terça-feira, 26 de julho de 2016

Como renovar portas antigas

Aquela porta mais antiga da sua casa passa, muitas vezes, despercebida no dia a dia, pois está entre os itens que não são modificados com tanta frequência. Mas, quando chega a hora de fazer alguns reparos, ainda que mínimos, ideias simples e fáceis de serem aplicadas dão conta do trabalho ao mesmo tempo em que ajudam a transformar o ambiente como um todo. 



E o melhor: tudo isso pode ser feito sem a ajuda de profissionais.Dar uma nova roupagem às portas não precisa ser complicado. Basta seguir alguns passos simples para chegar a um acabamento perfeito e um lindo resultado final. Além disso, atitudes simples como essa geram economia e o aprendizado de novas técnicas sempre podem ser aprimoradas ao longo dos anos.


TONALIDADES E TIPOS


Depois do modelo, a cor é uma das principais características a ser levada em conta na manutenção, pois ela está diretamente ligada ao tipo da madeira e as possibilidades que elas oferecem. Nas portas de madeira escura, como a andiroba, é costumeiro usar óleo de peroba, pois hidrata e proporciona brilho e proteção. No caso da madeira clara, como o ipê, não é recomendado o óleo de peroba, pois pode manchá-la definitivamente. O ideal é usar cera incolor pastosa com silicone, fazendo teste em uma pequena área antes de continuar.

CAUTELA


Para entender o procedimento dos reparos, é importante levar em conta duas características essenciais, que estão ligadas à área de instalação da porta: no interior ou exterior da casa. As portas internas, por estarem livres da exposição a intempéries e raios solares, possuem acabamento mais duradouro. Os mais usados atualmente são feitos com lustrador (que mantém a madeira em sua cor natural), stain (impregnante) incolor ou colorido, tinta esmalte ou laqueação em poliuretano. Já as portas externas são agredidas pelo tempo quando não recebem a devida proteção, seja com tinta incolor ou colorida.

O acabamento em cores costuma ser mais durável, pois a pigmentação funciona como proteção aos raios UV. O acabamento incolor é o mesmo empregado nas portas internas: verniz, stain, tinta esmalte e laqueação. Nesse caso, o acabamento deve ser aplicado previamente à instalação.


RESTAURAÇÃO


Um dos procedimentos eficientes está em renovar sua porta de madeira dando acabamento com tinta esmalte. Para isso, você vai precisar de:- Jornal ou papelão para cobrir o chão
- Pano limpo
- Massa para madeira
- Tinta esmalte à base de água
- Chave de fenda e alicate
- Máscara para proteção
- Luvas
- Bandeja para tinta
- Rolo médio
- Trincha
- Fita crepe
- Lixa para madeira
- EspátulaCom todos os materiais em mãos, siga os passos abaixo:

- Forre a área próxima à porta
- Cubra com fita crepe ou retire, usando a chave de fenda e alicate, as partes móveis da porta, tais como maçanetas, espelho e trincos.
- Utilize a lixa para retirar a pintura atual. Não se esqueça de usar as luvas e máscara para proteção a partir daqui haverá bastante poeira.
- Passe um pano limpo e úmido para retirar o excesso de poeira e deixar a superfície lisa.
- Certifique-se de que a superfície esteja uniforme. Em caso negativo, com o auxílio da espátula, passe a massa de madeira para cobrir furos, espaços vazios e cantos danificados ou com lascas e rachaduras.
- Passe novamente a lixa, dessa vez nos lugares onde a massa foi aplicada.
- Prepare o material para pintura e dilua a tinta esmalte à base de água de acordo com as instruções do fabricante.
- Mergulhe o rolo na tinta esmalte na bandeja, retire o excesso e comece a pintar de baixo para cima, formando um "W", da esquerda para a direita.

Repita o processo quantas vezes for necessário até que fique uniforme. Geralmente, quatro demãos são suficientes. Para alcançar as áreas mais difíceis e finalizar, utilize a trincha. Pinte também o batente. Lembre-se: o intervalo recomendado entre demãos deve ser de cerca de 24 horas. Mesmo assim, verifique as instruções do fabricante, pois pode haver variações. · Retire a fita crepe das áreas protegidas e, assim que seco, recoloque as partes móveis.

Importante: no caso de inchaço nas lâminas, deve-se retirar a porta e aplanar as partes inchadas para que volte a fechar corretamente sem prender ou raspar no fundo.


DICAS FINAIS


- Dentro da casa, prefira o acabamento branco, pois proporciona sensação de aconchego.
- Aproveite para não se prender demais a padrões. Não há problema em ter uma cor para o lado interno da porta e outra para a face interna, já que elas têm uma funcionalidade específica para cada cômodo. Inove!



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Fonte: | Leroy Merlin | 

terça-feira, 19 de julho de 2016

Tipos de fixação de prateleiras



Funcionais e decorativas, as prateleiras podem ser usadas em qualquer ambiente da sua casa, da despensa ao quarto.

São peças essenciais para organizar objetos, ganhar espaço e até mesmo decorar.

Fáceis de instalar, vocês encontram os mais diversos modelos de prateleiras com suporte visível e embutido, seja ela reta, curva, em desnível ou de canto. Disponíveis também em diversos acabamentos como vidro madeira e aço dão um toque todo especial na decoração.

As prateleiras dividem-se em três tipos de fixação: suporte embutido, suporte visível e trilhos.

Para escolher o modelo mais indicado considere a medida do espaço, sua funcionalidade e a capacidade de carga.

Tipos de fixação

– Suporte embutido/invisível




Permitem que as prateleiras fiquem suspensas e que o suporte não fique aparente proporcionando leveza e modernidade.

– Suporte visível



Mão francesa: desde as mais clássicas até as infantis. Suporta mais volume e peso.



– Trilhos



Permitem modularidade do ambiente: a altura da prateleira pode ser alterada de acordo com a necessidade garantindo um ar despojado.



Confira um mundo de possibilidades no que diz respeito a prateleiras!





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Fonte: | Leroy Merlin |

terça-feira, 12 de julho de 2016

Saiba tudo sobre Sopradores Térmicos

Com essa onda de bricolagem que tem invadido o mundo, não temos como não pensar em ter em casa ferramentas como um soprador térmico.



Você deve estar pensando, isso parece um secador de cabelo retrô!

Mas é quase isso mesmo. Só que com o aquecimento bem mais elevado do que um secador de cabelos comum, pois ele é muito mais potente.

Tudo bem, mas para quê serve um soprador térmico?


Pois é, essa é uma resposta muito difícil de responder, porque ele serve para tantas coisas…

Serve para fazer artesanatos dos tipos mais variados, como por exemplo, fazer flores e folhas de plástico e muito mais.


Mas como?


Coloque em um molde de metal, um pedaço de plástico, daqueles mais resistentes usados em galões de água sanitária, por exemplo, jogue um jato de ar quente sobre o plástico dentro da forma, e voilà… Temos uma meia flor de plástico, mas lembre-se esse é apenas um exemplo de um milhão de artesanatos que podem ser feitos com essa ferramenta.

Mas só serve para fazer artesanato? Claro que não!


O soprador elétrico serve para colocar insulfilm no carro. Isso mesmo, ele amolece o insulfilme, tornando-o mais aderente e moldado ao seu vidro, por isso, no início da colocação, ele fica todo enrugado e depois da ajuda do nosso amiguinho soprador térmico, ele fica esticadíssimo.

Fora a possibilidade infinita de reparo de peças, soldar, moldar, remoção, secagem e remoção de tinta, verniz, amolecer cola, trabalhos com silkscreen, serve até para remover chips de componentes eletrônicos.

Enfim, assim como você já deve ter percebido com essa ferramenta, você pode fazer praticamente tudo.



Agora é só você escolher o seu e cair na bricolagem!





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Fonte: | Leroy Merlin | TechMundo |

terça-feira, 5 de julho de 2016

O que é topiaria? Leia o post e descubra.

A topiaria é uma verdadeira arte, em que o jardineiro dá formas ornamentais às plantas, criando uma espécie de escultura vegetal. A origem dessa prática de jardinagem é muito antiga. Dizem que as primeiras topiarias foram criadas nos Jardins Suspensos da Babilônia, cerca de 500 anos antes de Cristo. Conhecem-se evidências dessa prática desde os romanos, tendo sido retomada no Renascimento italiano até chegar a André Le Nôtre, o criador dos jardins de Versalhes, em 1662. Hoje em dia, identifica-se a prática da topiaria como característica dos jardins das casas de campo europeias.



No Brasil, a técnica é utilizada como mais um elemento de composição de jardins e paisagens. “Prestamos serviços de implantação de jardins e geralmente adotamos a topiaria quando se trata de um jardim clássico e com traços europeus, variando seus desenhos de acordo com cada espécie. Claro que o proprietário precisa gostar desse estilo de jardim, pois ele demanda um maior cuidado e manutenções periódicas”, adverte a paisagista Sylvia Luz, da Topiaria Paisagismo. “Utilizam-se poucas espécies com flores nesse tipo de jardim e cada árvore torna-se uma verdadeira obra de arte”, acrescenta.

Algumas espécies são mais indicadas para a aplicação da topiaria. “As plantas de crescimento muito rápido dificultam a manutenção das podas. Os buxinhos (Buxus sempervirens) são os mais indicados pelo seu crescimento lento e por ter folhas pequenas, que deixam a poda mais natural. Outras espécies como ligustro, pitósporo, azaleia, bougainville, jasmim-do-cabo, abélia, camboim e pitanga-anã também são bastante usadas”, informa Evelise Tellini. “Com as plantas que florescem, é preciso cuidado ao fazer a poda após o término da floração, para não prejudicar o próximo período de flores”, ressalta.

Realizar elegantes desenhos em arbustos com Topiaria


Para conseguir arbustos podados com formas individuais, a "topiaria", o mais apropriado é utilizar arbustos espessos como o buxo ou o teixo. Os fortes ramos que se vão tornando cada vez mais finos configuram os motivos principais do modelo que deseje. Para dar aos ramos a direção adequada, fixe a ramagem flexível com um arame.



Formas retas: por exemplo, pirâmides. 

Cortam-se com a ajuda de fios esticados ou com uma moldura de madeira. Deve-se girar a moldura em volta de toda a planta e ir podando todos os rebentos que sobressaiam.



Formatos geométricos


Formas geométricas podem ser obtidas com o auxílio de fios esticados ou com uma moldura de madeira. Posicione a estrutura sobre a planta e corte todos os ramos que se projetam além da moldura. Dessa forma é possível criar inúmeros formatos, como cubos, esferas e pirâmides:





Árvores


Também algumas árvores e plantas comuns podem receber formatos decorativos e ser transformadas em um atrativo especial de seu jardim. Plantas de vaso são especialmente adequadas para formas geométricas padrão:



Formas de fantasia: por exemplo, animais. 

O melhor é preparar uma armação de malha metálica que cubra toda a sebe. Você poderá cortar sem problemas tudo o que sobressaia da armação. Para conseguir bons resultados, é imprescindível utilizar uma boa ferramenta de corte para que este seja o mais exacto possível.

Para estimular o crescimento do arbusto, deve cortar os rebentos mais de uma vez por ano. A rapidez com que conseguir a forma desejada dependerá do tamanho e do crescimento do arbusto que tenha escolhido. Para conseguir obter esculturas impressionantes, é preciso muitos anos.



Formatos complexos


A melhor maneira de obter formas complexas, tais como animais, é por meio de uma armação de tela cobrindo toda a planta. É importante que a ferramenta possa ser manobrada com facilidade para obter um corte preciso. Todos os ramos e folhas que se projetam além da tela devem ser cortados várias vezes ao ano para estimular o crescimento da planta. O tempo necessário para alcançar o formato desejado dependerá do tamanho e do vigor da planta selecionada, mas geralmente é preciso contar com alguns anos para obter plantas esculturais realmente impressionantes.






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Fonte: | STIHL | PLANTAS, FLORES E JARDINS |

terça-feira, 28 de junho de 2016

Como cortar cercas vivas??

Para poder obter a forma desejada, as plantas jovens devem ser cortadas. O rebento principal deve ficar intacto até a planta alcançar a altura desejada. Os restantes rebentos devem ser cortados pela metade. Para evitar calvas nos ramos inferiores, deve cortar-se a cerca-viva em forma trapezoidal.



É indispensável uma manutenção regular. Se a cerca-viva se deformar, o melhor é aplicar um corte rigoroso. No entanto, tenha cuidado: há alguns arbustos, como as coníferas, que são especialmente sensíveis a esta poda rigorosa nos ramos antigos.

Os arbustos que florescem no verão, e a alfena, devem podar-se no inverno, durante o repouso da vegetação. Nos inícios de agosto, faz-se uma nova poda. Devem respeitar-se estas épocas para não prejudicar as aves e os seus períodos de incubação. Os arbustos perenes ou de agulha são podados na Primavera, mesmo antes de rebentarem, ou então no Outono. Devem cortar-se um pouco os rebentos novos e todos os antigos que for possível para estimular o seu crescimento. Assim, você conseguirá um arbusto espesso que o protegerá dos olhares curiosos.

Se aparecerem calvas nas sebes, a solução mais indicada é uma boa poda. Tenha em conta que nem todos os arbustos reagem de igual forma a esta "cura de rejuvenescimento".



O crescimento deve ser seguido por manutenções regulares.












Os arbustos perenes ou coníferas devem ser cortados um pouco antes do início da fase de crescimento na primavera, ou então no outono. A meta é cortar apenas as folhas de crescimento recente, para estimular o crescimento do maior número possível dos brotos remanescentes. Isso resulta em uma estrutura densa de ramos e uma cerca viva que protegerá sua privacidade.




Ficou alguma dúvida? Escreva para nós!


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Fonte: | Stihl | 

terça-feira, 21 de junho de 2016

Quer roçar a grama? Então conheça algumas técnicas de corte utilizando roçadeiras!

Você poderá obter excelentes resultados com as roçadeiras STIHL aplicando a técnica correta ao cortar. Mesmo utilizando uma roçadeira pela primeira vez, a técnica de corte ideal permite um uso rápido e mais fácil. Você pode girar facilmente o equipamento em semi-círculos da direita para a esquerda, trabalhando passo a passo e sempre para frente.



A seguir mostraremos técnicas básicas e alguns procedimentos para que você mesmo possa cortar superfícies maiores de maneira eficiente e com excelentes resultados.

Técnicas básicas



O movimento de roçar da direita para a esquerda é o mais utilizado devido ao conjunto de corte, que gira no sentido anti-horário. Vantagem desse método: os resíduos são depositados na área já cortada.




Técnicas básicas para relva alta



No caso de gramas muito altas ou resistentes, corte em duas direções: primeiro, pela direita, a parte superior da grama e, em movimento contrário (para a esquerda), a parte inferior. Desta forma, os resíduos também são depositados no lado esquerdo.



Áreas planas e extensas - o movimento correto



Para roçar áreas planas mais extensas, o uso do método quadrados é o mais produtivo. A superfície a ser roçada deve ser dividida em quadrados e o trabalho deve ser realizado pelos lados externos até chegar ao meio.




Ao longo de encostas - faixa por faixa



Para roçar as áreas de encostas, o uso do método de faixas é o mais recomendado, roçando uma faixa paralela à encosta e voltando na faixa já cortada, passando, em seguida, às próximas faixas. Também nesse caso, o material cortado sempre será depositado na área já trabalhada.



Vencimento de obstáculos - liberação com facilidade



O uso de fios de corte é a melhor forma para que o trabalho possa ser realizado próximo de árvores e arbustos sem danificar os galhos ou os troncos. Caso as plantas se encontrem próximas umas das outras, recomenda-se a liberação da área antes do corte. Para isso, utilize a proteção de sua roçadeira como orientação. Direcione-a sempre ao longo do tronco e realize o movimento ao redor do arbusto. O tronco ficará protegido e a superfície ao redor será cortada.





Gostou? #NaKausbenTem Venha e confira a linha de roçadeiras da Stihl na Kausben com um dos nossos vendedores!







Fonte: | STIHL |

terça-feira, 14 de junho de 2016

Conheça um pouco mais sobre a linha Monta e Fixa da Henkel.

Poucas pessoas sabem sobre a diferença entre os dois produtos desta linha, o PL 500 e o PL600. Então se prepare que no post de hoje iremos tirar as suas dúvidas de uma vez por todas.



CASCOLA MONTA & FIXA PL500 INTERNO



Cascola Monta & Fixa PL 500 é uma cola de montagem de alta resistência indicada para instalações, decorações e reparos internos, sendo uma solução ideial para colagem de madeira, MDF, compensando, drywall, polestireno expandido, cerâmica, concreto, metal, pedra, vidro e cortiça. Prático de usar, Cascola Monta & Fixa PL 500 garante a eficiência na aplicação, uma vez que o produto proporciona uma excelente colagem e força final, eliminando a necessidade de furar, parafusar ou pregar. 


• Agarre imediato

• Alta força de colagem

• Não escorre

• Resistente

• Tecnologia à base d'água (odor suave, livre de solventes orgânicos)

• Tempo de ajuste de 10 minutos

• Permite pintura

• Uso de ambientes internos

• Ótimo acabamento

• Fácil e prático de usar

• Uma das superfícies deve ser porosa



Obs.: Não adere materiais à base de Polietileno, Polipropileno, Silicone e PTFE (resina antiaderente).


Aplicações:


· Madeira

· MDF

· Vidro

· Cortiça

· Drywall

· PVC

· Plásticos

· Poliestireno expandido

· Cerâmica

· Concreto

· Metal

· Compensado

· Pedra

· Tijolo



CASCOLA MONTA & FIXA PL600 INTERNO / EXTERNO




Cascola Monta & Fixa PL 600 é um adesivo de montage extra-forte. Indicado para adesão de alta resistência em susbtratos na construção, decoração, instalações em ambientes internos e externos e pequenos reparos. Cascola Monta & Fixa PL 600 adere a uma grande variedade de materiais porosos e não porosos e é indicado para colagem de rodapés, guarnições, arandelas, peças decorativas, entre outros. Prático de usar, Cascola Monta & Fixa PL 600 garante maior rapidez e reduz a sujeira, o barulho e outros transtornos que podem ocorrer com o uso de furadeiras ou martelos.


• Uso interno e externo

• Tempo de ajuste de 5 minutos

• Agarre imediato

• Não escorre

• Resistente

• Cura total de 24h para materiais porosos e 48h para materiais não porosos

• Permite pintura

• Ótimo acabamento, Fácil e prático de usar

• Resistente à umidade

• Base solvente

• Para materiais porosos e/ou não porosos

• Alta resistência a água e intempéries

• Resistência a umidade, envelhecimento e descascamento



Obs.: Não recomendamos este produto para colagens de espelhos. Não adere materiais à base de Polietileno, Polipropileno, Silicone e PTFE (resina antiaderente).



Aplicações:


· Madeira

· Tijolo

· Cerâmica

· Concreto

· Metal

· Compensado

· Pedras

· MDF

· Vidro

· Cortiça

· Drywall

· PVC

· Plásticos





Ficou alguma dúvida?



Então deixe aqui nos comentários e teremos o prazer em respondê-las.







Fonte: | Henkel |