terça-feira, 4 de outubro de 2016

Você sabe o que é um Micrômetro?

Junto com o paquímetro, o micrometro é o instrumento mais utilizados na medição de peças e equipamentos na mecânica. Em outra postagem aqui do Blog da Kausben nós já tratamos do procedimento de leitura dos paquímetros. Vamos falar um pouco sobre o micrômetro, ver os principais tipos existentes e entender como é o seu processo de leitura.

Um micrômetro não é nada mais do que um parafuso que se enrosca em uma porca, é verdade que a rosca deste parafuso/porca é bem pequena, tanto que é chamada de rosca micrométrica. Quando uma porca dá uma volta completa ao redor de um parafuso, ela se desloca para frente ou para trás uma medida igual ao seu passo.

O micrometro ao lado, primeiro que existiu, foi inventado pelo francês Jean Louis Palmer , não era nada mais do que um parafuso que se enroscava em uma porca subdividida, assim, se ela fosse dividida em 10 partes, teríamos uma valor de cada parte dez vezes menor do que o passo do parafuso, por exemplo. Se o passo do parafuso fosse de 1mm, cada divisão na porca valeria dez vezes menos, ou seja, 0,1mm.


Os micrômetros da atualidade podem ter 50 divisões no tambor (porca) no caso dos instrumentos em milímetros ou 25 divisões no caso dos instrumentos em polegada. Observe no desenho abaixo as principais partes de um micrometro.



Dependo do tipo de aplicação, podemos necessitar de um micrometro com características construtivas diferentes, veja os principais tipos existentes:



A capacidade de leitura de um micrômetro varia de 25 em 25mm ou de 1" em 1". Assim, existe um micrômetro que serve para medidas entre 0 e 25mm, outro para medidas entre 25 e 50mm, mais um para variações entre 50 e 75mm, etc. Para os instrumentos em polegada é a mesma regra, um micrômetro que mede de 0 a 1", outro de 1" a 2", mais um de 2" a 3" e assim por diante.

O processo de leitura é bem simples, vamos aprender como identificar medidas em mm:


Os traços acima da linha horizontal valem 1mm e aqueles que estão abaixo valem 0,5mm, o lugar onde estão estes traços chamamos de "bainha". Assim, a ordem crescente dos traços da bainha é 0,5mm; 1,5mm; 2,0mm; 3,5mm; etc. Os traços do tambor (estes que estão "deitados") valem 0,01mm cada.
A leitura consiste em observar quantos traços de 1mm o tambor ultrapassou e somar com o valor do traço do tambor (traços "deitado"). A leitura do micrometro ao lado é 15,435mm, mas vamos fazer uma leitura passo a passo.



Como você pode perceber no desenho ao lado, o tambor ultrapassou 16mm da bainha, observe que apesar de o traço 16 estar bem coladinho ao tambor ele já foi ultrapassado.





Agora veja que além de ter ultrapassado o traço 16mm, o tambor também ultrapassou o traço que existe entre o 16mm e 17mm, que vale 0,5mm. Então já temos 16,5mm, falta somar a medida do tambor.




O traço do tambor que está coincidindo com a linha horizontal é o 32, ele vale 0,32mm.

A nossa medida é a soma:

16,5mm (da bainha) +0,32mm (tambor)= 16,82mm



Vamos aprender agora como se faz leitura de medidas em polegadas. Os micrômetros medem em polegada milesimal, mas, antes de qualquer coisa, devemos entender como são as medidas inteiras nestes micrômetros. Como já vimos, os micrômetros em polegada têm a capacidade de medição de uma em uma polegada, assim, no micrômetro de mede de 0" a 1", quase todas as suas medidas serão 0,xxx" (zero vírgula alguma coisa), aquele que medir de 1" a 2", terá quase todas as medidas como 1,xxx" (um vírgula alguma coisa), e assim por diante.

O processo de leitura é o mesmo, a mudança está no valor de cada traço, tanto da bainha quanto do tambor.Os maiores traços da bainha valem 0,100" (então temos 0,100"; 0,200"; 0,300"; ... 0,900"). Observando bem, perceberemos que entre cada traço grande temos outros três traço pequenos, cada um vale 0,025" (então temos 0,025"; 0,050" e 0,075"). Cada traço do tambor vale 0,001".




Vamos à leitura. Imaginando que o nosso micrometro tem capacidade de medir de 0" a 1", nossa leitura, seja ela qual for, será 0,xxx" (zero vírgula alguma coisa). O tambor ultrapassou o traço grande 6, então temos 0,600".





Agora veja que o tambor ultrapassou três traços pequenos, que valem juntos 0,075". Como já tínhamos percebido que ele havia ultrapassado também o traço que vale 0,600", podemos somar as duas medidas e chegar à 0,675", que é o valor encontrado na bainha.



O traço do tambor que coincide com a linha horizontal é o 19, ele vale 0,019". A nossa medida final será, novamente, a soma:

0,675" (da bainha)+ 0,019" (do tambor)= 0,694"

Ainda existe outro tipo de micrômetro que consegue atingir medidas ainda mais precisas, tanto em milímetros como em polegadas, mas não é o momento de falar disso. Se você quiser estudar este assunto um pouco mais temos alguns vídeos interessantes. Temos também alguns simuladores muito interessantes, não deixe de conferir.



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Fonte: | Tec Maniaco |


terça-feira, 27 de setembro de 2016

Você sabe o que é um paquímetro?

O que é um paquímetro?

O paquímetro é um instrumento usado para medir com precisão as dimensões de pequenos objetos. Trata-se de uma régua graduada, com encosto fixo, sobre a qual desliza um cursor. O paquímetro possui dois bicos de medição, sendo um ligado à escala e o outro ao cursor.

Para que serve um paquímetro?

Com um paquímetro podemos medir diversos objetos, tais como: parafusos, porcas, tubos, entre outros. Para realizar tal medição basta aproximar o objeto do bico superior e deslizar o cursor até que a peça fique justa.

Quem inventou o paquímetro e como são suas medida?

O paquímetro possui normalmente uma graduação em centímetros e outra em polegadas para que possamos realizar as medições. O cursor móvel tem uma escala de medição que se denomina nônio ou vernier. A escala é chamada de nônio ou vernier em homenagem aos seus criadores: o português Pedro Nunes e o francês Pierre Vernier. O vernier (nônio) possui uma escala com n divisões para X mm da escala fixa. nônio ou venier



No exemplo ao lado, o nônio está dividido em 10 partes iguais e que equivalem a 9mm, ou seja, o primeiro traço do nônio está 1/10 mm antes do traço da escala fixa, o segundo está a 2/10 e assim por diante.






Elementos do paquímetro




Em um paquímetro temos:

  • Orelha fixa
  • Orelha móvel
  • Nônio ou vernier *(polegada)
  • Parafuso e trava
  • Cursor
  • Escala fixa
  • Bico fixo
  • Encosto fixo
  • Encosto móvel
  • Bico móvel
  • Nônio ou vernier (milímetro)
  • Impulsor
  • Escala fixa de milímetros
  • Haste de profundidade



Tipos de paquímetros

Existem diversos tipos de paquímetro no mercado. Abaixo listamos os principais instrumentos, suas respectivas características e uma imagem representativa.


Paquímetro universalÉ o paquímetro mais utilizado. Serve para realizar medições internas, externas, de profundidade e de ressaltos.Paquímetro Universal
Paquímetro universal com relógioPossui um relógio acoplado ao cursor que facilita a leitura, agilizando a medição.Paquímetro com relógio
Paquímetro com bico móvel (basculante)É muito empregado para medir peças cônicas ou peças com rebaixos de diâmetros diferentes.Paquímetro com bico móvel
Paquímetro de profundidadeServe para medir a profundidade de furos não vazados, rasgos, rebaixos, entre outros. Esse paquímetro pode apresentar haste simples ou com gancho.Paquímetro de profundidade
Paquímetro duploServe para medir dentes de engrenagens.Paquimetro duplo
Paquímetro digitalUtilizado para leitura rápida, livre de erro de paralaxe e ideal para controle estatístico.Paquímetro digital




Exemplo do uso do paquímetro



Na animação acima é possível ver o funcionamento de um paquímetro e a forma que é realizada a medição. É dessa maneira que é feita a leitura do paquímetro. 


Como usar o paquímetro


Para ser usado de forma correta, o paquímetro precisa:
  • Ter seu cursor e encosto limpos e a peça a ser medida precisa estar bem posicionada entre seus bicos; 
  • Não expor o instrumento a luz solar direta; 
  • Não desmontar o equipamento; 
  • Evitar choques ou movimentos bruscos; 
  • Evitar um aperto forte dos bicos sobre o objeto que seá medido 

Aplicações usuais do paquímetro



Acima uma imagem que ilustra sete formas de utilizar o paquímetro. Exemplos de medição interna, externa e de profundidade. A figura mostra várias maneiras de utilizar o instrumento.



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Fonte:| Régua Online | 

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Tipos de Pistola de Pintura

Pistola de pintura é uma ferramenta que permite a Pintura por pulverização que é uma técnica de pintura onde um equipamento pulveriza um revestimento (Tinta, verniz, etc.) através do ar até uma superfície. Os sistemas mais comuns utilizam um gás comprimido (usualmente ar) para atomizar e dirigir as partículas de tinta.

As atuais pistolas de pintura desenvolveram-se a partir dos Aerógrafos e distinguem-se destes pelo seu tamanho e dimensão do padrão de pulverização que produzem. Os aerógrafos são pequenos e seguram-se com uma mão e são muito usados para trabalhos de muito detalhe como retoque de fotografias, unhas, modelismo e trabalho artístico. As pistolas de pintura são maiores e são usados para trabalhos de pintura em grandes superfícies. As pistolas de pintura podem ser de utilização manual ou automática e possuem bicos intercambiáveis para alterar o padrão de pulverização.

Para além da pintura industrial e de construção civil, a pistola de pintura é usada também em áreas como funilaria, artística, bioquímica entre outros.


Aerógrafo


O aerógrafo deu origem as pistola que conhecemos hoje, foi criado para retoques fotográficos, e mais tarde teve sua gama de utilização expandida. Aerógrafos são utilizados para serviços finos e detalhados como retoque de fotografia, pintura de unhas, aerografia, micropintura e modelismo.


Pistola de pulverização convencional


A pistola de pulverização utilizada para pintura de grandes superfícies e de alta produção, geralmente são maiores. Pistolas de pulverização podem ser automatizadas ou operada manualmente, possuem cabeças intercambiáveis para permitir diferentes padrões de pulverização.

São de porte maior que os aerógrafo, e geralmente em formato de pistola com repositório de tinta, e um gatilho maior. Possuem aplicações especializadas, são equipamentos de alta precisão com controle de leque e determinados ajuste conforme a utilização. 


Tipos de bicos


Devido a uma ampla variedade de formas e tamanhos de bicos, a consistência da tinta pode ser variada. A forma da peça de trabalho e da consistência desejada e tinta padrão são fatores importantes na escolha de um bocal. Os três bicos mais comuns são o cone completo, cone oco, e fluxo plano. Existem dois tipos de processos de pulverização. Em um método de operação manual, o equipamento é operado por um operador qualificado, e aplicado a uma distancia de cerca de 6 a 10 polegadas (15-25 cm) do objeto. Em um processo automático, a cabeça da pistola está ligada a um robô automatizado através do bloco de montagem e proporciona o fluxo de tinta a partir das operações pré-programada. O objeto a ser pintado é geralmente colocado sobre rolos ou uma plataforma giratória para assegurar uma cobertura igual de todos os lados. 


Tipos de Pistolas



De acordo com o tipo de alimentação que possuem, as pistolas de pintura podem ser divididas em:

1. Pistola de sucção – utiliza a pressão realizada pelo ar para sugar o produto que se encontra em um copo abaixo da pistola. 



2. Pistola gravitacional – utiliza a própria gravidade para impulsionar o produto. 



A principal diferença entre os dois modelos está no posicionamento do reservatório da tinta que, no modelo de sucção, encontra-se abaixo da pistola, e no modelo gravitacional encontra-se acima da pistola.

Em testes realizados pelo CESVI BRASIL, observamos que na pistola de sucção existe um desperdício considerável: cerca de 5% do produto é desperdiçado por não ser alcançado pelo sistema de sucção.

Quanto ao funcionamento e ao modo de utilização, ambas são similares; a diferença está no conjunto pulverizador de cada uma, que deve ser selecionado de acordo com a viscosidade do produto que será aplicado.

Outro importante item a ser observado é a forma de pulverização da pistola, pois a qualidade do acabamento final da pintura está diretamente relacionada a isso. Existem dois tipos de pulverização mais utilizados: o convencional e o HVLP.



COMPARANDO


Veja uma rápida comparação entre esses dois modelos de pulverização:


Índice médio de transferência


Convencional – 34%

HVLP – 65%



Pressão máxima do ar no bico


Convencional – 2,4 a 4 Bar

HVLP – 0,7 Bar



Pressão na entrada


Convencional – 3,5 Bar

HVLP – 2 Bar



Distância de aplicação


Convencional – 20 a 25 cm

HVLP – 15 cm






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Fonte: | Wikipédia | Clube das Oficinas | Arprex |

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Martelete Vs. Furadeira de Impacto

Existem muitas ferramentas que são parecidas na aparência mas que realizam funções diferentes. Você sabe qual a diferença entre Martelete e Furadeira de Impacto? Descubra agora!


FURADEIRA DE IMPACTO




Realiza furos principalmente através do giro, servindo para superfícies menos duras (o que é o normal em residências). As furadeiras tipo martelete geralmente possuem as duas funções (furadeira ou martelo), e na função martelo, além do giro, imprimem percussões que ajudam a furar superfícies mais duras (o som do furo é bem diferente). É muito utilizada em alvenaria e concerto de baixa dureza para realizar furos.



MARTELETE



O martelete (conhecido como martelete rompedor), que geralmente é comprado por kilos, exemplo Martelete de 5 Kg, de 8Kg, de 10Kg, de 20Kg, e assim vai. Estes são especificamente para quebrar, apesar que os modelos menores (principalmente de 2 a 5Kg) costumam vir com a função de furação também. Daí que pode acabar sendo utilizado no meio comercial o termo “martelo perfurador”. Os martelos deste porte podem vir com ponteiras tipo brocas, ponteiros, ou talhadeiras, dependendo do uso.



É utilizado em concreto de maior dureza, pedras para furos de vários tamanhos de diâmetro (respeitando o limite da máquina) e cinzelamento.(instaladores, montadores, reforma, retirada de revestimentos, demolição, entre outros).


Na Kausben você encontra Martelo/Martelete Combinado Dewalt e de vários modelos. Só na Kausben você tem ferramentas que levam mais produtividade aos seus serviços


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Fonte: | Dutra Máquinas Blog | 

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Aprenda a fazer uma mesa de pallet

Pare tudo que você está fazendo para criar uma mesa para sua casa, isso mesmo, você vai criar uma mesa!



Vai ser tão fácil que você vai querer fazer para toda a família.

Você vai precisar de:

  • Pallet;
  • Tintas coloridas,
  • Tinta PVA branca;
  • Lixa;
  • Trincha;
  • Pincel zero;
  • Verniz;
  • Rodízios de silicone.


Passo a passo:

1 – Lixe bem o pallet;

2 – Pinte com a tinta branca, tome cuidado com os cantos do pallet, pois a tinta escorre bastante;

3 – Depois da tinta branca secar, pinte com a tinta da cor que você escolheu com a trincha, se necessário, dê duas demãos da cor;



4 – Espere a tinta secar e passe o verniz, aplique apenas uma leve camada;

5 – Parafuse os rodízios, um em cada ponta.



Sua mesa de pallet está pronta!

Coloque a mesa onde quiser que a decoração ficará incrível.









*Imagens: Zap Imóveis





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Fonte:| Leroy Merlin|

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Entenda em quais situações e como se deve usar o esmeril

Com objetivo de afiar ferramentas, tirar rebarbas de peças forjadas ou serradas, arredondar cantos de peças, desbastar, dar acabamento, remover ferrugem, polir, dentre outras, o esmeril é ferramenta indispensável em oficinas, cutelarias ou serralherias para realizar operações em metais, tijolos, azulejo, concreto, madeira, dentre outros. Ocupa pouco espaço, sendo fácil de guardar, manusear e possui alta eficiência e desempenho.



Equipamentos

A pessoa que está manejando o esmeril deve sempre utilizar os Equipamentos de Proteção Individual adequados e a atenção deve ser redobrada com o rosto, olhos e mãos por estarem muito expostos durante a atividade. Os óculos de proteção são indispensáveis, pois sabe-se que mais da metade dos acidentes envolvem esta parte do corpo.

Outros riscos corridos pelo trabalhador são o choque elétrico, ruído em excesso e problemas oriundos de postura inadequada.

Uso seguro


  • O esmeril deve ser utilizado apenas por profissionais qualificados e treinados.
  • Faça uma minuciosa verificação antes de montar o esmeril. 
  • Permita que o rebolo funcione por pelo menos um minuto antes de iniciar o trabalho.
  • Certifique-se que o tamanho da pedra é adequado para o trabalho pretendido. 
  • Utilize vestimentas adequadas, sem partes soltas para não correr o risco de serem puxadas pelas partes móveis. 
  • Se usar luvas for necessário, tome cuidado extra, pois elas também podem ser puxadas. 
  • Máscara e óculos protetores são indispensáveis. 
  • Em caso de trabalho que envolva muita poeira, considere o uso de proteção respiratória. 
  • Utilize sempre protetor auricular para evitar danos auditivos. 
  • Tenha cuidado com combustíveis. O esmeril pode produzir faíscas. 
  • Ao desligar o esmeril, não o solte até certificar-se que o rebolo parou de rodar.

Como usar

  • Solte as travas de porca e coloque o disco. 
  • Com uma chave de boca, aperte a porca de fixação. 
  • Posicione o material que será cortado ou esmerilhado de forma confortável e segura

Para cortes: no caso de chapas avance de forma regular. Para contorno metálico corte gradativamente de todos os lados. Se o material for material de construção (tijolo, azulejo, etc.), use o disco diamantado. Para desbaste: Use o disco próprio e posicione a máquina a 25º, aguarde até que o disco atinja a rotação máxima e faça movimentos de vai e vem constantes. Para contornos aumente um pouco o ângulo.




Leia o manual de instruções com atenção para fazer o trabalho com segurança.


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Fonte: | Leroy Merlin |

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Como fazer pequenos reparos no lar

Trocar a lâmpada do quarto, parafusar a torneira da cozinha, retocar a pintura. Fazer pequenos reparos domésticos, além de econômico, pode ser também divertido e prazeroso.

Antes de tudo, é importante equipar-se com uma boa caixa de ferramentas básicas para auxiliar você nessa empreitada. Confira:


O bom e velho martelo

Primeiro elemento de qualquer caixa de ferramentas, o martelo se apresenta ao mercado em alguns modelos:

-Martelo de bola, que tem forma de bola na parte de trás da cabeça e é usado para bater metal ou aplicar rebites;

-Martelo unha para reparos do dia a dia, que de um lado ele prega e do outro arranca o prego.

É importante ter em conta que quanto mais pesado for o martelo, menos força você precisará fazer para bater, por isso, tenha um de bom tamanho.

Alicates para prender, apertar e cortar


O alicate universal é o mais conhecido e mais comum. É chamado assim, pois tem a capacidade de cortar, de segurar com firmeza e prensar terminais de fios e cabos. Tenha também um alicate de bico, que é parecido com o primeiro, mas, por possuir uma ponta mais fina, é mais indicada para trabalhos de maior precisão.


Problemas nos canos? Chave de grifo!


Quase todos os problemas hidráulicos podem ser solucionados com uma boa chave de grifo, mais conhecida como chave de cano. Uma grande aliada na hora da troca do sifão da pia e de rosquear as conexões e tubulações soltas, é item essencial na caixa de ferramentas. Prefira peças com estrutura em aço e mordentes reforçados, pois favorecem o ajuste com menos desgaste.

Chaves combinadas para apertar e soltar parafusos

Tenha também um pequeno jogo com diversos tamanhos de chaves combinadas, que de um lado são chaves fixas abertas (para esforços de torque, aperto e desaperto de luvas, porcas e tubos) e do outro, chaves estrelas (usada para apertar e desatarraxar pregos ou parafusos com a cabeça em forma de estrela). Elas são ideais para reparos de bicicletas, armários e parafusos de pontas sextavada em geral. Um jogo de chaves de fenda e Philips também são itens que não podem faltar, pois serão essenciais na hora de apertar parafusos de fechaduras e interruptores.

Completando a caixa de ferramentas


Para completar a sua caixa de ferramenta não se esqueça de:

-Trena para dimensionar áreas e tamanhos em geral;

-Nível, para garantir que o quadro ou a prateleira da cozinha estão paralelos ao chão; -Arco de serra, para serrar madeira, PVC, ferro e plásticos;

-Estilete, ideal para pequenos cortes em madeiram tecidos, fios e fitas;

-Fita isolante, para cabos elétricos;

-Fita dupla face, para colar peças de banheiro; fita veda rosca, para registros, torneiras e instalações hidráulicas em geral;

-Lanterna, porque você nunca sabe quando precisará de uma.

Agora que você já tem sua caixa de ferramentas completa e pronta para ser usada, veja como fazer alguns reparos na sua casa:

Vazamento em registros, pinga-pinga na torneira, chuveiro ou ducha higiênica


Este problema, além de incomodar, pode resultar em um indesejado aumento na conta de água. Antes de qualquer ação, feche a válvula de água do local onde será realizado o reparo. Com a chave de cano e chave de fenda, retire o cabeçote e verifique se a borracha vedante está danificada, retire-a com um alicate universal e troque por uma nova. Caso persista o problema ou o cabeçote esteja passando do fim da rosca, o melhor é trocar o conjunto do cabeçote completo.

Trocar a resistência do chuveiro


Desligue o disjuntor do banheiro. Retire o chuveiro da parede desrosqueando-o. Abra-o e, com o alicate de bico fino, retire a resistência queimada. Coloque a nova resistência com cuidado e precisão, pois uma folga pode desgastar com mais velocidade seus contatos e ela durar pouco tempo.

Trocar lâmpadas e tomadas


Desligue o disjuntor referente ao cômodo da lâmpada queimada. Em seguida, peça que alguém segure uma lanterna ou a deixe em uma posição que ilumine o local. Suba na escada e desenrosque a lâmpada queimada sem tocar o bulbo (vidro), ele pode quebrar caso o faça.

Para trocar tomadas, primeiro certifique-se de que ela está desligada. Utilize a chave de fenda para abrir a placa e retirar os fios dos contatos, recoloque-os na nova placa na mesma posição da antiga.

Pendurar quadros e instalar peças de banheiro ou de cozinha na parede


Com o auxílio do nível posicionado sobre o quadro e da trena, verifique se o mesmo está paralelo ao piso antes de prendê-lo. Se a peça for pesada, recorra a parafusos com bucha e, usando a furadeira com a broca apropriada, fure a parede com cuidado. Não se esqueça de verificar a posição de possíveis tubulações de água ou energia no local.

Uma ótima alternativa para peças leves, como pequenos espelhos ou acessórios de banheiro, é a fita dupla face. Com ela, você evita o uso desnecessário de furadeiras e assim danificar sua parede.




Precisando de ferramentas? #NaKausbenTem





Fonte: | Leroy Merlin |