quarta-feira, 27 de maio de 2015

Você sabia que para trabalhar com uma motosserra precisa de Licença?

Olá pessoal! Preparados para mais um post do blog da Kausben?

Hoje iremos falar de um assunto muito importante, que é a questão do licenciamento para o uso de Motosserras e também a diferença entre Motosserra e Eletrosserra.

Preparados? Então confira!



Quando você compra uma motosserra você não pode utilizá-la sem ter a licença de porte e uso, isso é crime contra o meio ambiente sujeito a multa de 01 a 10 salários mínimos, apreensão da motosserra, reparação dos danos causados e 03 meses a 01 ano  de prisão. No caso do comerciante que não possuir registro no IBAMA a multa é de R$500,00 por unidade comercializada.

Para poder usar a motosserra é necessário que tanto a máquina, como o proprietário e o operador sejam registrados no Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis) para emitir a Licença de Porte e Uso de Motosserras (é emitido uma licença para cada motosserra). Para requerer a licença de porte e uso faça a sua inscrição no Cadastro Técnico Federal (CTF), que poderá ser feito através do site  ou no posto mais próximo do Ibama. O uso de motosserras está enquadrada na lei 6.938/81 e na Normativa do Ibama nº 10/01.   O Registro no Ibama deve ser renovado anualmente. Para isso, você irá precisar da nota fiscal e o número de série da máquina.   Não se esqueça de levar o registro para qualquer lugar que for utilizar a máquina.   O proprietário deve estar consciente e ter o conhecimento que o uso de motosserras, sem o devido registro e licença, estará sujeito a multas que variam de um a 10 salários mínimos, apreensão do equipamento e prisão, conforme a lei 9.605/98 - Lei de Crimes Ambientais.

*Lembramos que a Kausben é legalizada como comercializante de Motosserras.

Diferença entre Motosserra e Eletrosserra.


Tanto a eletrosserra quanto a motosserra são geralmente utilizadas para serrar lenhas, na poda das árvores e cortes de madeiras. Elas podem ser elétricas, a gasolina ou a bateria. É possível encontrar no mercado diversas marcas e modelos, seja para uso residencial ou para serviços profissionais.   De forma geral, as eletrosserras semi-profissionais (elétricas), são projetadas para uso descontinuado, trabalhos mais suaves ou com duração da atividade não passando de 40 minutos (tempo de autonomia do tanque de combustível do equipamento). Após utilizar é importante dar um descanso para a máquina de pelo menos duas horas antes de voltar à atividade.   Já as motosserras profissionais (a gasolina), são projetadas para uso intenso, podendo trabalhar o dia inteiro, apenas parando para reabastecer o tanque de gasolina e óleo lubrificante.

Tipo de usos:



Ocasional – jardins residenciais, corte de lenha, pequenas podas e carpintaria até 40 cm³;  
Rural – Uso semi-intensivo: agricultura em geral (sítios e fazendas), reformas em pontes, cercas, currais, estábulos, derrubada de árvores de até médio porte (de 41 a 61 cm³);  
Comercial – Uso profissional: limpeza urbana, serviços de poda, atividades urbanas e rurais (bombeiros, empreiteiras, prefeituras e Defesa Civil);  
Florestal – Uso intensivo: reflorestamento em áreas de pequena extensão com árvores de pequeno porte (de 45 a 55 m³).

Algumas dicas importantes:


- Antes de usar qualquer motosserra, leia todo o manual de operação e segurança fornecido pelo fabricante do equipamento;

- Não utilize uma motosserra quando estiver cansado, se tiver ingerido qualquer bebida alcoólica ou se estiver tomando qualquer medicamento com ou sem prescrição médica; 

- Para que o trabalho possa ser realizado com segurança, é necessário que você utilize as roupas e os equipamentos adequados durante o trabalho com a motosserra. Use botas de segurança e roupas confortáveis – a roupa precisa ser prática e não pode atrapalhar. Não vista roupas que possam ficar presas em madeiras ou vegetações. Também não use cachecol, gravatas ou jóias. Prenda os cabelos mais longos, use luvas de proteção, protetor visual, auricular e capacete;

- Quando estiver fazendo a operação de corte, segure a motosserra firmemente com as duas mãos, com os dedos ao redor das alças. Segure a motosserra com a mão direita na alça de trás (afogador) e com a mão esquerda na alça da frente, mesmo que você seja canhoto. Segurar a motosserra com firmeza irá ajudá-lo a manter o controle da mesma no caso de rebote ou outras reações inesperadas. Mantenha as alças da motosserra secas, limpas e sem óleo para evitar que a mesma escorregue e até mesmo para garantir maior controle;  

- Motosserras foram feitas para funcionar em alta velocidade. Para um trabalho mais seguro e também para aumentar a produção e reduzir a fadiga, mantenha o equipamento em potência máxima durante a operação de corte;

- Quando for carregar a motosserra certifique-se de que o motor está desligado, a barra e corrente posicionadas para trás e com o amortecedor distante do corpo. Quando carregar a sua motosserra, sempre use o protetor de barra; 

 - Não faça cortes acima da altura do ombro. É muito difícil controlar a motosserra em posições inadequadas;

- Não opere a motosserra em cima de árvore ou escada a menos que você tenha sido especialmente treinado e estiver equipado para fazê-lo. Existe o risco de perder a estabilidade devido à força empregada na motosserra ou ao movimento do material que está sendo cortado.

Espero que tenham gostado, até a próxima.

Fontes: | Gabriela CORVOX | Leroy Merlin |

terça-feira, 19 de maio de 2015

Vidraceiro - Conheça a profissão

Olá pessoal! Preparados para mais um post do blog da Kausben?

Ontem foi dia 18 de Maio, dia do Vidraceiro. E por este motivo hoje o post será dedicado a eles. Vamos saber o que esta profissão faz, quais são os principais cuidados e conhecer o seu mercado de trabalho. Preparados? Então vamos lá!


O que faz um vidraceiro?

Um vidraceiro é uma pessoa que trabalha com vidro – instalando, consertando ou substituindo vidros em ambientes comerciais, industriais ou residenciais ou em automóveis.
As principais tarefas de um vidraceiro incluem:
  • Cortar, triturar, polir e perfurar vidro.
  • Manusear lâminas de vidro em um depósito, durante o transporte e no local de trabalho. Isto pode envolver a utilização de cintas e equipamentos elétricos de suspensão.
  • Aplicar adesivos, selantes e massa para vedação.
  • Utilizar, limpar e fazer a manutenção de diversos tipos de equipamentos.
  • Tarefas administrativas, como preparar orçamentos e faturas, supervisionar assistentes e garantir a conformidade às normas de construção.

Quais são alguns perigos à saúde e à segurança dos vidraceiros?



Vidraceiros podem trabalhar em diferentes ambientes. Alguns destes ambientes, como canteiros de obra,  podem conter muitos perigos aos quais os vidraceiros devem estar atentos.
As principais questões de saúde e segurança para vidraceiros incluem:

  • Lesões por quedas – trabalhar em lugares altos, incluindo o trabalho em escadas e andaimes.
  • Lesões nas costas e braços – manusear lâminas de vidro grandes e incômodas
  • Lesões nas costas e braços – trabalhar em posições incômodas e permanecer em pé por períodos prolongados.
  • Escorregões, tropeções e quedas.
  • Cortes e lacerações causados por partes afiadas de vidro.
  • Pó resultante do corte, trituração, perfuração e polimento de vidros.
  • Trabalho com ferramentas manuais e elétricas.
  • Exposição a solventes presentes em adesivos, selantes e produtos de limpeza.
  • Trabalho ao ar livre, em clima quente ou frio.

Quais são algumas medidas preventivas para os vidraceiros?


  • Seguir procedimentos adequados para o trabalho em lugares altos, como escadas e andaimes.
  • Seguir técnicas seguras de levantamento de objetos.
  • Certificar-se de que as ferramentas e equipamentos estão em boas condições de funcionamento.
  • Utilizar equipamento de proteção individual adequado ao cortar e triturar vidros (ex. proteção para os olhos).
  • Utilizar luvas e calçados de proteção ao manusear lâminas de vidro.
  • Evitar a fadiga.
  • Quais são alguns bons procedimentos gerais para um trabalho seguro?
  • Conhecer as normas e procedimentos de segurança em canteiros de obras.
  • Utilizar equipamento de proteção pessoal adequado, incluindo calçados, proteção para a cabeça, proteção para os olhos e luvas.
  • Ler a Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos (FISPQ) para qualquer produto perigoso que você utilize e seguir as precauções de segurança recomendadas.
  • Evitar o estresse e a fadiga associados a dias de trabalho prolongados, trabalho em turnos e prazos rigorosos.
  • Manter as áreas de trabalho em boas condições.

Tarefas do vidraceiro


Como vidraceiro, suas principais responsabilidades incluem ler e interpretar plantas, de modo a preparar e selecionar as ferramentas corretas para cortar e adaptar o vidro. Depois de revisar as especificações, você irá cortar o vidro e instalá-lo na moldura correta, fixando os painéis de vidro com clipes, ponteiros ou molduras. Em trabalhos com espelhos, você irá usar materiais especiais incluindo cimento de mástique, massa de vidraceiro e parafusos para aderir os espelhos às superfícies ou mantê-los em suas posições. Para algumas dessas superfícies, você pode precisar usar compostos especiais para preservar o vidro.

Uso das ferramentas e materiais


Os vidraceiros usam uma variedade de ferramentas cortar, preparar e montar o vidro. Nessa função, você irá trabalhar com ferramentas básicas de mão como alicates, martelos e cinzéis. Além de ferramentas básicas pequenas, você irá usar estiletes para massa de vidraceiro, serras e parafusadeiras. Para equilibrar e medir espelhos e outros itens de vidro que estão sendo montados, serão utilizados prumos e níveis. Conhecer produtos químicos e adesivos será útil na montagem de itens como mástiques, cimentos e materiais emborrachados.

Construções

Em construções ou projetos comerciais, os vidraceiros precisam considerar não apenas o vidro, mas o emolduramento e os suportes ao redor da instalação. Para garantir uma instalação sem emendas, você pode precisar fabricar e desenvolver suportes metálicos para projetos em larga escala, como entradas de lojas, claraboias e armações de prédios. As atividades de construção incluem furar e fixar dobradiças, maçanetas, fechaduras e outras ferragens para o trabalho com portas de vidro ou superfícies de móveis.

Condições e exigências de trabalho

Normalmente, os vidraceiros trabalham para empreiteiros de instalação de vidros, oficinas de reparos automotivos e para fabricantes e lojas de janelas. O seu ambiente de trabalho pode ser em lugar fechado ou aberto, dependendo do projeto e do tipo de empregador, e você geralmente irá trabalhar de pé ao instalar os vidros, às vezes trabalhando em uma posição elevada sobre um andaime ou uma escada. Ao desempenhar o seu papel, você irá depender de plantas para as especificações e irá exercer tarefas de carpinteiro ou de construtor. Isso depende de habilidades com desenho e com o trabalho em madeira. Para executar essas tarefas, você deve ter um diploma de ensino médio juntamente com um curso técnico ou programa de aprendizagem para obter experiência com os deveres do trabalho com vidro.


Você sabia – que o vidro é 100% reciclável infinitas vezes sem perda de qualidade e pureza do vidro. Que com 1 Kg de sucata faz 1 kg de vidro novo, economia de energia e agua, poupa matérias primas naturais economia no transporte de materiais menos emissão de resíduos CO² no ar maior vida ao forno de fusão.

Fontes: | Yelling | Ehow | Setor Vidreiro | 

Gostou da matéria? Comente a sua opinião. Você é ou conhece um vidraceiro? Comente aqui em baixo o contato, indique, divulgue o seu trabalho.

terça-feira, 12 de maio de 2015

Você sabe o que a tupia é capaz de fazer?

Olá pessoal, preparados para mais um post do Blog da Kausben?

Hoje iremos falar da tupia uma máquina muito simples e versátil que possibilita fazer inúmeros detalhes e acabamentos diferentes em madeira. Dentre as tupias manuais, existem 2 tipos: a tupia laminadora própria para refilar laminados de acabamento quando aplicados, dando acabamento nas bordas da peça revestida e a tupia de coluna que pode ser usada em sua posição normal ou invertida, transformando-a em uma tupia de bancada. Em ambos os modelos são utilizadas as fresas, que são as ferramentas de corte. Conheça mais neste post.

Com a tupia é possível criar uma identidade para a madeira, deixando-a mais elegante e única. E para desenvolver acabamento em móveis, como ranhuras, molduras, entalhes, chanfros, encaixes ou detalhes arredondados.

No mercado encontramos algumas variações de tupia, portanto na hora da compra é importante procurar a que mais se adequada às suas necessidades.

Tupia Coluna: Feita para ser operada com as duas mãos essa tupia oferece uma regulagem precisa e maior segurança na operação.



Tupia Laminadora: Sua principal função é refilar laminados.



Acessórios

Fresas:
Responsável por dar o formato ao corte, cada fresa possui uma finalidade podendo se adequar com sua necessidade de acabamento.

Guia paralela: Utilizado para realização de canais paralelos na peça.

Guia Gabarito: Utilizada para copiar modelos de canais.

Dicas

- Por se tratar de um equipamento pesado e de precisão, recomenda-se sempre segurá-las com as duas mãos.
- Para evitar a perda de controle da máquina o ideal é utilizar a fresa no sentido contrário que a máquina está sendo conduzida.
- Busque sempre utilizar o equipamento de proteção.

Procedimento:

Leia aqui as informações importantes a ter em consideração ao trabalhar com a tupia:

1- Selecione uma fresa adequada à tarefa em questão. Ajuste as rotações da tupia ao tamanho da fresa e ao material da peça.

2- Se cortar uma peça primeiro com a serra vertical e depois quiser fazer os acabamentos com a tupia, lembre-se de deixar «margem de manobra» para a utilização da tupia.

3- Para processar quinas vivas com a tupia, utilize sempre uma guia paralela como guia de apoio.

4- A tupia permite processar até mesmo superfícies arredondadas, como por exemplo a borda de um tampo da mesa redondo. Para o fazer, recorra a um compasso de fresar.

5- Fixe a peça na sua superfície de trabalho com grampos ou prenda-a na bancada de carpinteiro. Se necessário, utilize sobras de madeira como apoios para proteger a peça contra marcas de pressão.

6- Regule a profundidade de fresagem desejada para a sua tupia. Deverá fazer várias passagens para fresar as ranhuras ou os entalhes mais profundos. Tal permite poupar a fresa.

10 fresas para Tupia.


É difícil escolher apenas 10 fresas para utilizar em tupias, já que existem uma infinidade de modelos, porém separamos as mais utilizadas para vocês.
As fresas não estão em ordem, mas separamos em dois grupos. No primeiro grupo estão as fresas que usamos todo o tempo. Essas fresas devem ter um lugar especial em toda marcenaria. As fresas do segundo grupo são as fresas que usamos em menor frequência, mas você pode comprá-las somente quando necessário.

Grupo 1

1-      Fresa Reta – As fresas retas são as principais fresas que você deve ter no seu kit. Elas podem ser usadas para fazer ranhuras, frestas, encaixes, etc. Fresas retas possuem diferentes tamanhos (diâmetros). As fresas de ¼” e ½” são as mais usadas. Se você precisar fazer um sulco maior do que ½” faça em dois tempos. Isso permite a você fazer o sulco mais adequado a espessura da outra peça que irá encaixar nesse sulco. 


2-      Fresa Reta com Rolamento – A diferença entre a fresa reta e a fresa reta com rolamento já diz no nome. Ela possui um rolamento na ponta. O rolamento ajuda a deslizar na borda da peça de madeira enquanto a fresa apara a segunda peça nivelando com a primeira. A fresa reta com rolamento pode ser usada para atividades como aparar laminados plásticos ou madeiras com acabamento de compensado. Também pode ser usada sempre que usar várias camadas de peças de madeira. Corte a primeira camada no tamanho exato. Então corte a segunda camada um pouco a mais depois apare e nivele após colar as duas camadas.



3- Fresa para quebrar canto – Esse tipo de fresa são muito boas para criar um perfil leve e arredondado na borda da peça de madeira. Ela possui um rolamento na ponta e você pode utilizá-la em uma tupia manual. Mas usando em uma tupia de bancada e utilizando aquela base tipo um barreira como uma superfície deslizante você pode tornear ambos os lados da peça para criar um perfil redondo, podendo ainda arredondar as pontas da peça para dar um acabamento melhor. Esse tipo de fresa também esta disponível numa variada gama de tamanhos. As medidas de ¼” e ⅜” são os usados com mais frequência. A medida que for necessário você pode ir complementando com ⅛”, ½” e ¾” também.




4-      Fresa para Chanfro - Outra fresa que é bastante conveniente para desbastar um pouco as bordas de uma peça de madeira é a fresa de chanfro. Você pode variar o tamanho do chanfro simplesmente diminuindo ou aumentando o contato da fresa isso com uma fresa de um único tamanho. Embora existam vários tamanhos, o mais usado é o de 45˚.




5-      Fresa para Rasgo - Esta é uma fresa que quando você usa a primeira vez não sabe por que ficou tanto tempo sem uma. Embora você possa usar uma fresa reta e uma base de apoio para criar rasgos, esse tipo de fresa torna o trabalho muito mais simples. O rolamento na ponta da fresa ajuda a controlar a largura do rasgo. Alterando o rolamento você pode criar rasgos de diferentes tamanhos.



Grupo 2

6-      Fresa Rabo de Andorinha ou Malheteira - A fresa rabo de andorinha é utilizada para fazer encaixes ou cavilhados para montar móveis usando um gabarito, como se fosse um pino fêmea e macho. Mas se você não possuir um gabarito tipo rabo de andorinha, você pode utilizar a fresa rabo de andorinha com uma base ou em uma tupia de bancada para criar esse tipo de encaixe.



7-      Fresa Reta Padrão com Rolamento - Essa fresa é um prima próxima da fresa reta com rolamento. A diferença é que o rolamento fica na base ao invés de ficar na ponta da fresa. Ela é usada quando se quer algum padrão de corte ou quando se faz peças iguais. O rolamento desliza sob o perfil da peça enquanto a fresa apara e nivela a peça de madeira.




8-      Fresa Meia Cana - Ao invés dessa fresa criar uma quina arredondada como a fresa para quebrar canto, ela criar um perfil côncavo. Esse tipo de fresa é muito utilizado para se fazer molduras ou projetos de móveis. Ela também possui diversas medidas. Então é bom que você tenha pelo menos umas duas medidas.




9-      Fresa Romana - Se você quer enfeitar seu projeto a fresa romana ajuda a fazer isso rapidamente. Ela dá estilo e elegância a um projeto simples. Há outras variações desse modelo de broca que seria a Fresa Clássica e Reversa, mas a mais usada é com certeza a Romana. Mesmo assim é bom ter os outros modelos, pois caso você precise usar para um projeto específico ela vai estar à mão.



10-   Fresa Cilíndrica para Rasgo - Essa é uma fresa que talvez você não esperasse ver na lista das Top 10, mas ela é muito útil para fazer rasgos para se fazer encaixe de outras peças. Essa fresa está disponível em dois ou três tamanhos para fazer rasgos de diferentes larguras. E como na fresa para rasgo do grupo 1 você pode trocar o rolamento por tamanhos variados para variar a profundidade dos cortes.




Fontes: | Casa do marceneiro | Leroy Merlin | Bosh |

Espero que tenha gostado das dicas, não apenas essas mais todas as anteriores. Você também pode colaborar deixando seu comentário com a sua opinião, sugestões de postagem, críticas, etc. Aguardamos sua colaboração.

 

terça-feira, 5 de maio de 2015

Diferença entre os tipos de lâmpadas e o seu consumo.

Olá pessoal! Tudo bem? Preparados para mais um post do blog da Kausben?

Esta semana iremos falar de um assunto muito comentado durante esse ano, que é a respeito de economia e energia, todos sabem que devemos economizar e para evitar o desperdício e reduzir o valor da conta de energia, é preciso saber escolher o tipo de lâmpada certa para a sua casa. Existem modelos econômicos, porém com o preço de custo que vai do razoável ao alto. Entretanto, o investimento vale a pena, pois a economia aparece no final do mês. Para saber como gastar menos, entenda as diferenças entre os tipos de lâmpadas e escolha a melhor para a sua casa e o seu bolso.

Lâmpadas Incandescentes


A lâmpada incandescente é mais barata, porém não é nada econômica, pois converte a energia elétrica em luz e calor e gera mais gastos de energia. Por ser um tipo de luz quente, ele é mais utilizada em cômodos como salas, banheiros e quartos, pois dá uma sensação mais aconchegante para o ambiente. O descarte da lâmpada incandescente pode ser o lixo comum.

Lâmpada Halógena


A lâmpada halógena é apenas 30% mais econômica que a incandescente, mas com o diferencial de seus componentes permitem o aumento na qualidade de ação do produto e a tornam mais duradoura.
Ao contrário do preço de custo da incandescente, o seu valor é mais alto. Sua vida útil é de até 4 mil horas e pode substituir as incandescentes em qualquer cômodo da casa, principalmente no quintal e jardim. O seu descarte também pode ser através do lixo comum.

Lâmpada Fluorescente tubular




A lâmpada fluorescente tubular é 80% mais econômica, seu custo é em conta e sua vida útil de 7.500 horas. Ela funciona como uma lâmpada de descarga, onde junto a um reator, ocorre um disparo elétrico que é convertido em luz por um revestimento da lâmpada chamado de pó fluorescente. A lâmpada fluorescente tubular deve ser usada em garagens e cozinhas e sua forma de descarte é através da reciclagem.

Lâmpada Fluorescente compacta



Assim como a do tipo tubular, a lâmpada fluorescente compacta também é 80% mais econômica, porém apresenta diferenças no seu preço de custo. Outra diferença é que o modelo já apresenta o reator incorporado à base.
Esse tipo de lâmpada pode ser usada em quartos, salas e banheiros e sua vida útil é de até 10 mil horas. Lembrando que o descarte da lâmpada fluorescente compacta também só pode ser feito através da reciclagem.

Lâmpada de Led


A lâmpada de led é 85% mais econômica que as demais, porém o seu preço de custo varia do razoável ao mais caro. Seu funcionamento é através de uma matriz de LEDs (componentes eletrônicos semicondutores) que convertem energia em luz.

O lema da lâmpada de LED é iluminar mais e consumir menos. Por não conter mercúrio, o modelo não emite calor e raios ultravioletas. Além de ser mais sustentável, você ainda reduz a conta da energia elétrica em, aproximadamente, 90%, portanto vale o investimento. Caso seja utilizada por oito horas diariamente, pode durar por até 17 anos. O produto é ideal para ser usado em spots ou refletores que oferecem luz direcional e também ela pode ser usada em banheiros, quartos ou apenas como luz direcionada para iluminar quadros e espelhos na decoração do ambiente.

A lâmpada de led também deve ser descartada através de reciclagem.

Curiosidade: antes de chegar às lâmpadas, a tecnologia de LED já era usada em pequenos dispositivos.

Fonte: | Dicas de Mulher | 


Ficou alguma dúvida? Escreva para nós nos comentários, sua opinião é muito importante para nós. 

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Decoração com puxadores coloniais

Olá pessoal! Preparados para mais um post?

Hoje este post é dedicado a você que não curte as cozinhas modernas com linhas retas, cores brilhantes e puxadores embutidos… Vamos ver que na hora de reformar você pode ter uma cozinha com um ar mais antigo sem parecer velha.

Então vamos lá.

Cozinhas com essa atmosfera são chamadas de colonial, elas geralmente têm armários mais clássicos em madeira, com cor da madeira natural mesmo, ou pintadas da cor branco, azul ou até verde. Com uma decoração rústica e ao mesmo tempo super convidativa e clean.

Já o piso também costuma ser de madeira, porém fica um pouco difícil à manutenção da madeira na cozinha, existem porcelanatos de 1,20 x 0,20 que imitam muito bem as tábuas de madeira, pode ser uma boa opção! Outro piso que funciona bem com esse clima é o xadrez, cerâmicas brancas e pretas ou até mesmo geométricas ficam lindos.

O detalhe dos puxadores coloniais em formato de concha faz toda a diferença, pois é um toque que combina muito com os armários de madeira e trazem esse ar de fazenda, que todos adoram.  Uma dica que você pode ver nas imagens é que podem ser usados dois tipos de puxadores nos armários da cozinha, as “conchinhas” nos armários inferiores ou gavetas e puxadores “bolinha” para os armários superiores, fica a seu critério.


Via: dailydreamdecor
Via: cococozy
Via: cristianalopezdesigner
Via: cristianalopezdesigner
Via: cristianalopezdesigner
Via: editoraglobo
Via: homedit
Via: homedit
Via: homedit
Via: houzz
Via: houzz
Via: houzz
Via: mintyinspirations
Via: redstudio via casa.abril




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