terça-feira, 12 de maio de 2015

Você sabe o que a tupia é capaz de fazer?

Olá pessoal, preparados para mais um post do Blog da Kausben?

Hoje iremos falar da tupia uma máquina muito simples e versátil que possibilita fazer inúmeros detalhes e acabamentos diferentes em madeira. Dentre as tupias manuais, existem 2 tipos: a tupia laminadora própria para refilar laminados de acabamento quando aplicados, dando acabamento nas bordas da peça revestida e a tupia de coluna que pode ser usada em sua posição normal ou invertida, transformando-a em uma tupia de bancada. Em ambos os modelos são utilizadas as fresas, que são as ferramentas de corte. Conheça mais neste post.

Com a tupia é possível criar uma identidade para a madeira, deixando-a mais elegante e única. E para desenvolver acabamento em móveis, como ranhuras, molduras, entalhes, chanfros, encaixes ou detalhes arredondados.

No mercado encontramos algumas variações de tupia, portanto na hora da compra é importante procurar a que mais se adequada às suas necessidades.

Tupia Coluna: Feita para ser operada com as duas mãos essa tupia oferece uma regulagem precisa e maior segurança na operação.



Tupia Laminadora: Sua principal função é refilar laminados.



Acessórios

Fresas:
Responsável por dar o formato ao corte, cada fresa possui uma finalidade podendo se adequar com sua necessidade de acabamento.

Guia paralela: Utilizado para realização de canais paralelos na peça.

Guia Gabarito: Utilizada para copiar modelos de canais.

Dicas

- Por se tratar de um equipamento pesado e de precisão, recomenda-se sempre segurá-las com as duas mãos.
- Para evitar a perda de controle da máquina o ideal é utilizar a fresa no sentido contrário que a máquina está sendo conduzida.
- Busque sempre utilizar o equipamento de proteção.

Procedimento:

Leia aqui as informações importantes a ter em consideração ao trabalhar com a tupia:

1- Selecione uma fresa adequada à tarefa em questão. Ajuste as rotações da tupia ao tamanho da fresa e ao material da peça.

2- Se cortar uma peça primeiro com a serra vertical e depois quiser fazer os acabamentos com a tupia, lembre-se de deixar «margem de manobra» para a utilização da tupia.

3- Para processar quinas vivas com a tupia, utilize sempre uma guia paralela como guia de apoio.

4- A tupia permite processar até mesmo superfícies arredondadas, como por exemplo a borda de um tampo da mesa redondo. Para o fazer, recorra a um compasso de fresar.

5- Fixe a peça na sua superfície de trabalho com grampos ou prenda-a na bancada de carpinteiro. Se necessário, utilize sobras de madeira como apoios para proteger a peça contra marcas de pressão.

6- Regule a profundidade de fresagem desejada para a sua tupia. Deverá fazer várias passagens para fresar as ranhuras ou os entalhes mais profundos. Tal permite poupar a fresa.

10 fresas para Tupia.


É difícil escolher apenas 10 fresas para utilizar em tupias, já que existem uma infinidade de modelos, porém separamos as mais utilizadas para vocês.
As fresas não estão em ordem, mas separamos em dois grupos. No primeiro grupo estão as fresas que usamos todo o tempo. Essas fresas devem ter um lugar especial em toda marcenaria. As fresas do segundo grupo são as fresas que usamos em menor frequência, mas você pode comprá-las somente quando necessário.

Grupo 1

1-      Fresa Reta – As fresas retas são as principais fresas que você deve ter no seu kit. Elas podem ser usadas para fazer ranhuras, frestas, encaixes, etc. Fresas retas possuem diferentes tamanhos (diâmetros). As fresas de ¼” e ½” são as mais usadas. Se você precisar fazer um sulco maior do que ½” faça em dois tempos. Isso permite a você fazer o sulco mais adequado a espessura da outra peça que irá encaixar nesse sulco. 


2-      Fresa Reta com Rolamento – A diferença entre a fresa reta e a fresa reta com rolamento já diz no nome. Ela possui um rolamento na ponta. O rolamento ajuda a deslizar na borda da peça de madeira enquanto a fresa apara a segunda peça nivelando com a primeira. A fresa reta com rolamento pode ser usada para atividades como aparar laminados plásticos ou madeiras com acabamento de compensado. Também pode ser usada sempre que usar várias camadas de peças de madeira. Corte a primeira camada no tamanho exato. Então corte a segunda camada um pouco a mais depois apare e nivele após colar as duas camadas.



3- Fresa para quebrar canto – Esse tipo de fresa são muito boas para criar um perfil leve e arredondado na borda da peça de madeira. Ela possui um rolamento na ponta e você pode utilizá-la em uma tupia manual. Mas usando em uma tupia de bancada e utilizando aquela base tipo um barreira como uma superfície deslizante você pode tornear ambos os lados da peça para criar um perfil redondo, podendo ainda arredondar as pontas da peça para dar um acabamento melhor. Esse tipo de fresa também esta disponível numa variada gama de tamanhos. As medidas de ¼” e ⅜” são os usados com mais frequência. A medida que for necessário você pode ir complementando com ⅛”, ½” e ¾” também.




4-      Fresa para Chanfro - Outra fresa que é bastante conveniente para desbastar um pouco as bordas de uma peça de madeira é a fresa de chanfro. Você pode variar o tamanho do chanfro simplesmente diminuindo ou aumentando o contato da fresa isso com uma fresa de um único tamanho. Embora existam vários tamanhos, o mais usado é o de 45˚.




5-      Fresa para Rasgo - Esta é uma fresa que quando você usa a primeira vez não sabe por que ficou tanto tempo sem uma. Embora você possa usar uma fresa reta e uma base de apoio para criar rasgos, esse tipo de fresa torna o trabalho muito mais simples. O rolamento na ponta da fresa ajuda a controlar a largura do rasgo. Alterando o rolamento você pode criar rasgos de diferentes tamanhos.



Grupo 2

6-      Fresa Rabo de Andorinha ou Malheteira - A fresa rabo de andorinha é utilizada para fazer encaixes ou cavilhados para montar móveis usando um gabarito, como se fosse um pino fêmea e macho. Mas se você não possuir um gabarito tipo rabo de andorinha, você pode utilizar a fresa rabo de andorinha com uma base ou em uma tupia de bancada para criar esse tipo de encaixe.



7-      Fresa Reta Padrão com Rolamento - Essa fresa é um prima próxima da fresa reta com rolamento. A diferença é que o rolamento fica na base ao invés de ficar na ponta da fresa. Ela é usada quando se quer algum padrão de corte ou quando se faz peças iguais. O rolamento desliza sob o perfil da peça enquanto a fresa apara e nivela a peça de madeira.




8-      Fresa Meia Cana - Ao invés dessa fresa criar uma quina arredondada como a fresa para quebrar canto, ela criar um perfil côncavo. Esse tipo de fresa é muito utilizado para se fazer molduras ou projetos de móveis. Ela também possui diversas medidas. Então é bom que você tenha pelo menos umas duas medidas.




9-      Fresa Romana - Se você quer enfeitar seu projeto a fresa romana ajuda a fazer isso rapidamente. Ela dá estilo e elegância a um projeto simples. Há outras variações desse modelo de broca que seria a Fresa Clássica e Reversa, mas a mais usada é com certeza a Romana. Mesmo assim é bom ter os outros modelos, pois caso você precise usar para um projeto específico ela vai estar à mão.



10-   Fresa Cilíndrica para Rasgo - Essa é uma fresa que talvez você não esperasse ver na lista das Top 10, mas ela é muito útil para fazer rasgos para se fazer encaixe de outras peças. Essa fresa está disponível em dois ou três tamanhos para fazer rasgos de diferentes larguras. E como na fresa para rasgo do grupo 1 você pode trocar o rolamento por tamanhos variados para variar a profundidade dos cortes.




Fontes: | Casa do marceneiro | Leroy Merlin | Bosh |

Espero que tenha gostado das dicas, não apenas essas mais todas as anteriores. Você também pode colaborar deixando seu comentário com a sua opinião, sugestões de postagem, críticas, etc. Aguardamos sua colaboração.

 

terça-feira, 5 de maio de 2015

Diferença entre os tipos de lâmpadas e o seu consumo.

Olá pessoal! Tudo bem? Preparados para mais um post do blog da Kausben?

Esta semana iremos falar de um assunto muito comentado durante esse ano, que é a respeito de economia e energia, todos sabem que devemos economizar e para evitar o desperdício e reduzir o valor da conta de energia, é preciso saber escolher o tipo de lâmpada certa para a sua casa. Existem modelos econômicos, porém com o preço de custo que vai do razoável ao alto. Entretanto, o investimento vale a pena, pois a economia aparece no final do mês. Para saber como gastar menos, entenda as diferenças entre os tipos de lâmpadas e escolha a melhor para a sua casa e o seu bolso.

Lâmpadas Incandescentes


A lâmpada incandescente é mais barata, porém não é nada econômica, pois converte a energia elétrica em luz e calor e gera mais gastos de energia. Por ser um tipo de luz quente, ele é mais utilizada em cômodos como salas, banheiros e quartos, pois dá uma sensação mais aconchegante para o ambiente. O descarte da lâmpada incandescente pode ser o lixo comum.

Lâmpada Halógena


A lâmpada halógena é apenas 30% mais econômica que a incandescente, mas com o diferencial de seus componentes permitem o aumento na qualidade de ação do produto e a tornam mais duradoura.
Ao contrário do preço de custo da incandescente, o seu valor é mais alto. Sua vida útil é de até 4 mil horas e pode substituir as incandescentes em qualquer cômodo da casa, principalmente no quintal e jardim. O seu descarte também pode ser através do lixo comum.

Lâmpada Fluorescente tubular




A lâmpada fluorescente tubular é 80% mais econômica, seu custo é em conta e sua vida útil de 7.500 horas. Ela funciona como uma lâmpada de descarga, onde junto a um reator, ocorre um disparo elétrico que é convertido em luz por um revestimento da lâmpada chamado de pó fluorescente. A lâmpada fluorescente tubular deve ser usada em garagens e cozinhas e sua forma de descarte é através da reciclagem.

Lâmpada Fluorescente compacta



Assim como a do tipo tubular, a lâmpada fluorescente compacta também é 80% mais econômica, porém apresenta diferenças no seu preço de custo. Outra diferença é que o modelo já apresenta o reator incorporado à base.
Esse tipo de lâmpada pode ser usada em quartos, salas e banheiros e sua vida útil é de até 10 mil horas. Lembrando que o descarte da lâmpada fluorescente compacta também só pode ser feito através da reciclagem.

Lâmpada de Led


A lâmpada de led é 85% mais econômica que as demais, porém o seu preço de custo varia do razoável ao mais caro. Seu funcionamento é através de uma matriz de LEDs (componentes eletrônicos semicondutores) que convertem energia em luz.

O lema da lâmpada de LED é iluminar mais e consumir menos. Por não conter mercúrio, o modelo não emite calor e raios ultravioletas. Além de ser mais sustentável, você ainda reduz a conta da energia elétrica em, aproximadamente, 90%, portanto vale o investimento. Caso seja utilizada por oito horas diariamente, pode durar por até 17 anos. O produto é ideal para ser usado em spots ou refletores que oferecem luz direcional e também ela pode ser usada em banheiros, quartos ou apenas como luz direcionada para iluminar quadros e espelhos na decoração do ambiente.

A lâmpada de led também deve ser descartada através de reciclagem.

Curiosidade: antes de chegar às lâmpadas, a tecnologia de LED já era usada em pequenos dispositivos.

Fonte: | Dicas de Mulher | 


Ficou alguma dúvida? Escreva para nós nos comentários, sua opinião é muito importante para nós. 

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Decoração com puxadores coloniais

Olá pessoal! Preparados para mais um post?

Hoje este post é dedicado a você que não curte as cozinhas modernas com linhas retas, cores brilhantes e puxadores embutidos… Vamos ver que na hora de reformar você pode ter uma cozinha com um ar mais antigo sem parecer velha.

Então vamos lá.

Cozinhas com essa atmosfera são chamadas de colonial, elas geralmente têm armários mais clássicos em madeira, com cor da madeira natural mesmo, ou pintadas da cor branco, azul ou até verde. Com uma decoração rústica e ao mesmo tempo super convidativa e clean.

Já o piso também costuma ser de madeira, porém fica um pouco difícil à manutenção da madeira na cozinha, existem porcelanatos de 1,20 x 0,20 que imitam muito bem as tábuas de madeira, pode ser uma boa opção! Outro piso que funciona bem com esse clima é o xadrez, cerâmicas brancas e pretas ou até mesmo geométricas ficam lindos.

O detalhe dos puxadores coloniais em formato de concha faz toda a diferença, pois é um toque que combina muito com os armários de madeira e trazem esse ar de fazenda, que todos adoram.  Uma dica que você pode ver nas imagens é que podem ser usados dois tipos de puxadores nos armários da cozinha, as “conchinhas” nos armários inferiores ou gavetas e puxadores “bolinha” para os armários superiores, fica a seu critério.


Via: dailydreamdecor
Via: cococozy
Via: cristianalopezdesigner
Via: cristianalopezdesigner
Via: cristianalopezdesigner
Via: editoraglobo
Via: homedit
Via: homedit
Via: homedit
Via: houzz
Via: houzz
Via: houzz
Via: mintyinspirations
Via: redstudio via casa.abril




Gostou do post? Deixe seu comentário sobre o que está achando dos nossos post, deixe também sua sugestão para o próximo post. Agradecemos à sua visita!


quarta-feira, 22 de abril de 2015

Metalúrgicos - Entenda esta profissão.

Olá pessoal!
Preparados para mais um post do nosso blog?
Ontem foi feriado de Tiradentes, por este motivo não tivemos post, mais não fique triste, pois hoje iremos ter um post especial. Como ontem também foi o dia do Metalúrgico, por este motivo dedicamos este post de hoje especialmente para eles.



Os metalúrgicos são uma categoria de profissionais cuja ocupação principal lida diretamente com o tratamento e a produção de um determinado tipo de metal ou de suas ligas, passando pela sua extração e até pelo manuseio ou transformação, entre outras etapas. Podem utilizar vigas de aço, ferro e treliças para formar o esqueleto de uma estrutura de um determinado edifício ou ponte, e podem também instalar componentes de metal para reforçar estruturas de alvenaria. Dependendo do tipo de trabalho que desempenham, os metalúrgicos também podem ser conhecidos por outras nomenclaturas como operários, industriários, podendo trabalhar em locais ao ar livre ou dentro de uma fábrica de beneficiamento de metal ou em uma siderúrgica.



Antes das peças de aço serem erguidas, elas devem primeiro ser cortadas nas medidas exatas e possuírem a devida perfuração para que possam ser instaladas. Estas tarefas são executadas dentro de uma fábrica metalúrgica ou oficina de soldagem. O aço é então entregue em um possível canteiro de obras, onde os profissionais utilizam guindastes para mover e colocar o aço em sua devida localização. Uma vez que o mesmo é colocado na posição correta, este é aparafusado ou soldado no lugar por um soldador, cuja formação tenha sido nesta área. Esta exigência é necessária pois, os trabalhos podem ser realizados em altura superior ao limite estabelecido, devendo assim se equipar com alguns equipamentos de segurança, como cinto, e cabos guia, além de outros equipamentos para minimizar o risco de quedas, para que se possa realizar uma operação em segurança.

Para os profissionais que desejam seguir carreira no ramo da metalurgia, deve-se ter em mente que o ambiente normalmente será industrial, ou seja, com grandes equipamentos, e ambiente hostil, contendo sujeira, barulho e por vezes muito perigo. Os operadores devem se sentir confortáveis em trabalhar em grandes alturas, e também em todos os tipos de condições climáticas. Como qualquer trabalhador da construção civil, o metalúrgico deve tomar precauções de segurança adequadas em todos os momentos para evitar ferimentos. Para minimizar os riscos, muitas vezes não trabalham no local durante a chuva ou neve, pois a precipitação pode tornar o aço muito escorregadio.





As maiorias dos metalúrgicos possuem sua formação no próprio ambiente industrial, através de programas de aprendizagem. Muitos destes programas são executados por sindicatos locais, que são comuns na indústria siderúrgica. Para ser aceito em um programa de estágio, os candidatos geralmente requerem um diploma do ensino médio. O aprendiz irá trabalhar por três ou quatro anos a uma taxa reduzida de remuneração, e periodicamente, devem assistir as aulas para aprender sobre a indústria e suas tarefas. Uma vez que o colaborador seja capaz de utilizar suas habilidades a um nível suficiente, o aprendiz se torna um profissional competente para realizar tarefas não muito complexas, o que conseguirá realizar com o tempo de trabalho adquirindo experiência.



Futuramente eles podem se preparar para uma carreira na indústria, aprendendo a ler e interpretar projetos, ou estudar sobre materiais de construção e os diversos métodos, isto pode ser muito útil para compreender os vários tipos de ferramentas e equipamentos utilizados no trabalho com o aço, e para ser capaz de realizar as operações com maior segurança possível. Qualquer educação em engenharia, construção, ou matemática também podem ajudar aqueles que procuram se tornar metalúrgicos.

QUANDO SURGIU A PROFISSÃO?
Calcula-se hoje, que o primeiro contacto com os metais se deu por volta de 6000 a 4000 anos A.C. com o uso de óxidos vermelhos (de ferro) em corantes para rituais e práticas funerárias, em decoração e polimento, assim como os minerais azuis e verdes (de cobre).
Os primeiros metais a serem descobertos foram o ouro, a prata e o cobre.
Provavelmente o ouro foi o primeiro metal a ser descoberto, exatamente por existir quase sempre em forma de pepita, cuja cor é um amarelo bonito e que chama a atenção. Era extremamente pesado, podia ser usado como ornamento por ser brilhante e podia ser moldado nas mais variadas formas, pois não era muito duro. Além disso, era permanente, uma vez que não oxidava nem deteriorava.
Metalurgia é uma profissão de risco, por isso deve-se sempre utilizar os EPI (Equipamento de Proteção Individual).




Os principais fatores de risco são devidos a:
  • Ruído
  • Ergonomia
  • Espaço Físico
  • Fumaça
  • Iluminação


Riscos Químicos
Inalação de Elementos “Mascarados” no Processo Produtivo e de Transformação

Riscos Biológicos
Higiene do Ambiente de Trabalho

Riscos de Acidentes
Despreparo e Distração no Manuseio dos Equipamentos



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 Fonte: | Mecânica Industrial | Ebah |

terça-feira, 14 de abril de 2015

Qual a importância de um arquiteto?

Olá pessoal! Preparados para mais um post do nosso blog? Esta semana iremos falar sobre a importância de um bom arquiteto.  Esta profissão que está cada vez mais crescendo e ganhando admiradores. Muitas pessoas sabem sobre a importância de um arquiteto na hora de fazer uma reforma na casa ou decorar um cômodo. O que muitos ainda não tem conhecimento é que o papel deste profissional vai muito além da estética. E é exatamente sobre isso que iremos falar hoje em nosso blog. Preparados?



A Função do arquiteto




O Arquiteto é o profissional que planeja o espaço e busca a união entre a função e a forma. Seu objetivo é conciliar a beleza às necessidades funcionais, idealizando a melhor solução para o projeto. Ao propor intervenções considera o contexto social, econômico, histórico e cultural.

Cabe a este profissional não apenas o papel de decoração e de projetos de interiores – apesar de muitos se especializarem nestas áreas -, mas o de projetar as edificações de forma geral. Na verdade, quando se pensa em uma construção, o primeiro profissional envolvido deve ser o arquiteto, que irá projetar levando em conta uma série de pontos e se guiará pelo tripé (a estética, a funcionalidade e o fluxo). Ou seja, o que muitos atribuem ao engenheiro – que é responsável pelo cálculo e não pelo projeto propriamente dito – é na verdade papel exclusivo do arquiteto, que pode, inclusive, assinar sozinho projetos de até quatro andares, conforme a lei.

Como nasce um projeto?




O papel do arquiteto é importante não apenas pela segurança de uma obra, mas também pelo resultado final, que envolve as três bases: a estética, a funcionalidade e o fluxo. Antes de começar a pensar o que se quer, é fundamental entender qual é o objetivo da construção, quem serão as pessoas que passarão por lá no futuro – seja para morar ou trabalhar -, enfim, compreender a realidade e o contexto para definir quais são as melhores soluções.

A estética é fundamental – afinal, ela é o reflexo do que a pessoa que contrata o arquiteto deseja mostrar e, de certa forma, é até uma mostra de sua personalidade. Para chegar a um projeto com a cara do cliente, o bom profissional é aquele que assume o papel de consultor, muitas vezes deixando de lado seu gosto pessoal.

Mas de nada adianta um projeto bonito que não sirva para seus fins. É aí que entra o segundo pilar, a funcionalidade. Para fazer um projeto realmente funcional é necessário entender bem qual é o objetivo dele: é uma casa, um escritório, uma clínica? Por exemplo: uma sacada é ótima para a sala de um apartamento, mas não é nada necessária (ou recomendada) em um depósito de materiais de escritório.

Fechando a base, o fluxo leva em conta como será o dia a dia daquele imóvel depois de pronto e quem passará por ele. Mais um exemplo: em um hospital, não é por acaso que a recepção fica logo na entrada, que o pronto atendimento (que geralmente recebe casos urgentes) deve ter fácil acesso e fica logo no primeiro pavimento. Tudo isso tem um porquê e é justamente papel do arquiteto pensar nestes pontos e antecipar como será o uso para que, no futuro, cada metro quadrado seja realmente útil, agradável e preciso.




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