio dele, desconsiderando os erros, é a medida efetiva do objeto que estamos submetendo à medição.

Utilizamos o relógio comparador nesta modalidade de medição em conjunto com desempenos e(ou) suportes para medir a espessura de chapas, por exemplo, dentre outras medidas relativamente pequenas.

Este método de utilização é visto no Simulador e na figura 1. Submetemos o instrumento a uma pré-carga, o zeramos (girando o mostrador), movemos o fuso manualmente dando espaço para colocar o objeto a ser medido no eixo do instrumento e retornamos o fuso até que o contato com a peça o detenha. A dimensão é lida diretamente no mostrador, pela posição relativa (deslocamento) do ponteiro principal e do contador de voltas.


Relógio Comparador e a medição indireta

Neste caso, por contraste, temos medição (indicação) indireta, quando o valor lido no dispositivo mostrador do instrumento não é o valor da grandeza mensurando. Por exemplo. Quando se utiliza um barômetro, ou meço a sombra, para determinar a altura de um edifício.

Uma possibilidade de utilização do relógio comparador é calcular a diferença entre a dimensão de um padrão e a do mensurando.


Dimensão da peça = Dimensão do padrão + (ou) - Valor lido no instrumento


Zeramos o instrumento com um padrão cuja dimensão conhecemos e estabelecemos a diferença entre ela e a do objeto que estamos submetendo à medição, algebricamente.


Relógio Comparador e a mecânica da sua leitura


Utilizar um relógio comparador é uma das tarefas mais fáceis da metrologia. Vamos compreender este método usando como exemplo o simulador e você conseguirá utilizar vários outros modelos, com suas escalas, alcances e resoluções. Em geral, eles vêm com uma 'colinha' impressa no mostrador dizendo sua resolução e faixa nominal (ex: 0.01 - 10.00mm ou 0.001 - 1.000").

Uma volta completa do ponteiro principal do nosso simulador representa o equivalente a um milímetro de movimento do fuso. O seu mostrador possui dez divisões numeradas (de 0 a 90 de dez em dez) e cada uma destas está subdividida por dez, perfazendo cem (100) divisões. Desta forma cada um das marcas do mostrador equivale à centésima parte do milímetro (0,01mm). A faixa nominal do instrumento das figuras 1 e 2 é de 10mm; esta característica torna necessário que algum dispositivo conte o número de voltas do ponteiro principal (número de milímetros inteiros a ser somado à parte centesimal).


Procedimento para leitura direta


Observe que os ponteiros são contra-rotantes e o movimento do principal é horário;
  • o instrumento é afixado em um suporte que trabalha em conjunto com um desempeno
  • encoste a ponta de contato no desempeno e aplique a pré-carga
  • gire o mostrador até o traço com o zero (0) fique alinhado com o ponteiro
  • leia a condição inicial dos ponteiros, comparando com o mostrador
  • gentilmente, levante o fuso até que haja espaço para a entrada do objeto da medição
  • com o mesmo cuidado retorne o fuso (propelido por uma mola) até que ele toque no objeto da medição
  • leia o ponteiro do contador de voltas (mostrador pequeno), subtraindo o número de espaços entre as marcas que ele varreu
    • 7-0 = 7mm
      • veja que o ponteiro estava perfeitamente alinhado com o zero no início e depois passou a linha sete. Isto significa que há uma parte centesimal a ser apreciada
  • leia o ponteiro principal para determinar os centésimos
    • ele varreu sete linhas com número (0,1mm cada) e uma linha curta quando saiu do zero e parou na última volta, assim: 7x0,1mm + 1x0,01mm = 0,71mm
  • some os resultados
    • 7mm + 0,71mm = 7,71mm, que é a dimensão do objeto que está sendo medido.


Procedimento para leitura indireta


Este passo a passo descreve os procedimentos para a leitura da figura 2, observe que os ponteiros são contra-rotantes e o movimento do principal é anti-horário, não esqueça que para leituras indiretas:

Dimensão da peça = 
Dimensão do padrão + (ou) - Valor lido no instrumento

  • o instrumento é afixado em um suporte que trabalha em conjunto com um desempeno
  • encoste a ponta de contato no padrão e aplique a pré-carga
  • gire o mostrador até o traço com o zero (0) fique alinhado com o ponteiro
  • leia a condição inicial dos ponteiros
  • gentilmente
    • levante o fuso
    • retire o padrão e
    • coloque o objeto da medição
  • com o mesmo cuidado retorne o fuso até que toque o objeto da medição
  • leia o ponteiro do contador de voltas, subtraia o número de espaços entre as marcas que ele varreu
    • 10-8 (ele se movimentou no sentido contrário ao da contagem) = 2mm
  • leia o ponteiro principal para determinar os centésimos
    • ele varreu duas linhas com número (0,1mm cada) e nove linhas curtas quando saiu do zero e parou na última volta, assim: 2x0,1mm + 1x0,09mm = 0,29mm
    • outro jeito de ler esta coisa é: 100/100-70/100 = 30/100+1/100 = 0,29mm
      • veja que ele varreu os décimos no sentido contrário ao da contagem, assim use (-), contudo, o ponteiro não chegou ao 70 centésimos, faltou um centésimo, daí somar (+) 1/100
  • some os resultados
    • 2mm + 0,29mm = 2,29mm
  • subtraia este resultado do valor da dimensão aferida do padrão (o sentido de rotação dos ponteiros (contrarrotantes, indicam que o objeto é menor que o padrão
    • 10mm - 2,29mm = 7,71mm

Zerando o mostrador



Depois de estabelecida a pré-carga, o relógio comparador dispõe de um aro que permite girar o mostrador para, por exemplo, alinhar o zero com o Ponteiro Principal para facilitar a leitura, para isto deve-se soltar o Parafuso de fixação do aro.














Precisando de relógio comparador? #NaKausbenTem









Fonte: | CIMM | STEFANELLI | 

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Qual lâmina devo usar na roçadeira?

A STIHL dispõe de uma vasta linha de ferramentas de corte para roçadeiras. Cada uma indicada para um tipo de vegetação. Confira abaixo os modelos - você encontrará o acessório perfeito para sua necessidade. Lembre-se de verificar a compatibilidade com o respectivo modelo de roçadeira.

Conjunto de corte TrimCut



Para trabalhos de corte, limpeza e acabamento. O fio de corte é reajustado manualmente.



Conjunto de corte AutoCut



Para trabalhos de corte, limpeza e acabamento. O fio de corte é reajustado automaticamente quando o AutoCut toca no solo.



Conjunto de corte SuperCut



Perfeito para trabalhos de corte, limpeza e acabamento. O fio de corte é mantido automaticamente no comprimento certo.



Conjunto de corte PolyCut



Equipado com três facas plásticas móveis e substituíveis. Superversátil e ótimo para corte de grama e acabamentos, mesmo em grandes áreas.



Lâmina de 4 pontas



Lâmina de aço especial indicada para corte de grama.



Lâmina de 2 pontas



Lâmina de aço especial indicada para trabalhos de corte, limpeza e manutenção com baixa e média dificuldades.



Lâmina de 2 pontas em aço de blindagem


Em aço de blindagem, oferece maior durabilidade, sendo a mais segura do mercado. Equipa as máquinas de maior potência. Indicada para trabalhos de corte, limpeza e manutenção nas atividades dos mercados florestal, agropecuário e de jardinagem.



Lâmina de 8 pontas



Lâmina de aço especial indicada para corte de grama e relva.



Lâmina de 3 pontas



Lâmina de aço indicada para trabalhos de roçada de alta dificuldade.



Serra Circular Standard



Ferramenta especial de aço, com dentes pontiagudos e boa capacidade de corte, para arbustos lenhosos.



Serra Circular Especial



Serra circular com dentes especialmente desenhados para o corte preciso e eficaz de arbustos e troncos lenhosos de até 10 cm.



Os fios de corte proporcionam o acabamento próximo a muros, árvores, postes ou qualquer outro obstáculo sem causar danos. A STIHL disponibiliza dois tipos de fios de corte, em três versões. Todas podem ser usadas em quase todos os cabeçotes. A STIHL oferece diferentes bitolas conforme o conjunto de corte a ser utilizado.



Fio de Corte Redondo



Proporciona cortes precisos, facilitando e aumentando o rendimento das roçadeiras, principalmente no corte de gramas e no acabamento próximo a obstáculos.



Fio de Corte Quadrado



Maior potência e poder de corte durante o trabalho, além de proporcionar maior vida útil



Fio de Corte Silencioso


Desenvolvido especialmente para reduzir o efeito sonoro durante a utilização dos produtos, através da ranhura em forma espiral, que o torna mais silencioso que os fios de corte tradicionais.



O entalhe na superfície do fio interrompe o fluxo de ar de constante, formando uma turbulência que reduz o efeito sonoro, tornando-o significativamente mais silencioso.







Precisando de roçadeira ou lâminas? #NaKausbenTem








Fonte: | Stihl | 

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Você sabe o que é um Micrômetro?

Junto com o paquímetro, o micrometro é o instrumento mais utilizados na medição de peças e equipamentos na mecânica. Em outra postagem aqui do Blog da Kausben nós já tratamos do procedimento de leitura dos paquímetros. Vamos falar um pouco sobre o micrômetro, ver os principais tipos existentes e entender como é o seu processo de leitura.

Um micrômetro não é nada mais do que um parafuso que se enrosca em uma porca, é verdade que a rosca deste parafuso/porca é bem pequena, tanto que é chamada de rosca micrométrica. Quando uma porca dá uma volta completa ao redor de um parafuso, ela se desloca para frente ou para trás uma medida igual ao seu passo.

O micrometro ao lado, primeiro que existiu, foi inventado pelo francês Jean Louis Palmer , não era nada mais do que um parafuso que se enroscava em uma porca subdividida, assim, se ela fosse dividida em 10 partes, teríamos uma valor de cada parte dez vezes menor do que o passo do parafuso, por exemplo. Se o passo do parafuso fosse de 1mm, cada divisão na porca valeria dez vezes menos, ou seja, 0,1mm.


Os micrômetros da atualidade podem ter 50 divisões no tambor (porca) no caso dos instrumentos em milímetros ou 25 divisões no caso dos instrumentos em polegada. Observe no desenho abaixo as principais partes de um micrometro.



Dependo do tipo de aplicação, podemos necessitar de um micrometro com características construtivas diferentes, veja os principais tipos existentes:



A capacidade de leitura de um micrômetro varia de 25 em 25mm ou de 1" em 1". Assim, existe um micrômetro que serve para medidas entre 0 e 25mm, outro para medidas entre 25 e 50mm, mais um para variações entre 50 e 75mm, etc. Para os instrumentos em polegada é a mesma regra, um micrômetro que mede de 0 a 1", outro de 1" a 2", mais um de 2" a 3" e assim por diante.

O processo de leitura é bem simples, vamos aprender como identificar medidas em mm:


Os traços acima da linha horizontal valem 1mm e aqueles que estão abaixo valem 0,5mm, o lugar onde estão estes traços chamamos de "bainha". Assim, a ordem crescente dos traços da bainha é 0,5mm; 1,5mm; 2,0mm; 3,5mm; etc. Os traços do tambor (estes que estão "deitados") valem 0,01mm cada.
A leitura consiste em observar quantos traços de 1mm o tambor ultrapassou e somar com o valor do traço do tambor (traços "deitado"). A leitura do micrometro ao lado é 15,435mm, mas vamos fazer uma leitura passo a passo.



Como você pode perceber no desenho ao lado, o tambor ultrapassou 16mm da bainha, observe que apesar de o traço 16 estar bem coladinho ao tambor ele já foi ultrapassado.





Agora veja que além de ter ultrapassado o traço 16mm, o tambor também ultrapassou o traço que existe entre o 16mm e 17mm, que vale 0,5mm. Então já temos 16,5mm, falta somar a medida do tambor.




O traço do tambor que está coincidindo com a linha horizontal é o 32, ele vale 0,32mm.

A nossa medida é a soma:

16,5mm (da bainha) +0,32mm (tambor)= 16,82mm



Vamos aprender agora como se faz leitura de medidas em polegadas. Os micrômetros medem em polegada milesimal, mas, antes de qualquer coisa, devemos entender como são as medidas inteiras nestes micrômetros. Como já vimos, os micrômetros em polegada têm a capacidade de medição de uma em uma polegada, assim, no micrômetro de mede de 0" a 1", quase todas as suas medidas serão 0,xxx" (zero vírgula alguma coisa), aquele que medir de 1" a 2", terá quase todas as medidas como 1,xxx" (um vírgula alguma coisa), e assim por diante.

O processo de leitura é o mesmo, a mudança está no valor de cada traço, tanto da bainha quanto do tambor.Os maiores traços da bainha valem 0,100" (então temos 0,100"; 0,200"; 0,300"; ... 0,900"). Observando bem, perceberemos que entre cada traço grande temos outros três traço pequenos, cada um vale 0,025" (então temos 0,025"; 0,050" e 0,075"). Cada traço do tambor vale 0,001".




Vamos à leitura. Imaginando que o nosso micrometro tem capacidade de medir de 0" a 1", nossa leitura, seja ela qual for, será 0,xxx" (zero vírgula alguma coisa). O tambor ultrapassou o traço grande 6, então temos 0,600".





Agora veja que o tambor ultrapassou três traços pequenos, que valem juntos 0,075". Como já tínhamos percebido que ele havia ultrapassado também o traço que vale 0,600", podemos somar as duas medidas e chegar à 0,675", que é o valor encontrado na bainha.



O traço do tambor que coincide com a linha horizontal é o 19, ele vale 0,019". A nossa medida final será, novamente, a soma:

0,675" (da bainha)+ 0,019" (do tambor)= 0,694"

Ainda existe outro tipo de micrômetro que consegue atingir medidas ainda mais precisas, tanto em milímetros como em polegadas, mas não é o momento de falar disso. Se você quiser estudar este assunto um pouco mais temos alguns vídeos interessantes. Temos também alguns simuladores muito interessantes, não deixe de conferir.



Gostou? Precisando de Micrômetro? #NaKausbenTem Venha e confira!






Fonte: | Tec Maniaco |


terça-feira, 27 de setembro de 2016

Você sabe o que é um paquímetro?

O que é um paquímetro?

O paquímetro é um instrumento usado para medir com precisão as dimensões de pequenos objetos. Trata-se de uma régua graduada, com encosto fixo, sobre a qual desliza um cursor. O paquímetro possui dois bicos de medição, sendo um ligado à escala e o outro ao cursor.

Para que serve um paquímetro?

Com um paquímetro podemos medir diversos objetos, tais como: parafusos, porcas, tubos, entre outros. Para realizar tal medição basta aproximar o objeto do bico superior e deslizar o cursor até que a peça fique justa.

Quem inventou o paquímetro e como são suas medida?

O paquímetro possui normalmente uma graduação em centímetros e outra em polegadas para que possamos realizar as medições. O cursor móvel tem uma escala de medição que se denomina nônio ou vernier. A escala é chamada de nônio ou vernier em homenagem aos seus criadores: o português Pedro Nunes e o francês Pierre Vernier. O vernier (nônio) possui uma escala com n divisões para X mm da escala fixa. nônio ou venier



No exemplo ao lado, o nônio está dividido em 10 partes iguais e que equivalem a 9mm, ou seja, o primeiro traço do nônio está 1/10 mm antes do traço da escala fixa, o segundo está a 2/10 e assim por diante.






Elementos do paquímetro




Em um paquímetro temos:

  • Orelha fixa
  • Orelha móvel
  • Nônio ou vernier *(polegada)
  • Parafuso e trava
  • Cursor
  • Escala fixa
  • Bico fixo
  • Encosto fixo
  • Encosto móvel
  • Bico móvel
  • Nônio ou vernier (milímetro)
  • Impulsor
  • Escala fixa de milímetros
  • Haste de profundidade



Tipos de paquímetros

Existem diversos tipos de paquímetro no mercado. Abaixo listamos os principais instrumentos, suas respectivas características e uma imagem representativa.


Paquímetro universalÉ o paquímetro mais utilizado. Serve para realizar medições internas, externas, de profundidade e de ressaltos.Paquímetro Universal
Paquímetro universal com relógioPossui um relógio acoplado ao cursor que facilita a leitura, agilizando a medição.Paquímetro com relógio
Paquímetro com bico móvel (basculante)É muito empregado para medir peças cônicas ou peças com rebaixos de diâmetros diferentes.Paquímetro com bico móvel
Paquímetro de profundidadeServe para medir a profundidade de furos não vazados, rasgos, rebaixos, entre outros. Esse paquímetro pode apresentar haste simples ou com gancho.Paquímetro de profundidade
Paquímetro duploServe para medir dentes de engrenagens.Paquimetro duplo
Paquímetro digitalUtilizado para leitura rápida, livre de erro de paralaxe e ideal para controle estatístico.Paquímetro digital




Exemplo do uso do paquímetro



Na animação acima é possível ver o funcionamento de um paquímetro e a forma que é realizada a medição. É dessa maneira que é feita a leitura do paquímetro. 


Como usar o paquímetro


Para ser usado de forma correta, o paquímetro precisa:
  • Ter seu cursor e encosto limpos e a peça a ser medida precisa estar bem posicionada entre seus bicos; 
  • Não expor o instrumento a luz solar direta; 
  • Não desmontar o equipamento; 
  • Evitar choques ou movimentos bruscos; 
  • Evitar um aperto forte dos bicos sobre o objeto que seá medido 

Aplicações usuais do paquímetro



Acima uma imagem que ilustra sete formas de utilizar o paquímetro. Exemplos de medição interna, externa e de profundidade. A figura mostra várias maneiras de utilizar o instrumento.



Precisando de Paquímetro? #NaKausbenTem






Fonte:| Régua Online | 

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Tipos de Pistola de Pintura

Pistola de pintura é uma ferramenta que permite a Pintura por pulverização que é uma técnica de pintura onde um equipamento pulveriza um revestimento (Tinta, verniz, etc.) através do ar até uma superfície. Os sistemas mais comuns utilizam um gás comprimido (usualmente ar) para atomizar e dirigir as partículas de tinta.

As atuais pistolas de pintura desenvolveram-se a partir dos Aerógrafos e distinguem-se destes pelo seu tamanho e dimensão do padrão de pulverização que produzem. Os aerógrafos são pequenos e seguram-se com uma mão e são muito usados para trabalhos de muito detalhe como retoque de fotografias, unhas, modelismo e trabalho artístico. As pistolas de pintura são maiores e são usados para trabalhos de pintura em grandes superfícies. As pistolas de pintura podem ser de utilização manual ou automática e possuem bicos intercambiáveis para alterar o padrão de pulverização.

Para além da pintura industrial e de construção civil, a pistola de pintura é usada também em áreas como funilaria, artística, bioquímica entre outros.


Aerógrafo


O aerógrafo deu origem as pistola que conhecemos hoje, foi criado para retoques fotográficos, e mais tarde teve sua gama de utilização expandida. Aerógrafos são utilizados para serviços finos e detalhados como retoque de fotografia, pintura de unhas, aerografia, micropintura e modelismo.


Pistola de pulverização convencional


A pistola de pulverização utilizada para pintura de grandes superfícies e de alta produção, geralmente são maiores. Pistolas de pulverização podem ser automatizadas ou operada manualmente, possuem cabeças intercambiáveis para permitir diferentes padrões de pulverização.

São de porte maior que os aerógrafo, e geralmente em formato de pistola com repositório de tinta, e um gatilho maior. Possuem aplicações especializadas, são equipamentos de alta precisão com controle de leque e determinados ajuste conforme a utilização. 


Tipos de bicos


Devido a uma ampla variedade de formas e tamanhos de bicos, a consistência da tinta pode ser variada. A forma da peça de trabalho e da consistência desejada e tinta padrão são fatores importantes na escolha de um bocal. Os três bicos mais comuns são o cone completo, cone oco, e fluxo plano. Existem dois tipos de processos de pulverização. Em um método de operação manual, o equipamento é operado por um operador qualificado, e aplicado a uma distancia de cerca de 6 a 10 polegadas (15-25 cm) do objeto. Em um processo automático, a cabeça da pistola está ligada a um robô automatizado através do bloco de montagem e proporciona o fluxo de tinta a partir das operações pré-programada. O objeto a ser pintado é geralmente colocado sobre rolos ou uma plataforma giratória para assegurar uma cobertura igual de todos os lados. 


Tipos de Pistolas



De acordo com o tipo de alimentação que possuem, as pistolas de pintura podem ser divididas em:

1. Pistola de sucção – utiliza a pressão realizada pelo ar para sugar o produto que se encontra em um copo abaixo da pistola. 



2. Pistola gravitacional – utiliza a própria gravidade para impulsionar o produto. 



A principal diferença entre os dois modelos está no posicionamento do reservatório da tinta que, no modelo de sucção, encontra-se abaixo da pistola, e no modelo gravitacional encontra-se acima da pistola.

Em testes realizados pelo CESVI BRASIL, observamos que na pistola de sucção existe um desperdício considerável: cerca de 5% do produto é desperdiçado por não ser alcançado pelo sistema de sucção.

Quanto ao funcionamento e ao modo de utilização, ambas são similares; a diferença está no conjunto pulverizador de cada uma, que deve ser selecionado de acordo com a viscosidade do produto que será aplicado.

Outro importante item a ser observado é a forma de pulverização da pistola, pois a qualidade do acabamento final da pintura está diretamente relacionada a isso. Existem dois tipos de pulverização mais utilizados: o convencional e o HVLP.



COMPARANDO


Veja uma rápida comparação entre esses dois modelos de pulverização:


Índice médio de transferência


Convencional – 34%

HVLP – 65%



Pressão máxima do ar no bico


Convencional – 2,4 a 4 Bar

HVLP – 0,7 Bar



Pressão na entrada


Convencional – 3,5 Bar

HVLP – 2 Bar



Distância de aplicação


Convencional – 20 a 25 cm

HVLP – 15 cm






Precisando de pistolas? #NaKausbenTem

Venha e confira!












Fonte: | Wikipédia | Clube das Oficinas | Arprex |

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Martelete Vs. Furadeira de Impacto

Existem muitas ferramentas que são parecidas na aparência mas que realizam funções diferentes. Você sabe qual a diferença entre Martelete e Furadeira de Impacto? Descubra agora!


FURADEIRA DE IMPACTO




Realiza furos principalmente através do giro, servindo para superfícies menos duras (o que é o normal em residências). As furadeiras tipo martelete geralmente possuem as duas funções (furadeira ou martelo), e na função martelo, além do giro, imprimem percussões que ajudam a furar superfícies mais duras (o som do furo é bem diferente). É muito utilizada em alvenaria e concerto de baixa dureza para realizar furos.



MARTELETE



O martelete (conhecido como martelete rompedor), que geralmente é comprado por kilos, exemplo Martelete de 5 Kg, de 8Kg, de 10Kg, de 20Kg, e assim vai. Estes são especificamente para quebrar, apesar que os modelos menores (principalmente de 2 a 5Kg) costumam vir com a função de furação também. Daí que pode acabar sendo utilizado no meio comercial o termo “martelo perfurador”. Os martelos deste porte podem vir com ponteiras tipo brocas, ponteiros, ou talhadeiras, dependendo do uso.



É utilizado em concreto de maior dureza, pedras para furos de vários tamanhos de diâmetro (respeitando o limite da máquina) e cinzelamento.(instaladores, montadores, reforma, retirada de revestimentos, demolição, entre outros).


Na Kausben você encontra Martelo/Martelete Combinado Dewalt e de vários modelos. Só na Kausben você tem ferramentas que levam mais produtividade aos seus serviços


Gostou? Entre em contato conosco pelo nosso televendas (24) 2231-6644







Fonte: | Dutra Máquinas Blog | 

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Aprenda a fazer uma mesa de pallet

Pare tudo que você está fazendo para criar uma mesa para sua casa, isso mesmo, você vai criar uma mesa!



Vai ser tão fácil que você vai querer fazer para toda a família.

Você vai precisar de:

  • Pallet;
  • Tintas coloridas,
  • Tinta PVA branca;
  • Lixa;
  • Trincha;
  • Pincel zero;
  • Verniz;
  • Rodízios de silicone.


Passo a passo:

1 – Lixe bem o pallet;

2 – Pinte com a tinta branca, tome cuidado com os cantos do pallet, pois a tinta escorre bastante;

3 – Depois da tinta branca secar, pinte com a tinta da cor que você escolheu com a trincha, se necessário, dê duas demãos da cor;



4 – Espere a tinta secar e passe o verniz, aplique apenas uma leve camada;

5 – Parafuse os rodízios, um em cada ponta.



Sua mesa de pallet está pronta!

Coloque a mesa onde quiser que a decoração ficará incrível.









*Imagens: Zap Imóveis





Gostou? (Consulte com um dos nossos vendedores os materiais disponíveis em nossa loja)




Fonte:| Leroy Merlin|