terça-feira, 4 de agosto de 2015

Aprenda a criar uma caixa de ferramentas completa para o seu pai.


Olá pessoal!

Dia dos pais se aproxima e pensando nisso iremos dar uma dica para você que ainda não sabe o que dar para o coroa e que está à procura de um presente não muito caro e que ele vai usar bastante! Que tal você montar uma maleta de ferramentas recheada com produtos de qualidade? Pensando nisso o nosso post de hoje irá dar algumas dicas para você montar uma caixa de ferramentas muito legal e útil para o seu pai! Então vamos lá!

Apertar um parafuso, trocar um interruptor ou um chuveiro elétrico, substituir um plugue com defeito de um eletrodoméstico. Para realizar estes e outros reparos básicos e rápidos em casa é primordial ter em mãos alicates, chaves de fenda, martelo, fita isolante, entre outros itens. Veja a lista para montar uma caixa de ferramentas básica. Mas atenção: para reparos mais específicos, chame profissionais habilitados, especialmente quando os serviços envolverem as instalações elétricas.

É importante para o homem ter a sua própria caixa de ferramentas. Por mais que a utilização não seja frequente, ela serve para dar segurança. Seja para arrumar uma porta, montar um pequeno armário ou simplesmente desmontar qualquer coisa na garagem durante um sábado ocioso, uma caixa de ferramentas é algo que você precisa ter.

Kit Básico

É bom ter em casa. São para tarefas que aparecem no dia a dia quando você menos espera.
Nele você pode colocar:
  • Kit de chaves de fenda e philips;
  • Martelo comum;
  • Silver Tape; 
  • Fita dupla face;
  • Durepoxi; 
  • Super bonder;
  • Alicate universal;
  • Chave de grifo;
  • Fita isolante;
  • Fita veda rosca;
  • Tesoura; 
  • Estilete; 
  • Lubrificante Spray;
  • Kit de Chave Allen - diversos tamanhos; 
  • Pregos de diversos tamanhos;
  • Parafusos e buchas de diversos tamanhos.
Valor do investimento aproximado calculado com base de valores no mês de Agosto de 2015: 
R$ 256,44


Kit Intermediário

Para quem gosta de quebrar coisas, reformar a própria casa ou mexer no carro.
  • Furadeira de impacto;
  • Parafusadeira;
  • Nivelador;
  • Chave de teste;
  • Alicate de bico;
  • Martelo de borracha;
  • Chave de catraca;
  • Silicone líquido;
  • Trena;
  • Uma pequena serra;
  • Pistola para aplicação de cola quente;
  • Kit para pintura;
  • Lanterna;
  • Ferro de Solda;
  • Solda.
  • ALÉM DE TODOS OS OUTROS ITENS DO KIT BÁSICO.
Valor do investimento aproximado calculado com base de valores no mês de Agosto de 2015 sem o kit básico: R$ 752,29

Ou se preferir, monte a sua, com todos estes itens listados você pode criar a sua própria maleta com os itens que você acha mais importante.


Mais para o presente ser completo precisa de uma caixa para colocar as ferramentas, confira algumas caixas que a Kausben tem!












As caixas variam de R$ 30,00 até R$ 600,00 (preços baseados nos valores do mês de agosto de 2015)



Mais atenção! Não compre kits já prontos, monte o seu próprio kit, pois assim você terá certeza da qualidade da mercadoria que está adquirindo, e quando falamos em qualidade falamos também em segurança, que é muito importante quando estamos falando de ferramentas.

Obrigado pela sua visita e volte sempre! Não esqueça de deixar seu comentário. Sua opinião é muito importante para nós.

Fonte: | Papo de homem | 

terça-feira, 28 de julho de 2015

Micro Retífica - Para que serve e como utilizá-la com segurança

Olá pessoal!
Preparados para mais um post? Hoje iremos falar sobre as micro retíficas, iremos dizer quais são as suas funções e a segurança na hora de utilizar. Então vamos lá!


Como funciona uma Micro Retífica?


Micro retíficas de mão são dotadas de um motor capaz de girar em altíssima velocidade. Partindo das 5.000 rotações por minuto e passando das 30.000 rotações por minuto. Este motor gira um eixo que tem em sua extremidade um adaptador para a instalação de vários tipos de pontas. E o equipamento todo pode ser manuseado com apenas uma das mãos de maneira bem segura, pois apesar da alta rotação, eles possuem um torque relativamente baixo.

O que ela faz


Essa ferramenta fantástica pode furar, cortar, polir, lixar, desbastar e até gravar. Seu bocal é facilmente montado com uma infinidade de acessórios que dão à Micro Retífica todas essas habilidades. Você descobrirá que ela tem milhares de aplicações em sua bancada como por exemplo: cortar e perfurar placas de circuito impresso, cortar caixas plásticas para seus projetos, afiar outras ferramentas, dar acabamento em seus projetos e até mesmo ajudar a limpar coisas velhas e enferrujadas.
Vamos conhecer um pouco mais sobre as principais funções que a Micro Retífica pode desempenhar em sua bancada:

Furar



Como possui baixo torque, uma micro retífica não substitui uma furadeira tradicional. Se você precisar fazer furos de diâmetros maiores que 5 mm ou em superfícies muito duras, como aço temperado e concreto, ainda vai precisar de uma ferramenta mais forte. Entretanto, para pequenos trabalhos, seu tamanho compacto e precisão fazem dela – de longe – a melhor opção.
Kits de brocas fininhas – de 0.5 a 5 mm – são relativamente baratos e permitem um trabalho de excelente acabamento em madeira, plásticos e até em placas de circuito impresso. Montada em suporte com alavanca, ela se torna uma furadeira de bancada sensacional!

Gravar e cavar


Outra ponteira de baixo custo – e alta utilidade – são as pontas diamantadas. Elas estão disponíveis em vários formatos, que devem ser escolhidos de acordo com o tamanho da “linha” desejada. Uma ferramenta de qualidade consegue gravar mesmo em metais duros, como aço inox, cerâmica e até mesmo vidro. Mas atenção: o processo exige habilidade, então pratique antes em um retalho.

Para abrir cortes mais largos em madeira, MDF, compensado e alguns plásticos, existem ponteiras chamadas cortadores de alta velocidade. Eles possuem canais parecidos com o das brocas nas laterais, mas são feitos para cortar de lado. Ótimos para encaixes e para acertar quinas. Como estão disponíveis em vários formatos, fazem também acabamento de arestas muito bem.

Lixar e desbastar



Existem duas ponteiras de tamanhos padronizados para isso: uma mais larga e uma estreira. Elas possuem uma banda de borracha, sobre a qual se coloca um anel de lixa. Antes de começar, é importante dar o aperto correto no parafuso que fica no topo da ponteira.
Assim como as lixas em folha, os anéis de lixa podem ser comprados em várias gramaturas e materiais diferentes, de acordo com o trabalho realizado. Podem ser usadas para trabalhos mais delicados, como remover verniz de madeira, e também mais agressivos, como acertar a lateral de chapas de acrílico ou compensado.

Cortar



Existe um suporte, que é baratinho e já vem na maior parte das micro retíficas, onde pode ser montado um disco de corte. Basta prestar atenção se as duas arruelas de borracha estão no lugar e apertar o parafuso.
Há discos de durezas diferentes, cada um mais adequado para um determinado tipo de material. Os mais comuns funcionam muito bem em madeiras, resinas, plásticos e até metais mais macios. Mas existem discos diamantados que cortam até mármore e aço reforçado!
A micro retífica não consegue fazer cortes muito profundos, mas é mais que suficiente para a maior parte dos trabalhos domésticos. Ela corta placas de circuito muito bem, por exemplo.
Existem também alguns acessórios mais sofisticados para incrementar o poder de corte da micro retífica, como mini serras de até meia polegada, para madeira e azulejo.

Retificar



A função “original” da ferramenta! Com pedras de polir e lixar presas em bastões de metal, é possível usar a micro retífica para atacar superfícies duras com grande precisão. Esse processo é especialmente útil para remover quinas afiadas de partes metálicas e ajustes finos em superfícies.
Com estas pedras também é possível afiar muito bem lâminas de tesouras e facas. Mas atenção: nada de dar uma de mão de vaca e tentar afiar o seu estilete! Essa lâmina é feita a laser, em liga muito dura, e deve ser jogada fora quando fica cega.
As pedras laranja-marrom são boas para o trabalho em aço. Já as verdes são melhores para alumínio. Ambas podem ser usadas em cerâmica e vidros, incluindo espelhos. Não as use em plástico ou resinas. O material derrete e arruína a ponteira!

Polir e limpar



Aquela superfície de metal ou plástico que já perdeu o brilho pode ganhar vida nova com uma micro retífica. Discos de feltro são montados em uma porteira com um parafuso de corte para trabalhos de polimento de excelente acabamento. Usando uma cera ou composto de polimento próprio, o resultado é profissional.
Para trabalhos em que é necessário fazer uma limpeza mais agressiva, existem duas opções: uma ponteira de borracha, que deve ser usada com produto próprio. Ela é excelente para remover óxidos mais leves de superfícies delicadas.
Para o serviço mais pesado, como remover ferrugem e camadas velhas de tinta, existem escovas de vários materiais. Muita atenção na escolha da escova certa! Se tentar utilizar cerdas de aço inox em uma jóia de ouro, por exemplo, você pode danificá-la severamente.

Acessórios úteis


O acessório indispensável a toda retífica é o mandril de aperto rápido. Em vez de lidar com 3, 4 ou até 5 suportes de ponteira diferentes, o mandril aceita todos os tamanhos. Ele funciona como os de uma furadeira, com três ganchos que abraçam a ponta, e precisa ser travada no lugar com uma chavinha de boca, que vem com ela. Nas fotos deste post a Micro retífica está com o mandril de aperto rápido. Realmente ele é uma mão na roda.
Existem eixos flexíveis, que permitem que você pendure a micro retífica em um gancho e trabalhe só com uma ponta bem mais leve e fácil de manusear. Ela permite uma precisão incrível em trabalhos delicados de gravação e acabamento. É possível até escrever em vidro sem muita dificuldade.
Diversos modelos de suporte de bancada também podem ser encontrados facilmente no mercado. Com eles, a micro retífica fica parada no lugar, e você manipula o material em volta dela. Ou pode também transformá-la em uma furadeira de bancada, com movimento vertical.
Outro acessório útil são as réguas, limitadores de profundidade e ângulos retos. Para quem precisa de maior precisão nas medidas de seus cortes e desbastes, é um investimento excelente!

Cuidados com a segurança


A micro retífica é uma ferramenta bastante segura, mas isso não quer dizer que você possa descuidar. A irresponsabilidade ao lidar com power tools pode causar acidentes muito sérios. Antes de tudo, sempre use óculos de proteção. Vamos repetir: sempre use óculos de proteção. Uma ponta pode quebrar ou um pedaço de material pode ser arremessado em alta velocidade, atingindo os seus olhos.

Para alguns trabalhos, como corte e desbaste em metal, que geram muito calor (mas produzem faíscas muito legais!) é recomendado usar luvas também. Ao usar ferramentas giratórias, sempre prenda os cabelos e remova acessórios como anéis, colares e pulseiras. Não use roupas largas em torno de ferramentas girando em alta velocidade. Você não quer estas coisas se enroscando na ponta, acredite na gente!

Também é bom se preocupar com o pó que é gerado ao usar a ferramenta. Dependendo do material que você estiver trabalhando o pó pode ser prejudicial se inalado. Neste caso use uma máscara para evitar respirar o pó.

OBS.: FALE COM UM DOS NOSSOS VENDEDORES ATRAVÉS DO NOSSO TELEVENDAS (24) 2231-6644 OU VÁ ATÉ UMA DAS NOSSAS LOJAS E CONSULTE MARCAS E PREÇOS DISPONÍVEIS.

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Fonte: | Blog Fazedores |

terça-feira, 21 de julho de 2015

Diferença entre Transformador e Inversor de Solda - Descubra

Olá pessoal, hoje é terça-feira e dia de post novo no blog! Esta semana iremos falar sobre a diferença entre Transformador e Inversor de Solda. Então vamos lá!
O transformador de solda tem sido largamente utilizado nos últimos anos, mas a tecnologia digital chegou também às máquinas de solda. Por isso, na hora de adquirir um equipamento para soldagem com eletrodos, qual é a diferença entre Inversor ou Transformador?


TECNOLOGIA

Os transformadores são basicamente constituídos por um núcleo revestido por enrolamento de bobinas de cobre. Trabalham em corrente alternada (CA) e os valores de corrente e tensão são alterados através da posição do núcleo. Possuem algumas limitações de acordo com tipo de eletrodo devido a construção física do equipamento.  

Os inversores são constituídos por circuitos eletrônicos, garantindo eficiência e conforto na mudança de corrente e tensão. São equipamentos compactos, potentes podendo trabalhar com uma gama maior de eletrodos.


CONSUMO DE ENERGIA

Pela diferença de tecnologia, os inversores são mais eficientes, e consomem menos energia que os transformadores.

CICLO DE TRABALHO

Seja para soldagem ou para ponteamento, quando se fala em ciclo de trabalho (período em que a máquina está soldando), os inversores são mais eficazes, conseguindo manter um determinado valor de corrente por mais tempo.

Exemplo: em um período de 10min:
Maquina 100A@60% = 6min soldando (100A) e 4min em descanso

PESO E TAMANHO


O inversor é aproximadamente 3 vezes mais leve e mais compacto que o transformador de solda, possibilitando o uso em lugares de difícil acesso. O transporte é ainda mais fácil com o uso da alça de ombro, disponível em todos os inversores portáteis.



FACILIDADE DE USO

O ajuste dos parâmetros de solda nas máquinas para eletrodos é geralmente simples, selecionando apenas a corrente de soldagem através de uma manivela ou um botão.

Os inversores possuem painéis extremamente simples com potenciômetros e em alguns casos displays indicativos, facilitando o ajuste e precisão dos parâmetros. Já os transformadores possuem ajuste simples através de manivelas, que em relação aos inversores não apresentam a mesma agilidade e conforto.




Fonte: | Esab | 


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terça-feira, 14 de julho de 2015

Descubra tudo sobre Disco Diamantados.

Como funcionam os Discos Diamantados


Apesar de serem conhecidos como ferramentas de corte, os discos diamantados são uma espécie de abrasivo, cujo corte é, na verdade, um desbaste linear. Os grãos de diamante são fixados no disco através de uma liga metálica a qual chamamos de “banda de corte”. Os diamantes expostos na superfície da banda desbastam o material. À medida que a liga metálica desgasta, os diamantes da superfície vão quebrando e sendo eliminados junto com o material cortado. Ao mesmo tempo, novos diamantes afloram na superfície da banda.





Reafiação ou dressagem do disco

Materiais muito duros são geralmente pouco abrasivos, e por isso não conseguem desgastar a liga metálica na mesma velocidade em que os diamantes da superfície são consumidos. Como resultado, a banda de corte fica completamente lisa ou “cega”, pois novos diamantes não conseguiram aflorar na superfície. Nessa ocasião, o disco não conseguirá mais cortar o material (ou cortará numa velocidade muito baixa) e ocorrerá superaquecimento. Para reafiar o disco (ou seja, fazer com que os novos diamantes aflorem na superfície da banda de corte) basta fazer alguns cortes em material extremamente abrasivo, como blocos de cimento ou pedra arenito.

O que é importante em um Disco Diamantado?

A qualidade de um disco diamantado é percebida através de diversos fatores, sendo os principais:

Rendimento: é o número de metros cortados pelo disco. O custo por metro cortado é um importante indicador na hora de decidir qual disco adquirir.

Universalidade de uso: é a capacidade de um mesmo disco apresentar bom rendimento em diferentes tipos de material.

Acabamento do corte: cortes limpos, sem rebarbas e sem lascamento da superfície do material. Revestimentos finos requerem máxima qualidade de acabamento.

Velocidade do corte: é o número de metros cortados por minuto.

Segurança: a banda do disco não pode, em nenhuma hipótese, quebrar ou se desprender durante a operação, pois os pedaços projetados podem causar ferimentos severos.



Tipos de Banda

Contínua

A banda contínua oferece uma superfície de corte totalmente plana e contínua. É indicada para aplicações que exigem alta qualidade de acabamento, tais como revestimentos cerâmicos, pois sua ação de corte ininterrupta reduz o lascamento da superfície do material. Recomenda-se o uso com água pois a geometria do disco não gera ventilação suficiente para refrigerar a banda de corte.

Segmentada

Os discos com banda segmentada proporcionam cortes com menor atrito pois as gargantas eliminam o contato contínuo entre a banda de corte e o material, ajudando a refrigerar ambos. Pode ser usado para corte a seco sem risco de superaquecimento. A largura da linha de corte é geralmente maior do que a da banda lisa, podendo apresentar vibração. É indicada para corte de materiais brutos que não requerem alta precisão e qualidade de acabamento.

Turbo

Os discos com banda turbo combinam a velocidade, o acabamento e a estabilidade da banda lisa com a refrigeração da banda segmentada. Por isso, pode ser usado para corte a seco sem risco de superaquecimento. Indicada para corte de materiais intermediários (que não requerem um acabamento com extrema lisura, mas também não podem lascar ou apresentar rebarbas).


Corte a seco ou com água?

Existem no mercado discos denominados de “corte a seco” e outros de “corte com água”.
Os chamados discos de corte com água utilizam a mesma para resfriar a banda de corte e remover a poeira residual.
Já discos de corte a seco usam a ventilação gerada pela rotação do disco para o mesmo fim.
Via de regra, tanto os discos de corte a seco podem ser usados com água, como os discos de corte com água podem ser usados a seco.
Em ambos os casos a diferença está na vida útil do disco. Quando utilizados a seco, os discos apresentam uma queda de aproximadamente 70% no rendimento. Por isso, sempre que possível utilize água, seja qual for o disco.









Gostou? Não esqueça de deixar o seu comentário com a sua sugestão ou dúvidas.Sua opinião é muito importante para nós. #participe 

Fonte: | Irwin |

terça-feira, 7 de julho de 2015

Qual tipo de broca usar? Antes de furar, leia este post.

Olá pessoal! Preparados para mais um post da Kausben? Hoje iremos falar sobre as diferenças das brocas, pois após a compra de uma furadeira, uma questão muito comum surge: Qual broca devo usar? Descubra neste post!

Existem diversos tipos de brocas, cada uma para uma função diferente, mas todas tem como função principal “Perfurar”. Algumas para madeira, outras para aço, dentre outros materiais.
Ao fazer a compra de uma broca devemos verificar qual o material que iremos perfurar. Com essa informação o vendedor poderá indicar a broca mais apropriada para este determinado material.
Algumas dicas preciosas.



Antes de conhecermos os tipos de brocas, devemos saber que alguns cuidados devem ser seguidos na sua utilização:


1 – Não devemos usar brocas para madeira em paredes metálicas ou de concreto, ou brocas para metal em paredes de concreto. A única broca que pode ser utilizada em qualquer superfície é a broca multiconstruction, que foi desenvolvida especialmente para este fim
2 – As brocas especiais para madeira e aço rápido nunca podem ser utilizadas na furadeira no modo impacto.
3 – Devemos sempre proteger os olhos e mãos, utilizando óculos de proteção e luvas.
4 – NUNCA substitua a broca na furadeira enquanto a mesma estiver conectada à energia. Acidentes nesta hora são muito comuns.

Quer escolher a broca certa? Comece pensando no que quer fazer!

Determinar o que você quer fazer é o ponto de partida para definir qual broca utilizar – ou comprar. O objetivo (espera-se) é furar. Mas furar o quê? Qual tipo de material, que tamanho de furo, que profundidade? Evite utilizar, por exemplo, uma broca três pontas para madeira em uma parede de concreto. A broca pode simplesmente quebrar e você pode se machucar, ou então estragar sua furadeira ou Dremel.

Os principais tipos de brocas e suas funções


Existem inúmeros tipos de brocas. Combinando diferentes formatos, materiais e acabamentos, existe um modelo para cada aplicação, por mais bizarra que pareça! O universo das brocas é gigantesco, são centenas ou milhares de modelos se considerarmos as brocas especiais e super especializadas. Para evitar toda esta confusão, focamos nos tipos mais comuns e vamos agrupá-las de acordo com sua função para que fique mais fácil escolher a broca certa. Dá uma olhada:

Tipos de brocas:


Broca de três Pontas



Utilizadas somente em madeira. Fabricadas em aço carbono que proporciona maior resistência ao calor gerado pelo atrito com a madeira e suas resinas.
A ponta central serve como um guia do furo, não deixando o ponto inicial escapar durante a perfuração. As outras duas pontas servem para perfurar.
Essa broca é utilizada em todo o tipo de madeiras: Duras, macias, contra placados, compensados, formicas, aglomerados, etc.


Broca para Concreto – Widea (Metal duro)




Pode ser utilizada em concreto, alvenaria, mármore, etc. Dependendo da especificação da Widea, que poderá ser mais ou menos dura, afiada ou não. Sempre utilizada em materiais mais resistentes. Não servem para furar metais ou madeira.
Pode e deve ser usada no modo martelete.
Sua ponta tem a forma de uma flecha, sendo mais larga que o corpo da broca, evitando que o pó gerado pela perfuração trave a broca dentro do furo. É capaz de furar em instantes qualquer parede.

Aço Rápido



Utilizada para perfurar metais, são brocas helicoidais com haste cilíndrica e podem ter corte à direita e à esquerda.
Dependendo do metal a ser perfurado, poderá ter uma cobertura que proporcionará maior resistência. Esta cobertura pode ser de titânio, por exemplo.

Brocas para concreto SDS-Plus e SDS-Max




Recomendada para uso profissional na perfuração de concreto, granitos, mármores, basalto, tijolos e materiais de alvenaria em geral.
Muito semelhante às brocas para concreto simples (Widea), no entanto, dispõe de um sistema de encaixe especial que previne eventuais deslizes durante a perfuração, o que é muito comum nas demais brocas fixadas por meio de mandril.
O sistema SDS-Plus é usado nos martelos de classe até 4 kg e seu encaixe é menor se comparado com o sistema SDS-Max.
O sistema SDS-Max é utilizado nos martelos superiores a 4 kg, o que proporciona maior capacidade de diâmetro na perfuração devido a robustez deste sistema.
As brocas SDS-Plus e SDS-Max são mais resistentes que as brocas simples, em virtude da elevada força gerada pelos martelos que utilizam essas brocas.

Broca Serpentina



Apropriadas para todas as madeiras duras e macias, além da madeira úmida, proporcionando uma perfuração com acabamento elevado e excelente escoamento de cavacos.
Com a geometria espiral, sua perfuração tem um avanço rápido.

Broca Chata

Utilizada para furar madeira, aglomerados e fibras.
Sua ponta piloto, geralmente equipada com uma rosca, evita deslizamentos e proporciona uma tração maior, o que produz uma perfuração mais rápida.
São usadas em situações que não exigem fino acabamento.
Indicadas para perfurações onde o material é muito grosso, de forma que esta é a única broca com capacidade de perfuração acima de 20 cm.

Serra Copo



Serve para fazer furos de grandes diâmetros.
Existem vários tipos de serras copo: Para madeira, metal, plástico, alumínio, alvenaria, cerâmicas e porcelanatos, etc.
Estas brocas consistem numa coroa em que a parte externa, dependendo do tipo, poderá ser dentada ou diamantada, com uma broca no meio que serve para dar início o furo a ser realizado.
Para madeira, compensado e derivados não é necessária grande experiência para utilizá-la .

Dica Extra:


Agora que você já sabe como escolher a broca certa para seu projeto, lembre-se que mesmo o equipamento certo só traz bons resultados se utilizado corretamente. Se informe de qual o melhor procedimento para fazer exatamente o tipo de furo que você quer. Veja algumas dicas:
Antes de fazer um furo qualquer, marque o local com um prego ou marcador apropriado. Este furo guia evita que a broca saia do lugar, comprometendo a precisão do projeto. Para furos em azulejos e superfícies duras, como cerâmicas e alguns plásticos é praticamente impossível manter a ferramenta no lugar sem este preparo.
Outra dica é, na dúvida, começar sempre com uma broca menor. Assim, você garante o ajuste correto. Se não der o diâmetro correto, você pode sempre passar uma broca maior e corrigir, enquanto o contrário não é possível.

Conte com a experiência dos nossos vendedores


Os vendedores da Kausben possuem um vasto conhecimento sobre as brocas e suas funções. Converse com os vendedores e explique suas necessidades, ele pode te orientar a escolher a broca certa! Trocar uma ideia com alguém mais experiente que você é umas melhores maneiras de adquirir novos conhecimentos e aperfeiçoar as suas habilidades.

Caso tenha ficado ainda alguma dúvida, entre em contato conosco através dos comentários. Estamos aqui para lhe ajudar sempre! Obrigado pela sua visita e VOLTE SEMPRE!


terça-feira, 30 de junho de 2015

Deixe sua casa mais segura com a fechadura certa!

Olá pessoal! Preparados para mais um post do blog da Kausben? Hoje iremos falar sobre as diferenças das fechaduras, iremos mostrar quais são as partes de uma fechadura, iremos falar a diferença entre fechaduras externas e internas e muito mais. Então vamos lá!

Apesar de se destacarem pelo design, as fechaduras também garantem segurança ao ambiente. Algumas se destacam pelo design e durabilidade. As mais comuns são feitas de zamac (liga de zinco, alumínio, magnésio e cobre), mas também são encontradas em materiais como, latão, alumínio e aço inox. Podem ser divididas em áreas internas e externas em diferentes modelos.

É necessário conhecer qual sua necessidade, grau de segurança, fluxo de movimentação dentre outros detalhes para encontrar a fechadura ideal.

Escolhendo pelo tipo de uso


Na hora de escolher é preciso se atentar às informações da embalagem. Principalmente as informações de frequência de uso, grau de corrosão e grau de segurança.

A frequência de uso pode ser denominada como "leve", "médio ou moderado" e "pesado ou intenso".  As fechaduras de tráfego leve são mais baratas e mais finas. São ideais para residências e portas internas.  As fechaduras moderadas atendem maior demanda de ciclos, funcionando bem em residências e escritórios. Para tráfego intenso, são utilizados materiais mais resistentes como, por exemplo, em espaços públicos, hospitais e centros de compras.

O grau de corrosão é definido entre 1 a 4, sendo 4 os materiais com alta resistência. A resistência refere-se a condições de umidade e tempo. Se a intenção é instalar fechaduras em casas de praia ou indústrias, o recomendado é que seja utilizado fechaduras de grau de resistência 4.

As fechaduras com maior grau de segurança são compostas por materiais com maior qualidade e maior número de cilindros, por isso é mais difícil o arrombamento. O grau de segurança é dividido de mínimo até máximo. O grau mínimo pode ser usado em fechaduras para ambiente interno. Do mínimo para cima, pode ser usado principalmente em áreas externas.

Tamanho da máquina


A parte interna das fechaduras, chamadas de máquina ou miolo, possui medidas diferentes, que variam de acordo com a distância da broca, ou seja, a distância do centro do buraco da chave até a chapa da testa da fechadura (face lateral da porta).

No Brasil, temos 3 medidas diferentes: 40mm, 45mm e 55mm.

Outra medida que varia em cada marca é a do centro do buraco da maçaneta até o centro do buraco da chave.

Para repor a fechadura de sua casa, é sempre necessário verificar esta medida para comprar uma nova no tamanho correto.

Diferença entre fechaduras Internas e Externas


A diferença entre a fechadura externa e interna é o tipo de chave utilizada. As fechaduras internas usam chaves simples como as dos quartos, salas e demais áreas internas, por exemplo. Para os banheiros, temos um modelo específico e prático. As fechaduras externas, que dão acesso à entrada da casa ou apartamento, apresentam mecanismos mais complexos para segurança. Como os trincos e travas tetra que servem para trazer mais segurança ao local. O ideal é seguir um modelo para todos os ambientes. No caso de buscar uma fechadura ou puxador mais decorativo para a porta externa, lembre-se de que esta deve “conversar” com o restante da casa, mantendo uma linha mais moderna ou clássica. Para o acabamento existem: polido ou escovado, prata, dourado ou envelhecido. Se você vai instalar as fechaduras em uma porta nova ou no momento que está construindo, fica mais fácil. É só numerar juntamente o modelo e a medida das portas para a área que vai atender (quartos, área externa, banheiros etc.) e fazer a instalação. E não se esqueça que as dobradiças devem ter o mesmo padrão de acabamento da nova fechadura, para manter a harmonia e estética da porta.



Como é uma estrutura de uma fechadura?


As peças que compõem a parte interna do produto são o cubo, o cilindro, a lingueta, o trinco e a chapa testa. Veja no desenho:



Já a parte externa das fechadura de entrada é composta pela maçaneta tipo bola ou alavanca, contra testa, falsa testa, espelho e roseta. Confira como são essas peças:




Como instalar uma fechadura de embutir

Jogo de fechadura


Existem 3 opções de tamanho de máquina: 40, 45 e 55 mm.
  • Essa medida corresponde à distância entre o eixo do castelo e a face da testa da fechadura.
  • No caso de substituição, aproveite os furos já feitos escolhendo uma fechadura do mesmo tamanho. Também é possível escolher uma fechadura com o espelho mais largo para cobrir os furos antigos.



Maçaneta




  • Alavanca

  • Taco de golfe

  • Bola

Escolha o tamanho ideal para a bola não encostar no batente e dificultar o acionamento.


Ferramentas necessárias


  • Brocas de 13 mm
  • Chave de fenda
  • Formão
  • Martelinho
  • Furadeira
  • Chave Philips
  • Trena
  • Lápis


Antes de começar

Determine o lado de abertura da porta para ver a necessidade de reversão do trinco.

Porta da Esquerda








Porta da Direita









Passo 1. Faça as marcações


Pegue o corpo da fechadura e marque com a canetinha em cima e embaixo da altura desejada (recomendamos 1,10 m do chão). Marque na porta e na lateral dela. O corpo da fechadura deve ficar bem rente à porta.


Passo 2. Fure a lateral da porta

Fure com a broca ao longo do local onde será embutida o corpo da fechadura.


Passo 3. Faça o entalhe


Com o formão, retire a madeira em excesso da lateral da porta até que chegue ao tamanho ideal que caiba o corpo da fechadura. Encaixe-o no buraco.



Passo 4. Faça as furações


Pegue o corpo da fechadura e coloque novamente na marcação da porta. Desta vez, marque os locais para a furação da maçaneta e do cilindro. Faça as furações atravessando a porta e encaixe-os no buraco.


Passo 5. Fixe o cilindro e o corpo da fechadura


Na lateral da porta, coloque o parafuso que irá travar o cilindro. Parafuse também o corpo da fechadura.


Passo 6. Marque a contra testa


Coloque a contra testa no corpo da fechadura, feche a porta e marque no batente em cima e em baixo. Depois, coloque a contra testa no batente de acordo com marcação e marque os locais da furação e do entalhe.


Passo 7. Fixe a contra testa


Primeiro, faça o entalhe com uma broca ou um formão e certifique-se de que a profundidade dos buracos seja adequada. Depois, fixe a contra testa com os parafusos.


Passo 8. Finalize


Posicione a maçaneta junto com o espelho (ou roseta) na porta e fixe com parafusos. Trave a maçaneta com o pino ou parafuso que a acompanha. Basta posicionar o pino e bater levemente com um martelo.




Gostou? Qualquer dúvida escreva para nós nos comentários! Sua opinião é muito importante para nós.

Fonte: | LaFonte | Leroy Merlin